Tipos de carreira: descubra qual se encaixa com você

Tipos de carreira: descubra qual se encaixa com você

Durante a graduação, é super comum questionar qual caminho será percorrido após a formatura. Conheça os dois principais tipos de carreira para se inserir no mercado de trabalho no melhor caminho para você!

O início de carreira é marcado por infinitas indecisões e questionamentos – o que é super compreensível, já que tudo é novidade.

A cada descoberta, surge uma nova pergunta. Com essa pergunta, uma decisão deve ser tomada. Aí já viu: surge um turbilhão de emoções para se lidar. Dentre elas, a ansiedade por não saber que tipo de carreira seguir.

Mas não criemos pânico! Primeiramente, saiba que é normal ter tantas dúvidas e não saber o melhor caminho. Em segundo lugar, com a quantidade de ofertas e carreiras, realmente não tem como não se questionar.

Por isso mesmo, criamos um guia jogo rápido para você descobrir os diferentes tipos de carreira. Dessa maneira, você poderá identificar qual faz mais sentido pra você. Vem com a gente 🙂

Antes de mais nada…

Vale dizer que existem duas orientações de carreiras. Dentro dessas orientações de carreira, existem vários tipos de carreira. As mais marcantes orientações de carreira são a carreira em Y e carreira em W.

Carreira em Y

A carreira em Y é aquela que o profissional decide seguir a carreira que estudou.

Ela é definida como “Y” pelo formato da letra: um único caminho que se divide em duas opções que representam as seguintes escolhas: ser um gestor ou um especialista em sua área de atuação.

Carreira em W

A carreira em W, por sua vez, permite um crescimento profissional tanto na horizontal como na vertical. Ou seja, o profissional pode atuar em carreiras mais “genéricas”, técnicas de nível médio ou tecnólogo até a uma carreira de especialidade, segundo o próprio idealizador desse conceito, Robert Rigaud.

Ela é definida em W por ser a junção da letra Y (YY), partindo do conceito da carreira em Y.

Cada “perna” da letra W refere-se a um conjunto de cargos:

1ª perna do W: cargos genéricos, tais como auxiliares, assistentes, analistas, supervisores, coordenadores e gerentes;

2ª pena do W: cargos de nível médio técnico;

3ª perna do W: cargos de nível tecnólogo;

4ª perna do W: cargos de nível especialista e bacharelado.

Qual orientação faz mais o seu estilo?

Tipos de carreira

A seguir, veja quatro vertentes de carreira para atuar:

Carreira Corporativa

Conhecida por ser mais “tradicional’, ela se dá dentro do ambiente organizacional, e segue o fluxo: pessoas entram, se desenvolvem, crescem e saltam para cargos maiores, que envolvem uma forte linha de liderança.

Carreira do Empreendedorismo

Cada vez mais adeptos preferem abrir os seus próprios negócios, principalmente em meio a crises econômicas, onde a oferta por empregos diminuem e as demissões aumentam. Apesar disso, existe uma “glamourização” em ser dono da sua própria empresa. Ter um negócio é um desafio diário e que envolve ter um conhecimento prévio dentro do mercado de atuação. Portanto, antes de ser “dono” é importante antes ser funcionário, para que se aprenda o trabalho operacional para saber gerenciar e alcançar os resultados esperados.

Carreira de Especialista

Essa carreira é para os que se destacam em sua área de atuação através de muito estudo, diplomas e certificados. É muito focada no âmbito técnico. 

Carreira Sociopolítica

Atua-se em ONGs, sindicatos, federações e política, por exemplo. Aqui o profissional precisa ter habilidades em capitalizar relações e contato social. 


Não existe uma carreira melhor ou pior do que a outra, tudo depende do seu estilo e o que quer a longo prazo.

dica bettha: não escolha uma carreira por status ou dinheiro, e sim pela vocação que você tem – esse será o seu principal combustível para enfrentar os dias mais tenebrosos que existem em qualquer profissão ou carreira. Sem paixão é impossível seguir uma carreira a longo prazo.

Agora que você já sabe quais os tipos de carreiras disponíveis para escolher, fique esperto! Nós podemos te ajudar a iniciar uma carreira incrível e a encontrar o seu próximo emprego. Quer saber mais? Então acesse o nosso site e descubra como dar novos voos a sua carreira!

Como pedir demissão em 8 passos

Como pedir demissão em 8 passos

Se você tá afim de pedir demissão mas não sabe o como fazer isso, esse post é pra você. Saiba como pedir demissão em 8 passos bem simples – e pacíficos!

Qual é a melhor maneira de pedir demissão? Essa dúvida é bem recorrente na cabeça do pessoal.

Pedir demissão nem sempre é fácil. Mesmo que você não goste do seu trabalho, odeie seu chefe ou queira mudar de carreira. É ainda mais difícil se você ama seu trabalho, mas decidiu que é hora de mudar. 

Se você odeia o seu emprego, essa pode não ser uma boa razão para pedir demissão, a menos que você tenha outro emprego em vista. Dito isso, se você tem razões legítimas para deixar seu emprego, continue a leitura. 

De um modo geral, é importante sair e deixar a porta aberta. Você não sabe do futuro, e lá na frente, talvez você venha a trabalhar novamente com alguns dos seus colegas atuais ou até se tornar cliente.

Saiba agora como pedir demissão de uma forma sadia e profissional sem ficar em saia justa.

1. Avise ao menos com uma semana de antecedência

Avisar a demissão com uma semana de antecedência é a prática padrão ao se demitir de um emprego. Entretanto, em alguns casos, pode ser necessário que você dê mais tempo ao aviso prévio. Se você tem um contrato de trabalho ou acordo sindical que declara o tempo de antecedência da notificação antes da demissão, cumpra o contrato. 

Tenha em mente que a sua empresa precisa de alguém para substituí-lo. Se você não pode oferecer um período muito longo, negocie um acordo.

2. Não abandone as suas tarefas

Faça um levantamento de todas as tarefas que estão sobre a sua responsabilidade e as que estão em andamento. 

As que estão em andamento, finalize antes de sair. As demais, converse com o seu chefe, expondo que não será possível realizá-las pois você não terá tempo suficiente. Assim, ele irá tomar as devidas providências.

3. Deixe tudo organizado

Organize arquivos e pastas do seu computador. Suba-os na nuvem, se possível. Dê acesso de login/senha do seu computador e demais softwares da empresa que você utiliza.

No último dia, mostre ao seu chefe ou o colega que ficará responsável por suas tarefas, como estão organizados os seus arquivos. Liste todas as tarefas que estão realizadas, onde eles podem encontrar um arquivo X ou Y. De um modo geral, não os faça depender de você. Afinal, você está de saída.

Portanto, seja camarada e deixe tudo organizado.

4. Faça backup

Antes de pedir demissão ao seu chefe, não se esqueça de salvar os arquivos que você deseja em algum serviço de nuvem.

Você pode não ter acesso ao seu computador assim que entregar a sua demissão. Portanto, tenha cópias de tudo o que você precisa antes de dizer adeus.

5. Escreva uma boa carta de demissão

É de praxe de algumas empresas pedirem a carta de demissão. E uma carta de demissão bem escrita pode ajudar a garantir que sua demissão corra bem. Pois, você pode precisar de uma referência do seu chefe no futuro. É também um documento que se tornará parte do seu arquivo de emprego e deve ser escrito de acordo.

Não coloque ali as suas frustrações ou raiva. Você está de saída e independentemente do que tenha acontecido para você pedir demissão, evite informar na carta.

Algumas empresas oferecem um modelo de carta de demissão, verifique com o RH da sua empresa, se é o caso. 

6. Tire suas dúvidas sobre a rescisão

Quando você pedir demissão, é importante verificar o que será pago. Verifique quanto foi o seu último salário, benefícios, se há férias acumuladas etc. 

Aborde todos os detalhes da rescisão que precisam ser tratados antes de sair da empresa.

7. Como dizer adeus aos seus colegas de trabalho

Reserve um tempo para escrever um e-mail agradecendo a todos que o ajudaram e o apoiaram. E claro, aproveite para informar seus contatos pessoais como telefone e e-mail para manter a relação fora do escritório.

Aqui não é lugar de você aproveitar o gancho e revelar os motivos que o levaram a sair. É apenas um ato de carinho e amizade por todo o tempo que passaram juntos e o quanto essa experiência o fez crescer.

8. Prepare-se para a entrevista de desligamento

Uma das perguntas que normalmente é feita em uma entrevista é “Por que você está deixando o seu emprego?” 

Tenha cuidado para não ser muito emotivo e mostrar falta de profissionalismo ao citar eventuais crises e conflitos que você teve de enfrentar. Assim, escolhendo bem as palavras e o tom, você conseguirá ser honesto em suas respostas e manter o profissionalismo.


Quando você pedir demissão, é importante que a conversa seja o mais amigável e profissional possível. Primordialmente, saia, mas deixe uma porta aberta. Não vale a pena, principalmente na saída, criar caso e se estressar com uma situação que não fará mais parte da sua rotina.

Tire as boas lições dessa experiência, supere e abrace a nova oportunidade. A vida é muito curta para guardar mágoas.

E se você estiver em busca de um novo emprego, o Bettha pode te ajudar! Aqui você encontra as vagas que dão match com você – além de encontrar conteúdos exclusivos para aumentar a sua empregabilidade.

Transição de Carreira: O que considerar para mudar?

Transição de Carreira: O que considerar para mudar?

Nenhum processo que envolva mudanças é simples. Na transição de carreira, esse processo é complicado por toda a prematuridade com que decidimos nosso futuro. Conheça os motivos que podem te levar a transição – e saiba tudo o que precisa considerar para a sua mudança!

Desde a infância somos questionados com a famosa pergunta: “o que você vai ser quando crescer?” (só não mais batida que “cadê os/as namoradinhos/as?”). Assim, tínhamos que ter uma resposta, mesmo sem ter ideia do peso que essa pergunta carrega.

Na adolescência, o “cerco” parece se fechar cada vez mais. Dessa maneira, fomos bombardeados por mil perguntas – o que nos fez sentir a pressão de escolher uma carreira para fazer o vestibular. 

O ponto mais crítico desse “corre” em busca da formação perfeita é que geralmente não temos a vivência naquela formação e nem maturidade para decidir algo tão complexo. Então como poderíamos saber aquilo que se encaixa com os nossos desejos, planos futuros e propósito?

Por que a insatisfação?

O que pode acabar acontecendo:

  • muitos escolhem a graduação que os seus pais projetaram para eles;
  • outros fazem a mesma graduação do pai ou da mãe, pois já possuem uma certa familiaridade com a profissão;
  • um outro grupo escolhe “o que vier, pois o importante é ter o diploma na mão”;
  • o desejo por ser bem-sucedido leva a graduação mais “pomposa” por achar que logo receberá prestígio e um salário gordo. 

Assim, desses cenários, o resultado sempre acaba em frustração.

Cursar e trabalhar com algo que nada tem a ver com você – ou que simplesmente deixou de fazer sentido – gera uma insatisfação imensa e a sensação de impotência, pois as contas precisam ser pagas no fim do mês e “não há nada que possa ser feito”. Mas há.

A transição de carreira, então, está cada vez mais em pauta, pois o mercado de trabalho, que antes seguia um fluxo e levava as pessoas a se aposentarem em seu primeiro emprego, tem hoje uma dinâmica bem menos linear.

Motivos que levam à transição de carreira

Os motivos mais frequentes são:

  • falta de qualidade de vida;
  • profissão “em extinção”;
  • demissão em massa;
  • limite de idade;
  • crise no setor;
  • estresse.

As razões não param por aí. Muitas vezes a transição acontece de forma inesperada. Se você não sabe se compra uma bike ou se permanece na sua área de formação, chegou a hora de você repensar na sua decisão.

O que considerar na transição de carreira 

Não se apresse

Estude bastante sobre a área que você quer migrar. Pesquise por empresas, dinâmica de trabalho, encontre profissionais da área e bata um papo para saber por quem vive diariamente aquela rotina. Não faça a transição de carreira por modismo ou ganância.

Alinhe estilo de vida

Se você precisa de mais tempo para equilibrar vida pessoal, familiar e profissional, algumas áreas não são para você. Analise as vantagens e desvantagens de cada uma.

Tenha as habilidades requeridas

Por mais que você goste de uma profissão, talvez você não tenha as habilidades essenciais para efetuar um bom trabalho. Avalie bem!

Vá em eventos e faça cursos

Faça uma imersão na área que você quer seguir para ter mais familiaridade e pouco a pouco construir network.

Coloque os custos na ponta do lápis

A transição de carreira gera custos e é importante considerá-los. Ter esse conhecimento ajudará você a definir se fará uma transição gradual ou abandonará o trabalho de vez para construir a nova profissão.

A transição de carreira por quem já viveu essa experiência

Larissa Florindo hoje é redatora e trabalha com comunicação digital. Entretanto, a sua formação é em Gestão da Tecnologia da Informação.

Larissa sempre teve o desejo de trabalhar com internet e comunicação, mas esse parecia um sonho distante. Por ter contas à pagar, ela foi trabalhando com o que aparecia, e pouco a pouco foi estudando sobre a área, até então nova no Brasil.

A profissional estava trabalhando como terceirizada em um grande portal do país na área de help desk, quando surgiu a vaga sem remuneração para ser editora de um blog de tecnologia. Sem pensar duas vezes, se candidatou e conquistou a vaga. 

A mudança

Aquela experiência foi seu divisor de águas. 

Sem dinheiro para fazer uma graduação ou cursos na área, optou pela dupla jornada: trabalhava tanto em seu sonho quanto no escritório para manter as contas em dias. Além disso, estudava por conta própria e assim, foi conseguindo outros trabalhos sem remuneração ou com uma remuneração mais baixa, mas que ajudavam a construir o seu portfólio.

Foi bolsista na faculdade e o único curso que ela conseguiu com a sua nota foi a de Gestão da Tecnologia da Informação. Aceitou o desafio, e enquanto isso trabalhava para o blog sem remuneração, e agora para uma seguradora para manter as contas em dia. 

Com uma condição financeira um pouco melhor, fez cursos pagos, gratuitos e o estágio foi em uma agência de publicidade na área de social media. O sonho estava se realizando! 

E como ela está hoje?

De lá pra cá, ela não saiu mais da área de comunicação digital passando por agências, atendendo a clientes de peso, tanto em nível nacional como multinacional.

Ao todo são quase 12 anos na área e 9 trabalhando na área com carteira registrada.

“Eu não pensei muito sobre os efeitos da transição de carreira na época. 

Eu simplesmente corri atrás do que eu queria, e por eu não ser rica, vi a dupla jornada como a única forma de conquistar o que eu tanto queria.

Hoje sei que essa mudança custou um preço. Eu precisei dar alguns passos para atrás para trabalhar com comunicação digital, enquanto os que estavam cursando ou formados na área, já estavam há alguns passos luz. Faz parte e tá tudo bem. Tudo na vida tem o seu sacrifício.”

Ela se arrepende?

“Jamais. Eu trabalho com o que eu gosto e acredito. Eu acredito que a comunicação muda o mundo, as relações e ser agente transformador nisso é uma honra imensa. 

É claro que financeiramente falando eu gostaria de estar em outro patamar, mas continuo a estudar e a correr atrás.”


Nem todos conseguem da primeira vez se encontrar na graduação escolhida, e está tudo bem. A vida é mais do que um diploma.

Cobre-se menos e faça as escolhas que você acredita serem as melhores para você. Se não der certo, tente outra vez, de outro jeito. E se precisar, conte com a gente para te ajudar 😉

5 TED Talks para alavancar a sua carreira

5 TED Talks para alavancar a sua carreira

Reunímos 5 TED Talks incríveis para você desenvolver a sua carreira!

O TED é uma organização sem fins lucrativos que nasceu em 1984 como uma conferência na Califórnia. Seu lema é “ideias que merecem ser compartilhadas”. Assim, conquistou o mundo ao trazer no palco ideias disruptivas, inovadoras, criativas. Além disso, podem mudar o nosso mindset e consequentemente o mundo.

Sem mais delongas, vamos então a nossa seleção de TED Talks para você potencializar a sua carreira.

1 – Como alimentar a criatividade por Elizabeth Gilbert

Você já deve ter lido ou ao menos visto a capa do livro “Comer Rezar Amar”. Esse TED é da autora que defende que a criatividade não é um dom divino ou restrito para pessoas especiais. A criatividade, então, pode ser nutrida por cada um de nós.

São excelentes dicas para você pensar fora da caixinha.

E caso queira ir além, a escritora escreveu um livro dedicado a esse assunto chamado “Grande Magia – Vida criativa sem medo”.

2 – Como se preparar diante das novas demandas do mercado? por Celson Plácido 

Sócio e Estrategista-chefe da XP Investimentos, Celso Plácido dá dicas para o jovem que está ansioso para crescer na carreira, ignorando sua falta de experiência. Além disso, conta um pouco mais sobre o mundo das finanças – com muito bom humor.

3 – Como ser mais produtivo por Jason Fried

O autor do livro “Reinvente sua empresa: Mude sua maneira de trabalhar” mostra os motivos que geralmente são abafados no meio corporativo sobre a falta de produtividade.

Para a empresa as redes sociais são o real problema da falta de foco e concentração do seu time. Mas Fried traz à tona que talvez a verdadeira razão seja os gestores e as reuniões.

Quem nunca quis vestir a camiseta com o texto “mais uma reunião que poderia ter sido um e-mail” após uma reunião que atire a primeira pedra!

Aliás, fica a dica de livro, caso queira aumentar a eficiência, trabalhar de forma mais inteligente e alcançar o sucesso. 

4 – Mulheres e carreira por Sheryl Sandberg

A antiga CCO do Facebook e autora do livro Faça Acontecer, dedica-se em levantar as razões que impedem as mulheres de chegar a altos cargos e oferece dicas de como chegar lá, assim como ela.

Assim como esse TED, o livro é bastante inspirador e um manifesto feminino para ambos os gêneros refletirem e mudarem suas posturas.

Assim, Sheryl foi eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes.

5 – Por que alguns não têm uma vocação específica por Emilie Wapnick

Emilie desconstrói a importância e a imposição que a sociedade coloca nos ombros de crianças e jovens ao perguntarem: “O que você quer ser quando crescer?” como se houvesse apenas uma profissão ou uma habilidade como caminho.

Assim, nesse TED o multipotencial é colocado em pauta e Emilie mostra os três superpoderes dos multipotenciais.

O TED Talks tem novos vídeos toda semana sobre diversos assuntos que vão além de carreira, como veganismo, alimentação, tecnologia, saúde e muitos outros.

Além disso, vale dizer que os assuntos sempre são bem interessantes e fogem da “velha opinião formada sobre tudo”. O propósito do TED é fazer você pensar por outra perspectiva e sair daquele conformismo

Você conhece outro TED Talk sobre carreira? Compartilhe nos comentários!

Como encontrar emprego na internetDescubra como em 6 dicas

Como encontrar emprego na internet? Descubra como em 6 dicas

Nesse post, você vai conhecer macetes infalíveis para dar um boost na sua busca pelo job ideal. Conheça agora 6 dicas para encontrar emprego na internet!

Existem duas formas de encontrar emprego: a raiz e a nutella.

Assim, a busca raiz envolvia imprimir o currículo, tirar várias cópias, sair ao léu entregando um por um até chegar em casa exausto e com o sapato quase furando (a vida não era fácil, meus amigos).

A nutella, por sua vez, é realizada sem sair de casa, pela internet, assim como o envio do currículo – graças a essa maravilhosidade dos tempos modernos chamada de tecnologia.

A internet,então, viabilizou a eficiência na procura de emprego e potencializou as relações profissionais. Porém, muita gente ainda não usufrui de todos os recursos que a internet oferece para encontrar o tão sonhado emprego.

Memorize as dicas abaixo e agilize a sua busca por emprego pela internet!

Olar, LinkedIn!

Finalmente o LinkedIn caiu nas graças dos brasileiros, sendo hoje a rede social com mais apelo na hora de buscar um emprego na internet.

A plataforma oferece excelentes formas de construir um network, compartilhar ideias, produzir conteúdos e principalmente criar autoridade dentro da sua rede.

Construa um perfil matador e mantenha a sua vida profissional atualizada para atrair recrutadores.

Algumas dicas para encontrar emprego por essa rede social podem ser vistas aqui!

dica bettha: o Google e outros mecanismos de busca conseguem varrer o conteúdo do LinkedIn. Por isso, use palavras-chaves para que mais pessoas te encontrem. Faça o mesmo em relação aos artigos para um melhor ranqueamento!

Estude como se não houvesse amanhã

O estudo é essencial para conquistar um emprego dos sonhos! Se antes o problema de estudar era a questão financeira, agora, graças a internet, é possível estudar gratuitamente sobre qualquer assunto.

Com tantos cursos no mundo da world wide web, vale sentar, respirar e criar uma trilha de estudos para manter o foco.

Primeiramente, faça uma lista das áreas que você quer estudar. Depois, busque pelos cursos e instituições que você tem interesse. Inclua essas informações em uma planilha para facilitar, ok?

Em seguida, mapeie a prioridade: qual será a ordem por área de estudo? 

Feito isso, comece a estudar tendo disciplina para não desistir no meio do caminho.

Aproveite e encontre o seu próximo curso gratuito nessa seleção de mais de 300 cursos de graça que selecionamos para você 🙂

Se quiser, o Google também oferece vários cursos incríveis – e super relevantes para o momento atual do mercado de trabalho. Você pode conferi-los aqui!

Mostre o seu trampo!

Dependendo da sua área de atuação, é imprescindível ter um portfólio online. Geralmente, as áreas que mais exigem um é desenvolvimento, publicidade, comunicação e design.

O portfólio mostra visualmente os seus trabalhos e projetos, dando um ar mais profissional e aumentando os pontos com os recrutadores.

Alguns sites onde você pode montar o seu portfólio:

Carbonmade: intuitivo, leve e rápido. Ranqueia no Google e em outros buscadores. É otimizado para celulares e tablets, é possível inserir com facilidade mídias e muitos outros recursos!

Cargo Collective: um dos queridinhos para a construção de portfólios, o Cargo oferece muitos templates e você pode customizar ainda mais caso tenha noção de HTML e CSS. 

Behance: uma das plataformas mais conhecidas para trabalhos criativos, o Behance é linkado a Creative Cloud da Adobe, o que facilita o envio de trabalhos.

Marque presença em fóruns e comunidades

A melhor forma de criar autoridade e ter reconhecimento do seu trabalho é participar ativamente de fóruns e comunidades digitais. Mais do que apenas publicar conteúdo relevante, é válido ajudar, sempre que possível.

Dessa maneira, você mostra conhecimento, humildade e empatia. Dessa maneira, é possível conquistar mais profissionais para o seu network.

Aumente a visibilidade do seu currículo

Cadastre o seu currículo em nosso site e aumente as chances de encontrar as empresas que realmente fazem sentido para os seus planos e objetivos ao longo da carreira.

Chegou a hora de você buscar o emprego dos sonhos! O Bettha é uma plataforma de capacitação e empregabilidade. Aqui, você terá inúmeras ferramentas disponíveis para se autoconhecer e desenvolver habilidades. Tudo isso gratuitamente! Clique aqui e descubra a melhor forma de encontrar um emprego pela internet 😀

Você tem mais alguma dicas para encontrar o trampo dos sonhos pela internet? Então compartilha com a gente nos comentários!

Trabalho, faculdade e vida social: como lidar com tudo isso?

Trabalho, faculdade e vida social: como lidar com tudo isso?

A vida, muitas vezes, é um malabarismo com vários pratos: parece que, a qualquer descuido, tudo cairá. Por isso, selecionamos as melhores dicas para te ajudar a lidar com o trabalho, a faculdade e a vida social!

De fato, não é fácil manter a vida em ordem, ainda mais com tantas obrigações e responsabilidades.

O sono fica em segundo plano, a saúde às vezes vai para terceiro, falta energia e disposição para fazer o mínimo, a alimentação vai do miojo a pizza, e daqui é só ladeira abaixo. Isso sem falar de possíveis problemas de concentração, ansiedade e até depressão.

Mas é possível manter o trabalho, faculdade e vida social em dia. Com um pouco de sabedoria, organização e foco, é possível equilibrar esses “pratinhos” da vida adulta.

Mapeie a rotina

Você sabe que tem três áreas que precisa cuidar: trabalho, faculdade e vida social, mas isso não é suficiente para começar a criar uma rotina mais “humana”.

Pra você começar a enxergar uma luz no fim do túnel, você precisa mapear a sua rotina. Desmembrar cada tarefa e atividade realizada no trabalho, na faculdade e na vida social para saber se organizar.

Para facilitar, comece colocando o horário que você acorda e tudo que acontece a partir de então, até o horário que você costuma deitar. Por exemplo:

06:15 às 06:40 – Acordei e tomei café da manhã

06:40 às 07:00 – Tomei banho e me arrumei

07:00 às 08:00 – Trajeto até o trabalho

Faça isso com todos os dias, caso algum dia da semana você tenha uma rotina diferente dos demais.

Feito isso, você já sabe o que geralmente faz em cada horário e poderá analisar se há alguma atividade que pode ser deixada de lado, ou alguma urgência, o que pode ser feito de fim de semana etc.

Otimize o tempo

Se você usa transporte público para ir a algum lugar, como o trabalho, você pode aproveitar essa hora e estudar. 

Levando em consideração um deslocamento de ida e volta ao trabalho de 1h cada trajeto, é possível estudar em torno de duas horas. Essa é uma boa forma de ficar em dia com tantas leituras.

A otimização do tempo é válida para outros contextos também!

Se você tem 1h de almoço, você pode almoçar em 30 min e o restante do tempo, descansar, fazer uma breve caminhada ou fazer alguma atividade da faculdade.

Não abra mão do seu sono

Conciliar trabalho, faculdade e vida social costuma a deixar o sono como última prioridade. Mas dormir não é uma questão de luxo, é questão de saúde.

Se o seu corpo não estiver descansado o suficiente, ele não irá funcionar direito, assim como a sua mente.

Durma o máximo que puder. Avalie o seu mapeamento de rotina e veja se há algo que possa favorecer você chegar mais cedo em casa para ganhar 1 horinha a mais para dormir.

Alimente-se bem

Para aguentar essa rotina puxada, você precisa ingerir bons alimentos e água para manter a saúde em dia e o corpo em pleno funcionamento.

O fast food passa a ser a opção mais “barata” e “viável” para manter o estômago forrado. Entretanto, além de não ser barato para o seu bolso, ele é ainda mais caro para a sua saúde.

Se você não consegue fazer comida em casa e levar marmitas, então opte por restaurantes que ofereçam aquele bom arroz, feijão, legumes e salada que nunca saem de moda.

E sempre tenha um lanchinho ou uma fruta na mochila para quando a fome apertar 🙂

Diversão sim, extravagâncias… Melhor não

É saudável você se divertir, sair com amigos e fazer uma farra, mas deixe essas coisas para o fim de semana, quando você não precisa trabalhar e tem umas horas a mais para dormir.

Farrear durante a semana é convite certo para ficar quebrado no restante dos dias. E mesmo de fim de semana, evite beber demais e fazer maratonas de baladas.

A segunda-feira logo chega e você precisa estar descansado, com energia e pronto pra semana que está por vir!


Não espere chegar no limite para fazer mudanças nos seus hábitos que a tornem mais organizada e produtiva. A sua saúde importa, e sem ela, você não conseguirá ir ao trabalho, faculdade e ter uma vida social.

Cuidar de si, em qualquer período da vida, é sinal de amor próprio.

Equilibrar trabalho, faculdade e vida social realmente não é fácil, mas é possível. Lembre-se também que isso é uma fase com início, meio e fim, e que todo esforço valerá a pena 🙂

Confira mais dicas de produtividade aqui.

Áreas de atuação do Engenheiro Civil: Escritório x Obra

Áreas de atuação do Engenheiro Civil: Escritório x Obra

Se você pensa em cursar (ou cursou) engenharia civil e ainda tem dúvidas sobre as áreas de atuação do engenheiro civil, continue a  ̶n̶a̶d̶a̶r̶ leitura! Reunimos todas as infos que você precisa para escolher entre escritório ou canteiro de obra!

A profissão de engenheiro civil é responsável por projetar, gerenciar e executar todo o tipo de obra – edifícios, estradas, casas, viadutos e muito mais. Por isso, é uma profissão e tanto e motivo de orgulho nos almoços de família!

Assim, a área oferece inúmeras possibilidades. Por isso, vale a pena o estudante analisar o perfil, mercado e as diferentes áreas que ele pode atuar. Vamos lá?

O engenheiro de escritório

O engenheiro civil geralmente desenvolve uma boa parte do seu trabalho em escritório. O ambiente fechado e mais silencioso favorece o foco para realizar atividades mais técnicas que exigem raciocínio e cálculos. Além disso, a infraestrutura que permite elaborar o serviço conforme o exigido.

É no escritório, portanto, que cada detalhe é concebido e planejado para que, posteriormente, o trabalho seja executado com toda mão na massa.

Algumas das atividades técnicas que podem ser desenvolvidas pelo engenheiro no escritório:

  • treinamentos relativos aos aspectos executivos e metodologias aplicadas à engenharia civil;
  • estudos preliminares do empreendimento (estudo de viabilidade técnica-econômico);
  • elaboração de anteprojetos, projetos básicos e projetos executivos;
  • elaboração de documentação processual (Despacho, Carta Formal, Ofício, Memorando);
  • contato com órgãos públicos, instituições privadas e o meio político.
  • planejamento físico-financeiro das obras;
  • elaboração de parecer técnico, laudos, análise e elaboração de  documentos técnicos;
  • preparação de processos licitatórios;
  • cálculos de Engenharia diversos;
  • atendimento aos clientes (internos e externos);
  • contato com fornecedores;
  • produção de relatórios;
  • orçamentação.

Trabalhar sob pressão faz parte na rotina do escritório. Burocracias que podem travar projetos, prazos a cumprir, exigência por execução e resultados, conhecimento técnico afiado para que a obra seja bem sucedida… Assim, são inúmeras as situações que hora ou outra o engenheiro que trabalha alocado no escritório terá de enfrentar.

Muitos engenheiros optam por trabalhar no escritório por acharem que o ritmo é menos acelerado e mais tranquilo. Entretanto, estão enganados. 

A rotina por lá pode ser ainda mais dinâmica do que no canteiro de obras!

O engenheiro de obra 

O canteiro de obras é a linha de produção da indústria da construção civil. Assim, é nesse espaço são desenvolvidos todos os processos e etapas de construção que foi cuidadosamente planejada, calculada e desenhada anteriormente no escritório.

O ritmo é intenso, e, por isso, o engenheiro de obra precisa ser rápido para tomadas de decisões. 

Algumas das atividades do engenheiro de obra:

  • contato com órgãos públicos, instituições privadas e o meio político;
  • planejamento dos serviços a serem executados;
  • controle de qualidade e segurança do trabalho;
  • acompanhamento dos serviços em execução;
  • solicitação de materiais e equipamentos;
  • acompanhamento pós-entrega da obra ;
  • coordenação das atividades setoriais;
  • dimensionamento de contingente;
  • contato com fornecedores;
  • atendimento aos clientes;
  • reunião com projetistas.

O engenheiro de obra precisa ter inteligência emocional para atender a alta demanda de atividades e entregas em um curto espaço de tempo. Entretanto, ele não está sozinho nas inúmeras atividades que tem que realizar. Os seus principais auxiliares são o técnico de edificações, mestre de obras e outros profissionais.


Ambos as áreas de atuação possuem desafios distintos e exigem do profissional capacidade analítica, habilidade de liderança e solução de problemas.

Não há um perfil melhor do que o outro! Na verdade, o melhor caminho e aquele que se encaixa com você e com o seu estilo.

Se você ainda tem dúvidas sobre quais as áreas de atuação de um engenheiro civil/ qual carreira seguir dentro da área, veja 5 carreiras que você pode seguir se fez engenharia!

E aí? Qual perfil combina mais com você?

Mãos femininas digitando sobre teclado de notebook

Mulheres na Tecnologia

Esse post faz parte da série de post sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, ela fala um pouco sobre o painel sobre mulheres na tecnologia. Também rolou entrevista com Natacha Romano, que compartilha todas as impressões de ser mulher e trabalhar na área de tecnologia. Confira!

Oi pessoal! Voltei pra falar de um assunto SUPER bacana que esteve bem em pauta na CSW63: cade a mulherada na tecnologia?

gif retirado do filme Pulp Fiction onde o personagem de John Travolta está sozinho e confuso em uma sala

Sem sombra de dúvidas esse foi um painel SUPER marcante na minha experiência, muito por ser tão fora da minha zona de conforto: eu nunca tive contato com a área de tech!

Aprendi muitão (e não vou mentir, criei um carinho especial pela área e uma grande vontade de aprender mais sobre). Reconheci muitas das dores de outras áreas nas falas das painelistas. A diferença de salários, a masculinização dos espaços de trabalho… 

Mas o que me chamou a atenção foi a questão da representatividade feminina na tecnologia e a centralidade dada a temática. Perceba, a presença da mulher em vários espaços é um problema (na tecnologia, por exemplo, a mulherada representa 20% dos profissionais da área no Brasil em 2018), o bacana aqui é que a preocupação com a paridade é encarada também como principal ferramenta para mudança. Sabe o fazer do limão uma limonada? Então, é isso aí!

A importância de modelos mulheres

Foto de Grace Hopper
Grace Hopper

Vocês já devem ter cruzado com a mulher na imagem acima, e não é a toa! Essa é a Grace Hopper, também conhecida por Vovó COBOL, grande dama do software, rainha da codificação, rainha da programação, uffa! É mais nome que a Daenerys!

Ilustração de copo do Starbucks com o nome completo de Daenerys Targaryen, de Game of Thrones

Vale a pena conhecer um pouco mais sobre a história da Grace. Saber dessa e de outras mulheres incríveis na tecnologia é super importante para as meninas entenderem esses espaços como sonhos possíveis, terem modelos e estímulos diversos.

Agora, como eu não sou da área tech, fui pedir um help dazamigas para entender melhor quais são os desafios reais da mulher que trabalha com tecnologia aqui no Brasil.

Falei com a Natacha Romano que é desenvolvedora front-end (ou divaloper) e o papo foi muito bacana, confere ai!

Conversa com Natacha Romano

Foto de Natacha

Meu nome é Natacha Romano, tenho 26 anos, sou desenvolvedora front-end (ou divaloper), e entusiasta em astronomia. Meu maior desafio foi me transformar em uma pessoa de exatas, sendo de humanas. Amo tecnologia, amo incentivar mulheres a entrarem na área, hoje finalmente sou feliz com meu trabalho.

Bettha: Conta um pouquinho da sua trajetória de carreira.

Natacha Romano: Me formei em design de moda em 2014. Saindo da faculdade tive minha marca de camisetas, e logo depois comecei a trabalhar com design gráfico e marketing digital, depois de 3 anos resolvi estudar e entrar na área da tecnologia, onde estou hoje.

(B) Quando optou pela transição de carreira, quais e quens foram seus principais apoios? E os principais desafios?

(NR) A gente tem que escolher o que queremos fazer da vida muito novos. Fui fazer moda e achava que era isso que eu gostava. Com o passar dos anos, na faculdade, fui gostando cada vez menos daquilo. Me formei do mesmo jeito, mas logo meu primeiro emprego foi voltado pro marketing e design gráfico. Fiquei uns 3 anos trabalhando com isso, mas eu não me via feliz, não me via fazendo isso no futuro. Estava bem perdida sobre minha carreira. 

Então meu namorado entrou na área da tecnologia e ficou apaixonado, me incentivou muito a começar a estudar. Eu demorei, enrolei, mas um dia fui ver o que tinha de bom. Eram muitas áreas diferentes que eu poderia trabalhar. Como eu tinha o background de designer, me interessei pelo front-end. Comecei a fazer cursos online por conta própria e, após 5 meses, consegui minha primeira oportunidade de emprego.

Cheguei lá bem crua, mas aprendi muita coisa. Hoje já estou em outro lugar e já completei um ano trabalhando na área. As vezes tenho aquela síndrome do impostor, o que eu descobri que absolutamente normal, principalmente nessa área. Meu namorado é a pessoa que mais me apoia todos os dias, sou muito grata a ele. Nessa área quase tudo é desafio, principalmente quando você era de humanas e se torna uma pessoa de exatas.

Quando eu não consigo resolver um problema, eu fico frustrada, penso em desistir. Mas quando tudo se resolve, a satisfação não tem preço. É uma transformação, mas eu estou amando. Sinto que deveria ter seguido esse caminho desde o começo, porque desde criança já mexia nos HTML da vida e sabia fazer tudo sozinha no computador.

(B) Quais os principais impactos (positivos e negativos) sentidos como mulher na área de tecnologia?

(NR) O primeiro impacto foi inclusive um dos motivos para eu entrar na área. É uma área universal, posso trabalhar em qualquer lugar do mundo exatamente da mesma forma. O que me impactou também foi a quantidade de startups com soluções maravilhosas para ajudar o mundo, nosso dia a dia etc…

Os impactos negativos… acho que o primeiro foi o machismo. Tive colegas arrogantes que me fizeram sentir inferior porque sou mulher. Esse foi um dos motivos por eu ter saído de uma das empresas. Eu preciso estar em um ambiente que eu me sinta confortável, um ambiente saudável. Hoje estou em um lugar melhor. Apesar das mulheres serem minoria, é uma empresa que apoia diversidade, e todo mundo se ajuda lá dentro.

(B) Quais e quem são suas principais inspirações?

(NR):

Ada Lovelace, que foi a criadora do primeiro algoritmo da história!

– Todas as mulheres que se encorajam a entrar na área.

– Meu namorado, que me incentivou, e é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço. É super reconhecido na área de Ciência de Dados, e a dedicação nos estudos é de dar inveja.

(B) Na sua trajetória em tecnologia, cruzou com iniciativas voltadas para mulheres na área?

(NR): Sim! Conheci muitas iniciativas, cursos, bootcamps, meetups… Sempre indico conhecidas e amigas que estão começando. São grupos muito legais, onde as mulheres se apoiam e se ajudam. Citando alguns nomes, os que conheço são: Reprograma, Laboratoria, PrograMaria, Mastertech, PyLadies, Django Girls e JS Ladies. Além disso, tem muito grupo no Facebook e no Telegram também.

(B) A presença feminina na tecnologia vem crescendo. O que você acredita que tem impactado nesse crescimento?

(NR): Acredito que essa onda de empoderamento. As mulheres estão ficando mais fortes e cada vez apoiando umas as outras, e quando você vê um exemplo na área da tecnologia, isso te encoraja mais ainda. Queremos que essa história de “programar é coisa de homem” fique para trás. Queremos equalizar a área, com igualdade de salários e empregos, deixar esse preconceito de lado, mudar a cabeça de empresas e profissionais quadrados.

Vejo muitas empresas também dando oportunidades a mulheres e apoiando a diversidade nas empresas, fazendo isso acontecer. Infelizmente, só vejo isso em apenas empresas mais modernas, que são comandadas por pessoas mais jovens, mas isso vai mudar. Ou muda, ou as [outras] empresas ficarão para trás.

(B) Quais seus sonhos para o futuro da área? E como chegar lá? 

(NR) Meu maior sonho é uma experiência de trabalho fora do Brasil. Um dos lugares que estou de olho é Amsterdam na Holanda, pois é o segundo maior hub de tecnologia da Europa, perdendo apenas para Irlanda. Lá tem milhares de empresas incríveis para se trabalhar além da qualidade de vida que me encanta demais.

Também quero aprender novas tecnologias, como back-end, pois pretendo ser Fullstack daqui um tempo. Ou então, quem sabe, eu não me apaixono por alguma outra área da tecnologia, como machine learning ou inteligencia artificial…

Mas acho que meu maior sonho, hoje em dia, seria estudar astrofísica e trabalhar na SpaceX, rs. É um sonho distante, mas quem sabe né?

Para chegar lá, seria estudando MUITO! É uma coisa que faço muito e acho que não vou deixar de fazer tão cedo. Então estudem!


Para saber mais sobre a área de Tecnologia, confira o Descobrindo Áreas #3 e mate sua curiosidade! :3

Pessoas assistindo palestra com lousa ao fundo com os dizeres "Startup Day"

14 Vantagens de Trabalhar em uma Startup

Se você está envolvido no mundo da tecnologia, busca por crescimento e desenvolvimento em curto prazo, trabalhar em uma startup é para você.

Startups são empresas jovens que buscam desenvolver e escalar rapidamente seu produto ou serviço com o uso da tecnologia.

Às vezes, um notebook, uma boa estratégia e um pequeno suporte financeiro já são suficientes para tirar uma startup do papel. Acrescente trabalho duro e um pouco de sorte, e os primeiros clientes e um escritório serão as próximas conquistas.

Se você quer se aventurar nesse mundo e conhecer algumas das vantagens de trabalhar em uma startup, este artigo é para você 🙂

Como é trabalhar em uma startup?

Startups oferecem rotinas de trabalho que não são comparáveis ​​ao mundo corporativo, e isso faz parte do seu charme. Entretanto, trabalhar em uma startup está longe de ser um conto de fadas.

Muitas delas não estão transbordando dinheiro, pois ainda estão dando os seus primeiros passos. Além disso, sua estrutura, às vezes é um pouco instável.

Abaixo, você encontrará as vantagens que provavelmente incentivarão você a decidir se deseja trabalhar em uma startup.

14 vantagens de trabalhar em uma startup

1. Tudo ainda resta a ser feito

Esta é a maior vantagem de todas. Uma coisa boa sobre startups é que tudo ainda precisa ser feito.

Seu produto é tão novo que qualquer ideia ou toque que você sugerir pode contribuir para um maior crescimento.

Você nunca imaginaria trabalhar com tanta liberdade e ter a sensação de estar criando algo do zero.

2. Ambiente divertido

Por ser um time pequeno, é possível você ser próximo de todos, o que facilita a comunicação e relacionamentos mais fortes.

Além disso, como o trabalho é puxado, sempre há algumas regalias para equilibrar: cervejas, videogames, pizzas, pebolim, churrascos e outras diversões para desestressar.

3. Sentimento de pertencimento

Imagine como é complicado se destacar em grandes multinacionais com tantos profissionais e hierarquias… É difícil.

Em empresas muito grandes, é quase impossível conhecer toda a equipe. Isso pode dar a sensação de ser apenas mais um número entre todos.

Já as startups possuem equipes pequenas e coesas. Todo mundo conhece todo mundo e você tem total acesso ao CEO – que é colocado em um pedestal inacessível em outras empresas.

4. Crescimento veloz e furioso

Esta é uma das principais razões para trabalhar em uma startup: esqueça as promoções a cada cinco anos e posições inacessíveis.

Startups, quando crescem com sucesso, oferecem oportunidades para crescer muito rapidamente.

Seu modelo de trabalho permite que as pessoas ganhem experiência em menos tempo. Por isso, faz com que elas se movam rapidamente dentro da organização.

5. Amadurecimento também no estilo veloz e furioso

Trabalhar com autonomia lhe dará um senso de responsabilidade que talvez você levaria anos para adquirir em uma empresa comum.

Numa rotina de tentativa-erro, o aprendizado é muito mais eficaz e não é baseado em uma política cheia de regras de grandes corporações.

Os desafios de trabalhar em uma startup o ajudarão a identificar os seus pontos fortes e fracos. Assim, você poderá ajustá-los, potencializando sua carreira.


6. Contato com o mercado

O fato de o grupo de trabalho de uma empresa iniciante ser tão pequeno, significa que eles devem estar em contato direto com o próprio cliente.

E, como você sabe, quanto mais pessoal for o relacionamento, mais você aprenderá sobre as necessidades do cliente e do mercado. Como resultado, a prioridade será otimizar os produtos e serviços. Dessa forma, será possível garantir a satisfação do cliente.

7. Eventos, festas e happy hours

O que não faltam são eventos voltados à startups.

Esses eventos favorecem consideravelmente o aumento do seu networking. Assim, será possível criar parcerias fortes que resultam em trabalhos incríveis feitos por várias mãos.

Festas também são comuns. Happy hours, nem se fala!

Falando assim, parece que tudo é diversão, mas não é. Até mesmo a diversão tem pitadas de trabalho por trás, sempre visando uma nova parceria ou cliente.

8. Casual sempre

Trabalhar em uma startup oferece vantagens como trabalhar de regata, bermuda e chinelo. Assim, dificilmente você precisará de uma roupa mais “requintada” – a não ser em eventos, encontros com clientes ou premiações.

Essa informalidade permite trabalhar com mais conforto e sem se preocupar tanto com grandes esquemas de moda para harmonizar a cor X com a peça Y.

9. Fazendo mais com menos

O budget quase sempre é apertado em uma startup. Por isso, o objetivo é sempre fazer mais com menos.

Não há frescuras ou extravagâncias. Tudo é simples – o que não deixa de ser arrojado em algumas horas.

Você começará a ter essa mentalidade na sua própria vida pessoal, encontrando formas de realizar seus sonhos sem depender de muito money.

10. Flexibilidade e liberdade

Como o time é pequeno, geralmente cada profissional tem autonomia para definir metas, horários de trabalho, fazer home office, dentre outras coisas.

A liberdade é uma palavra comum e muito usada por quem trabalha em startups. Mas veja bem: toda liberdade requer responsabilidade.

11. Facilidade em desenvolver o líder que há em você

A autonomia é a chave para trabalhar em uma startup. Assim, ser muito dependente dos outros não o levará a resultados. Pelo contrário, o trabalho ficará estagnado, pois entende-se que você é o dono da tarefa.

Isso ajuda a desenvolver um espírito de liderança, pois você terá de tomar decisões (às vezes um tanto difíceis), resolver problemas, ter uma mente mais analítica e vestir a camisa. Para isso, precisa se portar, quase sempre, como o dono do negócio.

12. Empatia e colaboração

No mundo das startups, as pessoas se ajudam e compartilham conhecimento umas com as outras – mesmo entre startups.

Existem diversos encontros criados justamente para ter essa troca de experiências. Além disso, existe a possibilidade de você fazer um simples telefonema e conversar com outros profissionais de outras empresas, a fim de entender melhor como solucionaram problemas aos quais você está enfrentando.

13. Seu diploma não importa

Em startups, a sua formação e diploma não tem tanto peso. A sua garra, persistência, sede de conhecimento e vontade de colocar a mão na massa é que são fundamentais para você trabalhar em uma startup.

Nas startups, é comum que os profissionais não tenham formação acadêmica ou trabalhem com funções diferentes de suas formações.

O que importa mesmo é a sua vontade de aprender e fazer acontecer.

14. Recompensa com ações

Quando você já está na empresa há algum tempo, ou se você entra na startup em uma função de liderança, os donos do negócio podem te tornar um parceiro.

É claro que isso depende da startup da qual você faz parte e de como ela evoluiu desde que você ingressou. No entanto, há uma chance realista de você ser recompensado com ações da empresa.

Obviamente, isso tem prós e contras. Mas você parou para pensar no que aconteceria se a startup em que você trabalha se transformasse no próximo Instagram ou WhatsApp?


Trabalhar em uma startup pode ser um boa entrada para o mercado de trabalho – ou pode ser um trampolim para quem quer crescimento a curto prazo.

No entanto, o profissional precisa ter um perfil mais despojado, resiliente e autônomo para viver os altos e baixos comuns de toda e qualquer startup.

De um modo geral, trabalhar em uma startup pode ser extremamente gratificante. Além disso, é uma experiência essencial em um mundo no qual o digital predomina.

Conheça os bastidores por quem já vive nesse universo! Veja aqui os mitos e as verdades sobre trabalhar em uma startup.

Tenha em mente que a startup, apesar do ambiente despojado e suas informalidades, não deixa de ser uma empresa. E como em toda empresa, existem problemas, dores e limitações.

Não há empresas perfeitas, mas há empresas que permitem que você construa o ideal – de ambiente, clima e produto. Nesse ponto, as startups saem na frente do mundo corporativo.


Aqui no bettha você encontra várias vagas para diversas startups. Faça o seu cadastro agora mesmo, é grátis 😉

Placa com os dizeres "Lady Boss" sobre mesa

Mulheres na Liderança: Insights da CSW63

Esse post faz parte da série sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, a Lu conta sobre o que rolou no painel sobre Mulheres na Liderança, e compartilha os melhores insights que saíram essa prosa! Cola com a gente e confira!

Oi gente bonitaaaa!

Dessa vez vim falar do tãão sonhado e falado tema Mulheres na Liderança!

Já comentei com vocês algumas vezes (no webinar, no insta, etccc) que o meu painel favorito na CSW foi esse. E não é à toa! Nele, estavam presentes lideranças femininas de vários meios: tech, governo, corporativo, acadêmico… Imagina só essa troca?! Vou passar aqui pelos principais pontos desse bate papo maravilhouser, começando por:

Planejamento e cooperação

Acho bacana começar por esse ponto pois foi central em todas as falas do painel. Pensa só: as nossas divas começaram de algum lugar, né? Foi muito rico ver como todas tem essa consciência bem evidenciada até hoje, em suas posições de liderança.

Todas querem deixar um legado em suas organizações para renovar a cultura organizacional e atualizar alguns costumes e padrões que muitas vezes deixam de fazer sentido. (Lembra que falei como é importante olhar nosso entorno?) Muito desse trabalho passa pelo próximo ponto:

O que é uma boa liderança?

Voltadas para uma mudança sustentável a longo prazo em suas organizações, as divas vem pensando na questão: o que é uma boa liderança?

Para isso, foram conduzidas diversas conversas de construção conjunta dentro de suas áreas. O curioso é que mesmo vindas de meios bastante diferentes, elas encontraram similaridades nos desafios como mulheres na liderança: os resquícios daquele modelo top-down, do chefe mandão, sabe?

Essa é uma questão que vem aparecendo bastante no mundo corporativo como um todo, e o mercado vem se atualizando bastante. O que foi ressaltado aqui foram, perceba, os resquícios. E, ainda, os resquícios que afetam a liderança feminina (que é o tema do painel, né?)

A trajetória até a liderança

Mesmo vindas de áreas diferentes, as histórias são similares: muita entrega, trabalho, dedicação e estudo. E ai vem o primeiro cargo de líder, a primeira equipe a liderar. Nesse momento, as participantes evidenciaram a dificuldade de se fazer ser lida como líder.

Elas pediam algo e não rolava, algumas piadinhas, atrasos, etc. E não entendiam muito bem por que. Foi muito envolvente esse momento do painel, por que todas se surpreenderam com a similaridade de suas vivências. Aquele alívio de saber que não foi só você, sabe?

Então elas passaram a entrar num “papel” de líder: se faziam mais duronas, mais bravas. Até que, anos depois, passaram a se sentir desconfortáveis por não se sentirem femininas! Verdade, de passar a ser ver muito masculinizada. Olha que loucura! E, nesse ponto, já mais seniors em suas organizações, passaram a pensar o por que dessa trajetória e como poderiam cortar esse ciclo.

O plano

Para estruturar um planejamento eficaz na construção de uma nova forma de liderança, foram traçados alguns pontos cruciais. Vou passar aqui os 3 pontos que apareceram em mais de uma fala (FIKDIK q deve ser importante meixxxmo)

O líder como mentor e mentorado

Ou seja, a mentoria vista como o estilo de relacionamento do líder para com sua equipe, assim como uma mentoria individualizada para o líder. É importante para o líder pensar em quais são os objetivos daquela liderança. E entender que, individualmente, sua equipe também requer essa mentoria. E entenda mentoria como troca, e FOCO, onde entra a tão famosa empatia. Provocar espaços e possibilitar trocas mais horizontais reflete em equipes mais unidas, motivadas e em mais entrega.

Nossos valores e crenças são muito influenciados pela nossas vivências

Olha a empatia aqui de novo! Pensa assim, cada pessoa tem sua história, suas dores, suas vitórias. Isso resulta num leque de valores e crenças específicos (alguns socialmente compartilhados, lógico). O bacana de espaços de trabalho diversos e horizontais e a possibilidade de olhar um mesmo problema por diversas perspectivas. E permitir-se olhar pelos olhos dos outros é muito enriquecedor. Permita-se!

Valorizar o autêntico

Muitas vezes dá aquela sensação de manada, né? O foco aqui é autoconhecimento. Sim, temos as mesmas skills técnicas, mas nós nos complementamos nas nossas capacidades únicas: podemos ser a musa da pesquisa, a rainha da leitura dinâmica, a deusa em entreter… As possibilidades são inúmeras porque nós somos muitas! Olha que beleza!

E o que nós podemos fazer com essas infos?

É a pergunta que não quer calar, né @?

Olha, falando aqui, de brasileira para brasileira, sabemos que tem algumas responsabilidades que, historicamente, tem ficado mais com a mulherada. O cuidado com a casa, filhos, os idosos da família, etc… Isso vem sendo super conversado – o que é muito bacana! Então, independente de qual seja a sua posição nessa conversa, vale fazer parte dela e, buscar, todxs juntxs, uma solução!

Quantas mães tem a sua empresa? Quais são os benefícios e auxílios dados pela empresa pra elas? Como são divididas as tarefas na sua casa? Tem muuuuito pano pra manga aqui, e, por isso, tenho certeza que serão trocas bem bacanas!

E outra coisa que não sai da minha cabeça: o que que é esse papo – em pleno século 21 – que homem não pode chorar, que tem que ser o provedor coisa e tal? Geeente, não cola, né? Esse é outro papo muito saudável de se ter!

São várias as discussões que podemos abrir aqui, e é exaaatamente isso que podemos fazer com essas infos: vamos conversar! Vamos entender melhor um ao outro, de onde viemos, para onde queremos ir e construir isso tudo junto! Vivemos divergências dos mais diversos tipos, sem dúvidas.

O que trago desse painel com muito carinho para esse post é: com conversas, cooperação e escuta ativa, é possível sim construir um futuro melhor.

Quer saber mais sobre os paineis que rolaram na CSW63? Clique e confira todos os conteúdos que a Lu compartilhou com a gente!

Luiza Kormann em frente a painel com os dizeres "CSW63 - Comission on the Status Of Women 8th March 2019"
Luiza Kormann