Pessoas assistindo palestra com lousa ao fundo com os dizeres "Startup Day"

14 Vantagens de Trabalhar em uma Startup

Se você está envolvido no mundo da tecnologia, busca por crescimento e desenvolvimento em curto prazo, trabalhar em uma startup é para você.

Startups são empresas jovens que buscam desenvolver e escalar rapidamente seu produto ou serviço com o uso da tecnologia.

Às vezes, um notebook, uma boa estratégia e um pequeno suporte financeiro já são suficientes para tirar uma startup do papel. Acrescente trabalho duro e um pouco de sorte, e os primeiros clientes e um escritório serão as próximas conquistas.

Se você quer se aventurar nesse mundo e conhecer algumas das vantagens de trabalhar em uma startup, este artigo é para você 🙂

Como é trabalhar em uma startup?

Startups oferecem rotinas de trabalho que não são comparáveis ​​ao mundo corporativo, e isso faz parte do seu charme. Entretanto, trabalhar em uma startup está longe de ser um conto de fadas.

Muitas delas não estão transbordando dinheiro, pois ainda estão dando os seus primeiros passos. Além disso, sua estrutura, às vezes é um pouco instável.

Abaixo, você encontrará as vantagens que provavelmente incentivarão você a decidir se deseja trabalhar em uma startup.

14 vantagens de trabalhar em uma startup

1. Tudo ainda resta a ser feito

Esta é a maior vantagem de todas. Uma coisa boa sobre startups é que tudo ainda precisa ser feito.

Seu produto é tão novo que qualquer ideia ou toque que você sugerir pode contribuir para um maior crescimento.

Você nunca imaginaria trabalhar com tanta liberdade e ter a sensação de estar criando algo do zero.

2. Ambiente divertido

Por ser um time pequeno, é possível você ser próximo de todos, o que facilita a comunicação e relacionamentos mais fortes.

Além disso, como o trabalho é puxado, sempre há algumas regalias para equilibrar: cervejas, videogames, pizzas, pebolim, churrascos e outras diversões para desestressar.

3. Sentimento de pertencimento

Imagine como é complicado se destacar em grandes multinacionais com tantos profissionais e hierarquias… É difícil.

Em empresas muito grandes, é quase impossível conhecer toda a equipe. Isso pode dar a sensação de ser apenas mais um número entre todos.

Já as startups possuem equipes pequenas e coesas. Todo mundo conhece todo mundo e você tem total acesso ao CEO – que é colocado em um pedestal inacessível em outras empresas.

4. Crescimento veloz e furioso

Esta é uma das principais razões para trabalhar em uma startup: esqueça as promoções a cada cinco anos e posições inacessíveis.

Startups, quando crescem com sucesso, oferecem oportunidades para crescer muito rapidamente.

Seu modelo de trabalho permite que as pessoas ganhem experiência em menos tempo. Por isso, faz com que elas se movam rapidamente dentro da organização.

5. Amadurecimento também no estilo veloz e furioso

Trabalhar com autonomia lhe dará um senso de responsabilidade que talvez você levaria anos para adquirir em uma empresa comum.

Numa rotina de tentativa-erro, o aprendizado é muito mais eficaz e não é baseado em uma política cheia de regras de grandes corporações.

Os desafios de trabalhar em uma startup o ajudarão a identificar os seus pontos fortes e fracos. Assim, você poderá ajustá-los, potencializando sua carreira.


6. Contato com o mercado

O fato de o grupo de trabalho de uma empresa iniciante ser tão pequeno, significa que eles devem estar em contato direto com o próprio cliente.

E, como você sabe, quanto mais pessoal for o relacionamento, mais você aprenderá sobre as necessidades do cliente e do mercado. Como resultado, a prioridade será otimizar os produtos e serviços. Dessa forma, será possível garantir a satisfação do cliente.

7. Eventos, festas e happy hours

O que não faltam são eventos voltados à startups.

Esses eventos favorecem consideravelmente o aumento do seu networking. Assim, será possível criar parcerias fortes que resultam em trabalhos incríveis feitos por várias mãos.

Festas também são comuns. Happy hours, nem se fala!

Falando assim, parece que tudo é diversão, mas não é. Até mesmo a diversão tem pitadas de trabalho por trás, sempre visando uma nova parceria ou cliente.

8. Casual sempre

Trabalhar em uma startup oferece vantagens como trabalhar de regata, bermuda e chinelo. Assim, dificilmente você precisará de uma roupa mais “requintada” – a não ser em eventos, encontros com clientes ou premiações.

Essa informalidade permite trabalhar com mais conforto e sem se preocupar tanto com grandes esquemas de moda para harmonizar a cor X com a peça Y.

9. Fazendo mais com menos

O budget quase sempre é apertado em uma startup. Por isso, o objetivo é sempre fazer mais com menos.

Não há frescuras ou extravagâncias. Tudo é simples – o que não deixa de ser arrojado em algumas horas.

Você começará a ter essa mentalidade na sua própria vida pessoal, encontrando formas de realizar seus sonhos sem depender de muito money.

10. Flexibilidade e liberdade

Como o time é pequeno, geralmente cada profissional tem autonomia para definir metas, horários de trabalho, fazer home office, dentre outras coisas.

A liberdade é uma palavra comum e muito usada por quem trabalha em startups. Mas veja bem: toda liberdade requer responsabilidade.

11. Facilidade em desenvolver o líder que há em você

A autonomia é a chave para trabalhar em uma startup. Assim, ser muito dependente dos outros não o levará a resultados. Pelo contrário, o trabalho ficará estagnado, pois entende-se que você é o dono da tarefa.

Isso ajuda a desenvolver um espírito de liderança, pois você terá de tomar decisões (às vezes um tanto difíceis), resolver problemas, ter uma mente mais analítica e vestir a camisa. Para isso, precisa se portar, quase sempre, como o dono do negócio.

12. Empatia e colaboração

No mundo das startups, as pessoas se ajudam e compartilham conhecimento umas com as outras – mesmo entre startups.

Existem diversos encontros criados justamente para ter essa troca de experiências. Além disso, existe a possibilidade de você fazer um simples telefonema e conversar com outros profissionais de outras empresas, a fim de entender melhor como solucionaram problemas aos quais você está enfrentando.

13. Seu diploma não importa

Em startups, a sua formação e diploma não tem tanto peso. A sua garra, persistência, sede de conhecimento e vontade de colocar a mão na massa é que são fundamentais para você trabalhar em uma startup.

Nas startups, é comum que os profissionais não tenham formação acadêmica ou trabalhem com funções diferentes de suas formações.

O que importa mesmo é a sua vontade de aprender e fazer acontecer.

14. Recompensa com ações

Quando você já está na empresa há algum tempo, ou se você entra na startup em uma função de liderança, os donos do negócio podem te tornar um parceiro.

É claro que isso depende da startup da qual você faz parte e de como ela evoluiu desde que você ingressou. No entanto, há uma chance realista de você ser recompensado com ações da empresa.

Obviamente, isso tem prós e contras. Mas você parou para pensar no que aconteceria se a startup em que você trabalha se transformasse no próximo Instagram ou WhatsApp?


Trabalhar em uma startup pode ser um boa entrada para o mercado de trabalho – ou pode ser um trampolim para quem quer crescimento a curto prazo.

No entanto, o profissional precisa ter um perfil mais despojado, resiliente e autônomo para viver os altos e baixos comuns de toda e qualquer startup.

De um modo geral, trabalhar em uma startup pode ser extremamente gratificante. Além disso, é uma experiência essencial em um mundo no qual o digital predomina.

Conheça os bastidores por quem já vive nesse universo! Veja aqui os mitos e as verdades sobre trabalhar em uma startup.

Tenha em mente que a startup, apesar do ambiente despojado e suas informalidades, não deixa de ser uma empresa. E como em toda empresa, existem problemas, dores e limitações.

Não há empresas perfeitas, mas há empresas que permitem que você construa o ideal – de ambiente, clima e produto. Nesse ponto, as startups saem na frente do mundo corporativo.


Aqui no bettha você encontra várias vagas para diversas startups. Faça o seu cadastro agora mesmo, é grátis 😉

Placa com os dizeres "Lady Boss" sobre mesa

Mulheres na Liderança: Insights da CSW63

Esse post faz parte da série sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, a Lu conta sobre o que rolou no painel sobre Mulheres na Liderança, e compartilha os melhores insights que saíram essa prosa! Cola com a gente e confira!

Oi gente bonitaaaa!

Dessa vez vim falar do tãão sonhado e falado tema Mulheres na Liderança!

Já comentei com vocês algumas vezes (no webinar, no insta, etccc) que o meu painel favorito na CSW foi esse. E não é à toa! Nele, estavam presentes lideranças femininas de vários meios: tech, governo, corporativo, acadêmico… Imagina só essa troca?! Vou passar aqui pelos principais pontos desse bate papo maravilhouser, começando por:

Planejamento e cooperação

Acho bacana começar por esse ponto pois foi central em todas as falas do painel. Pensa só: as nossas divas começaram de algum lugar, né? Foi muito rico ver como todas tem essa consciência bem evidenciada até hoje, em suas posições de liderança.

Todas querem deixar um legado em suas organizações para renovar a cultura organizacional e atualizar alguns costumes e padrões que muitas vezes deixam de fazer sentido. (Lembra que falei como é importante olhar nosso entorno?) Muito desse trabalho passa pelo próximo ponto:

O que é uma boa liderança?

Voltadas para uma mudança sustentável a longo prazo em suas organizações, as divas vem pensando na questão: o que é uma boa liderança?

Para isso, foram conduzidas diversas conversas de construção conjunta dentro de suas áreas. O curioso é que mesmo vindas de meios bastante diferentes, elas encontraram similaridades nos desafios como mulheres na liderança: os resquícios daquele modelo top-down, do chefe mandão, sabe?

Essa é uma questão que vem aparecendo bastante no mundo corporativo como um todo, e o mercado vem se atualizando bastante. O que foi ressaltado aqui foram, perceba, os resquícios. E, ainda, os resquícios que afetam a liderança feminina (que é o tema do painel, né?)

A trajetória até a liderança

Mesmo vindas de áreas diferentes, as histórias são similares: muita entrega, trabalho, dedicação e estudo. E ai vem o primeiro cargo de líder, a primeira equipe a liderar. Nesse momento, as participantes evidenciaram a dificuldade de se fazer ser lida como líder.

Elas pediam algo e não rolava, algumas piadinhas, atrasos, etc. E não entendiam muito bem por que. Foi muito envolvente esse momento do painel, por que todas se surpreenderam com a similaridade de suas vivências. Aquele alívio de saber que não foi só você, sabe?

Então elas passaram a entrar num “papel” de líder: se faziam mais duronas, mais bravas. Até que, anos depois, passaram a se sentir desconfortáveis por não se sentirem femininas! Verdade, de passar a ser ver muito masculinizada. Olha que loucura! E, nesse ponto, já mais seniors em suas organizações, passaram a pensar o por que dessa trajetória e como poderiam cortar esse ciclo.

O plano

Para estruturar um planejamento eficaz na construção de uma nova forma de liderança, foram traçados alguns pontos cruciais. Vou passar aqui os 3 pontos que apareceram em mais de uma fala (FIKDIK q deve ser importante meixxxmo)

O líder como mentor e mentorado

Ou seja, a mentoria vista como o estilo de relacionamento do líder para com sua equipe, assim como uma mentoria individualizada para o líder. É importante para o líder pensar em quais são os objetivos daquela liderança. E entender que, individualmente, sua equipe também requer essa mentoria. E entenda mentoria como troca, e FOCO, onde entra a tão famosa empatia. Provocar espaços e possibilitar trocas mais horizontais reflete em equipes mais unidas, motivadas e em mais entrega.

Nossos valores e crenças são muito influenciados pela nossas vivências

Olha a empatia aqui de novo! Pensa assim, cada pessoa tem sua história, suas dores, suas vitórias. Isso resulta num leque de valores e crenças específicos (alguns socialmente compartilhados, lógico). O bacana de espaços de trabalho diversos e horizontais e a possibilidade de olhar um mesmo problema por diversas perspectivas. E permitir-se olhar pelos olhos dos outros é muito enriquecedor. Permita-se!

Valorizar o autêntico

Muitas vezes dá aquela sensação de manada, né? O foco aqui é autoconhecimento. Sim, temos as mesmas skills técnicas, mas nós nos complementamos nas nossas capacidades únicas: podemos ser a musa da pesquisa, a rainha da leitura dinâmica, a deusa em entreter… As possibilidades são inúmeras porque nós somos muitas! Olha que beleza!

E o que nós podemos fazer com essas infos?

É a pergunta que não quer calar, né @?

Olha, falando aqui, de brasileira para brasileira, sabemos que tem algumas responsabilidades que, historicamente, tem ficado mais com a mulherada. O cuidado com a casa, filhos, os idosos da família, etc… Isso vem sendo super conversado – o que é muito bacana! Então, independente de qual seja a sua posição nessa conversa, vale fazer parte dela e, buscar, todxs juntxs, uma solução!

Quantas mães tem a sua empresa? Quais são os benefícios e auxílios dados pela empresa pra elas? Como são divididas as tarefas na sua casa? Tem muuuuito pano pra manga aqui, e, por isso, tenho certeza que serão trocas bem bacanas!

E outra coisa que não sai da minha cabeça: o que que é esse papo – em pleno século 21 – que homem não pode chorar, que tem que ser o provedor coisa e tal? Geeente, não cola, né? Esse é outro papo muito saudável de se ter!

São várias as discussões que podemos abrir aqui, e é exaaatamente isso que podemos fazer com essas infos: vamos conversar! Vamos entender melhor um ao outro, de onde viemos, para onde queremos ir e construir isso tudo junto! Vivemos divergências dos mais diversos tipos, sem dúvidas.

O que trago desse painel com muito carinho para esse post é: com conversas, cooperação e escuta ativa, é possível sim construir um futuro melhor.

Quer saber mais sobre os paineis que rolaram na CSW63? Clique e confira todos os conteúdos que a Lu compartilhou com a gente!

Luiza Kormann em frente a painel com os dizeres "CSW63 - Comission on the Status Of Women 8th March 2019"
Luiza Kormann

O que é ser nômade digital?

A internet tem oferecido possibilidades, até então distantes, de trabalho. O home office tem se fortalecido cada vez mais em território nacional, e há algum tempo, um outro termo se tornou popular, ainda que não tão compreendido assim: o nômade digital.

O nômade digital é um termo dado à profissionais que trabalham remotamente e se mudam frequentemente. São pessoas que trabalham fora do escritório tradicional em locais onde têm acesso a serviços de internet como cafés, aeroportos, dentre outros espaços. O seu local de trabalho é onde tem internet.

Nômades digitais são independentes da localização e resilientes, em movimento, enquanto ainda estão envolvidos em seu trabalho.

Embora todos os nômades digitais trabalhem online, seus trabalhos podem variar muito e serem classificados em três categorias:

1. Profissional remoto – o Home Office

Hoje, muitas empresas, principalmente estrangeiras, oferecem à seus funcionários o home office. Não importa se o funcionário está sentado em casa enquanto faz seu trabalho ou se está viajando. Esse tipo de trabalho remoto fornece principalmente uma renda estável e segura com a flexibilidade de escolher o próprio local de trabalho.

2. Freelancer

O freelancer nômade digital faz o trabalho online para um ou vários clientes. Esses tipos de trabalhos geralmente estão em campos como desenvolvimento web, criação, social media ou conteúdo. O freelancer pode trabalhar em qualquer lugar do mundo, desde que seus clientes estejam bem com o fato de que ele não estará fisicamente disponível em sua empresa.

3. Empreendedor

Alguns nômades digitais têm uma empresa iniciante e podem fazer todos os seus negócios online. Outros ganham dinheiro com a venda de serviços pela internet, mas são poucos os que conseguem ganhar a vida com o próprio estilo de vida nômade, por exemplo blogger de viagens ou fotógrafo.

Eeerrr… então o nômade digital faz home office?

Um profissional que trabalhe remotamente não é, necessariamente, um nômade digital. Há muitas pessoas que trabalham remotamente, mas vivem “em casa” e não viajam para nenhum lugar.

Então, o que é um nômade digital? – É um profissional que precisa ter tanto o aspecto remoto como o itinerante 😉

Nomadismo digital está nos trends, mas não é tão simples assim

Hoje, você pode encontrar muitos nômades digitais em hubs e coworkings na Tailândia, Indonésia e outros países. Algumas cidades européias estão se desenvolvendo fortemente para grandes lugares nômades digitais, como Berlim ou Lisboa.

Muitos desses nômades digitais são pessoas nascidas depois dos anos 80, e tem um perfil de valorização de experiências, mas não é apenas a liberdade que torna-se vantagem, a diminuição do estresse e a produtividade são pontos favoráveis quando se é um nômade digital – mas nem tudo são só flores, internet, viagens e café.

Existem desvantagens nesse estilo de vida e que precisam estar claros para quem pensa em se tornar um nômade digital, dentre eles: dificilmente você conseguirá ver a sua família e amigos, e se sentirá solitário de tempos em tempos. Além disso, a sua renda geralmente não é garantida.

Você precisa ter muita autodisciplina para realizar o seu trabalho. Ser capaz de lidar constantemente dizendo adeus a novos amigos, e precisa ser flexível e espontâneo o suficiente para lidar com as constantes mudanças.

Claro, você também precisa encontrar um emprego que possa fazer enquanto viaja pelo mundo. Isso parece mais fácil do que é porque muitas vezes há muita concorrência e o pagamento pode ser muito baixo.

Ciente disso, saiba o que você precisa aperfeiçoar e se planejar antes de iniciar uma vida independente de local e não se apresse.

7 dicas para se tornar um nômade digital

1. Mude o equilíbrio trabalho/vida para a integração de trabalho/vida

Esse estilo de vida o forçará a buscar uma integração entre a vida profissional e pessoal, ao invés de equilibrar uma coisa e outra, criando um ritmo de trabalho e diversão que atenda a todas as suas necessidades, não apenas aos prazos.

Se você está pensando em mergulhar em um estilo de vida nômade digital, considere essa a sua realidade.

2. Trabalhe duro

Se você pensa em virar um nômade digital, entenda: é trabalho, assim como em qualquer outra carreira.

Não espere gastar menos horas do que no seu “trabalho real” por um bom tempo. Talvez em alguns anos você consiga trabalhar na modalidade “semana de trabalho de quatro horas”. Enquanto isso, trabalhe duro e não pense que para o seu trabalho virar dinheiro será fácil ou que com apenas alguns cliques você ganhará um cheque bem recheado.

Existem casos de pessoas que estão produzindo conteúdo há quase uma década, mas faz menos de três anos que conseguem ganhar remuneração do seu trabalho.

3. Esteja preparado para alguns pesadelos logísticos

Encontrar wi-fi com um excelente sinal pode ser um problema. Organizar teleconferências levando em consideração fuso de horários não é uma alegria – diferenças de horário de 12 horas são piores.

A preocupação é constante desde transportar os equipamentos, a ter comida na mesa, ter um teto sobre a sua cabeça e todos os cenários de imagináveis de uma viagem ​​que a fazem uma grande história, mas que na hora, chegam a ser alguns conflitos.

4. Não há piloto automático na estrada

Se você se tornar um nômade digital, você constantemente pensará e tomará uma infinidade de decisões sobre como trabalhar, onde trabalhar, quando trabalhar, o que trabalhar, se está funcionando e como fazê-lo parecer um pouco mais legítimo para o potencial cliente do outro lado da linha. Definitivamente não há um piloto automático na estrada.

5. Aproveite ao máximo seu horário flexível

Você descobrirá que é possível viver e trabalhar em qualquer lugar. Você pode ser a única pessoa que pode comprar um ingresso na tarde de domingo, só porque é barato, e estar em outro continente, trabalhando, até a noite de terça-feira.

Você estará livre para trabalhar as horas que são mais produtivas para você na maior parte do tempo. Assim, seu desempenho no trabalho não será medido pelas horas em que você fizer o login. Em vez disso, a eficiência é incentivada: você precisa fazer o trabalho. Se isso leva cinquenta horas esta semana, leva cinquenta. Este é o grande privilégio.

6. Dê a si mesmo 3 meses para superar a curva de aprendizado

Como qualquer outra coisa na vida, leva-se algum tempo para aperfeiçoar sua rotina de viver e trabalhar como um nômade digital. Não espere deixar um estilo de vida e facilmente se adaptar em outro.

Seja gentil consigo mesmo. Saiba que soluços, crises são normais. Você não ficou ótimo com o que está fazendo agora logo nas primeiras duas semanas, levou tempo. E a vida de nômade digital também será assim.

Três meses. Esse é o tempo que leva para encontrar seus pés em viagens de tempo integral e vida de nômade digital. Ao final de três meses, você saberá o que está funcionando e se funcionará de fato para você. Não será tudo perfeito até lá, mas você chegará. Você aprenderá sobre você mesmo e o que você quer com esse estilo de vida.


Se você se interessou por esse estilo de vida e quer conhecer mais, a dupla que está por trás do Casal Sem Vergonha, criou o site Nômades Digitais. Ali, é possível acompanhar a trajetória da dupla, dicas para viver como um nômade digital e muito mais!

Painéis do Experience Day do BCE#3: Confira os conteúdos na íntegra!

O Experience Day, evento presencial que fechou o Bettha Career Experience 3, foi um dia de imersão em processos seletivos, carreira e mercado de trabalho. Nesse post reunimos os conteúdos na íntegra dos painéis do Experience Day!

Clique aqui e confira todos os conteúdos que rolaram nas 6 semanas do Bettha Career Experience!

O que rolou de conteúdo nos painéis do Experience Day?

Tivemos 4 painéis incríveis com os melhores especialistas. Em cada um desses momentos, os participantes do Experience Day puderam aprofundar seus conhecimentos sobre diversas questões relativas a carreira.

Tivemos painéis sobre Mindfulness – que vai além da simples meditação -, com Tiago Ghion; aprendemos sobre Storytelling, a melhor forma de contar uma história, com Cecília Pinaffi; pudemos tirar dúvidas no De Frente com Sofia, com Sofia Esteves – presidente do conselho da Cia de Talentos, maior referência em RH do Brasil; além de entender um pouco mais do processo de Transição de Carreira, com Vânia Goy.

Quer saber mais sobre esses temas? Então confira tudo o que rolou nesse eventão!

Mindfulness – com Tiago Ghion

O Experience Day começou muito bem. Logo no comecinho da manhã, o Tiago Ghion compartilhou com a gente tudo o que ele aprendeu durante sua certificação no SIYLI Search Inside Yourself Leadership Institute. Nessa certificação, os participantes contam com um treinamento que une inteligência emocional, neurociência e mindfulness.

Tiago Ghion

O que é mindfulness?

Mindfulness é muito mais que uma meditação. É uma técnica de atenção plena, onde o foco na respiração, dentre diversos benefícios, reduz o estresse e permite o aumento da produtividade. No caso de equipes de trabalho, possibilita o incremento da integração entre os colaboradores.

A empresa de tecnologia SAP está entre os casos de sucesso do uso do mindfulness no mundo corporativo. Após implementar um programa piloto de treinamento em mindfulness, os indicadores de bem-estar dos funcionários tiveram uma melhoria enorme – um aumento de 1% no índice de bem-estar é equivalente a 90 milhões de euros a mais na empresa!

Foco no agora: meditação no Experience Day

Durante a palestra, rolou uma imersão com os participantes do evento. Todo mundo fechou os olhos durante 10 minutos, focando apenas na própria respiração. Como o Tiago explicou, a meditação é um processo de atenção focada. Dessa forma, existe um ciclo mental: o foco na respiração, a distração, a percepção da distração e o retorno ao foco na respiração.

Dentro desse processo, ele explicou, a distração é normal. A questão não é ter foco em 100% do tempo – a grande brisa é ter a disciplina mental para retornar ao estado de atenção plena. E gente, disciplina não se tem, se desenvolve. Então confiem no processo de vocês! Processo é progresso <3

Storytelling – com Cecília Pinaffi

Para o painel sobre storytelling, contamos com a presença da incrível Cecília Pinaffi! Ela explicou pra galera como transformar um relato em uma boa história. Para isso, ela contou sua própria história, desde sua formação como psicóloga até sua experiência no Vale do Silício – vamos combinar que essa é uma bela história, né?

Cecília Pinaffi

O que é Storytelling?

O storytelling é a prática de se contar uma história a partir de uma pessoa ou situação. Sabe quando você precisa dar um pitch (aquela apresentaçãozinha básica)? Então. Essa ferramenta é ideal para prender a atenção do público – ou do recrutador.

Através do encadeamento linear dos fatos (com começo, meio e fim), a história fica muito mais atraente! Para isso, ela deve ser contada numa sequência que engaje e emocione. Além disso, a forma que você usa para contar a história deve estar adequada a quem – ou a empresa – que está te escutando.

Mas é aquilo: uma história só será realmente boa se tiver um bom conteúdo. Então, caso você não tenha uma história profissional para contar ao entrevistador, use vivências pessoais! Leve à entrevista fatos que possam alavancar sua carreira.

Se liga nas dicas de como ter uma boa narrativa – e arrasar no storytelling:

  1. Conheça seu público! Adeque sua linguagem a quem estiver te ouvindo.
  2. Início, meio e fim não basta: você tem que explicar o porquê determinada situação é, de fato, uma boa história. Usar a técnica STAR (situação, tarefa, ação, resultados) é uma excelente forma de adequar a sua narrativa!
  3. Use a voz ao seu favor. Tenha uma boa entonação, fale claramente, e projete sua voz (tipo, não fale pra dentro, sabe?). Se posicione! E use sua voz pra fazer isso <3
  4. Brilho nos olhos, bebê! Demonstre que você quer estar onde está. Isso conta muito durante uma entrevista!
  5. Reforce o que aprendeu em cada fase da vida! Compartilhe suas evoluções pessoais e profissionais com o seu parceiro de prosa!

Workshop de Journey Line

A Cecília fez um exercício com a galera. Durante o webinar sobre Viés Inconsciente, ela falou um pouco sobre a journey line – a linha da jornada de vida – e pediu pra cada um desenvolver a sua para levar no dia do Experience Day.

No dia do evento, rolou um workshop cremoso: a galera se reuniu em grupos de 3. Cada um contou sua história para os outros participantes do grupo, que deram feedbacks ao final da apresentação. Depois disso, todo mundo se reuniu para contar como foi a experiência. Vou dizer pra vocês, queridos leitores, a conversa pós-workshop foi linda :3

O pessoal compartilhou que entendeu a importância de confiar e compreender a própria história, pois só assim é possível cativar outra pessoa. A galera também percebeu que, pra construir uma boa história, precisam equilibrar fatos da vida pessoal e profissional – somos mais que a soma das partes, né, chuchu?

Sobre o processo de feedback, os participantes falaram sobre a importância das trocas de experiências desse exercício de comunicação. Também destacaram a diferença entre o falar e o ouvir, já que formular um feedback permite se colocar no lugar do outro – o que ajuda a reanalisar a própria narrativa. O saldo dessa dinâmica, então, foi exercitar a empatia.

Além disso tudo, a galera sentiu que dar o feedback é uma forma de autoconhecimento. No final das contas, observar o outro é uma forma de se observar – e essa é uma oportunidade incrível de evoluir.

De frente com Sofia – com Sofia Esteves

Você conhece a Sofia Esteves? Ela é Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos e comentarista de carreira GloboNews! Ela esteve presente no Experience Day para tirar as dúvidas dos participantes do evento sobre mercado de trabalho, processo seletivo e carreira! Foi um momento de bastante descontração, onde a Sofia compartilhou sua trajetória profissional, desde seu primeiro emprego como recepcionista de um consultório médico até a criação da Cia de Talentos – maior referência de RH do Brasil.

Sofia Esteves

A Sofia compartilhou com o pessoal sua origem. Filha de imigrantes europeus, cresceu em Itaquera, na zona Leste de São Paulo. Aos 17 anos, começou a trabalhar como recepcionista em um consultório médico. Depois disso, encontrou uma oportunidade de emprego no jornal, numa consultoria de RH. Com formação em psicologia, não tinha muita ideia do que se tratava essa oportunidade. Apesar disso, resolveu “dar a cara a tapa”.

Depois de ser completamente desrespeitada pelo diretor dessa empresa, ela teve a sua chance. Começou a trabalhar como assistente em um banheiro desativado que ela mesma reformou. Transformou o lugar no seu escritório, e, com o passar do tempo, abraçou a oportunidade que estava tendo de mostrar toda a sua capacidade e o seu talento.

Após essa fase, ela buscou uma nova oportunidade numa empresa de realocação de executivos. Depois de um dilema ético colocado a ela pelos seus gestores, decidiu tentar a sorte como profissional autônoma. Ela nunca tinha planejado ser empreendedora. Após a ligação de um antigo cliente com uma proposta de projeto, ela recebeu o conselho que mudaria a sua vida: “Abra o seu negócio que você vai ter sucesso, menina”. E foi o que ela fez.

As perguntas da galera

O pessoal realmente aproveitou a oportunidade de estar diante da Sofia. Se liga em algumas das perguntas:

Como resolver esse problema de rotatividade das pessoas que “pingaram” de empresa em empresa durante a carreira?

A Sofia respondeu que, provavelmente, a pessoa não aprendeu o que realmente quer na vida. Assim, tentou diversas oportunidades profissionais na lógica do “acerto e erro”. Pra lidar com essa questão, ela recomendou questionar: “O que estou deixando de lado?”. Isso significa entender quais são as motivações que guiam os processos decisórios. Somente através da compreensão plena dessas questões que a pessoa vai encontrar um lugar em que realmente queira estar.

Como responder ao entrevistador o motivo por ter sido demitido em uma empresa?

Em primeiro lugar, é importante ser sincero e contar a verdade! Para isso, é importante ter plena consciência dos motivos que levaram a demissão. A partir das dificuldades que ocasionaram a demissão, é importe apresentar ao recrutador o aprendizado derivado dessa experiência, mostrando a ele que não existem chances daquele problema se repetir.

Qual sua visão sobre o imediatismo da nova geração?

A Sofia respondeu que essa nova geração possui um padrão: uma forte diferença entre discurso e ação. Ou seja, ao mesmo tempo que possui consciência maior sobre as questões do mundo, os jovens de hoje se deixar imobilizar pelas dificuldades. Passa lidar com essa questão, ela aconselhou a galera a refletir sobre os próprios valores e ações – afinal de contas, nossas escolhas são solitárias. Somos os únicos responsáveis por elas, e seremos os únicos a arcar com suas consequências.

Bônus: Conselho da Sofia

Esse foi um dos pontos altos do painel da Sofia – o seu conselho final.

Acreditem no talento de vocês. Acreditem em vocês mesmos. Lutem com garra. Façam o trabalho de entrar em vocês mesmos. Façam perguntas aos amigos de vocês: ‘se vocês tivessem um problema, que problema me chamariam para resolver? Que problema vocês não me chamariam para resolver?’ Não deixem os nãos perturbarem vocês. O que vocês fazem com os nãos é que faz diferença na vida.

Sofia Esteves

Transição de Carreira – com Vânia Goy

No último painel do Experience Day do Bettha Career Experience, tivemos a presença de Vânia Goy, jornalista e expert em beleza, que falou sobre um tema bastante delicado: a Transição de Carreira. Ela contou sobre seu próprio processo de transição.

Vânia Goy

Durante muito tempo, ela trabalhou como repórter em revistas de beleza e moda. Entretanto, chegou um momento em que ela sentiu que precisava fazer algo diferente. Por isso, em 2014, ela criou seu próprio site de beleza: o Belezinha.

Essa foi uma decisão complicada. Após criar o Belezinha, as funções dela aumentaram: além de produzir o conteúdo para o site, passou a gerenciar todos os processos envolvidos nesse negócio. Para isso, precisou aprender a lidar com diversas tarefas que antes sequer precisava pensar – como gestão financeira, por exemplo. Além disso, precisou ter paciência para conseguir o sucesso no projeto – destacando o papel do tempo nesse processo.

Ela deu algumas dicas para lidar com esse processo de transição de carreira:

Olhar ao redor, mesmo quando tudo parece bem

Mesmo quando estamos nos sentindo OK, é importante questionar tudo que está ao nosso redor. Será que, de fato, estamos felizes? As certezas costumam nos impedir de crescer, já que a dúvida é o princípio do saber.

Mirar só no futuro não adianta

Quando temos um projeto, queremos que ele dê certo. Apesar disso, focar apenas nos resultados que esperamos dele não fará com que estes ocorram. Para isso, precisamos dar pequenos passos, vivenciando um dia por vez. Essa é a melhor forma de construir nosso caminho – e evitar a ansiedade.

Ninguém tira o que a gente aprende da gente

Não adianta. Tudo aquilo que vivenciamos, sentimos e pensamos foi interiorizado e armazenado na nossa cabeça. Por isso, todos os aprendizados que tivemos ao longo da nossa vida (pessoal ou profissional) vão continuar com a gente. E nada – nem ninguém – tem a capacidade de impedir que utilizemos esses conhecimentos nas diferentes etapas das nossas vidas.

Quando dá certo, dá medo

Quando tudo está correndo perfeitamente bem, acabamos por nos sentir inseguros quanto aos fatos – será que é questão de tempo até tudo desmoronar? Precisamos entender que nem tudo na vida são flores – da mesma forma que nem tudo são espinhos. Parte fundamental da vida é a oscilação entre momentos bons e momentos ruins, mas não podemos deixar o pessimismo e a insegurança guiar nossas ações. O medo é um péssimo conselheiro.

Escutar sem querer se defender

Quando recebemos um feedback, estamos recebendo uma chance incrível de melhorarmos. Escutar críticas pode não ser a coisa mais agradável do mundo, mas é importante que não tentemos nos defender ou justificar nossos pontos fracos. Por isso, escutar atentamente e interiorizar uma crítica construtiva pode ser o pontapé inicial para uma transformação profunda dentro da gente.

Conhecer as nossas emoções

A Vânia disse aos participantes do evento que é normal se sentir ansioso – ela mesma ficou nervosa antes de dar a palestra. A grande questão é entender o porquê desse sentimento – a partir dessa compreensão, é possível trabalhá-lo. A disciplina mental e a priorização são boas formas de combater a ansiedade: uma coisa por vez, e tudo se resolve.


Todos os conteúdos do Experience Day foram extremamente agregadores e transformadores. No início do dia, a galera teve a chance de se acalmar antes da maratona de carreira que iriam percorrer. Depois, puderam se preparar ainda mais para contar suas histórias para os recrutadores nas entrevistas. Puderam entender que nem toda história de sucesso é planejada, e que às vezes, aproveitar as janelas de oportunidade da vida é a melhor maneira de buscar o sucesso.

Em breve teremos mais informações sobre o próximo Bettha Career Experience. Não perca! Fique ligado no Bettha e aproveite essa oportunidade de transformar sua vida!

Experience Day do BCE#3: Confira o que rolou!

O Experience Day do Bettha Career Experience foi LINDO! Pra quem não sabe, o BCE é uma experiência de carreira pra preparar a galera para os desafios do mercado de trabalho! É uma jornada online de 6 semanas com um evento presencial em São Paulo – o Experience Day – ao final do processo.  Esse ano, o Experience Day aconteceu no Ibmec, na Alameda Santos.

Os participantes do aproveitaram muito conteúdos incríveis! Tivemos as melhores palestras, sessões de speed coaching, entrevistas (com feedback!) com empresas incríveis – além do icônico Bettha Bar! Fica ligeiro e confira tudo o que rolou :B

Entrevistas

Não poderiam faltar entrevistas numa jornada de experiência de carreira, né, chuchu? Os participantes convocados do BCE#3 tiveram a oportunidade de participar de entrevistas com as empresas Pepsico, Kimberly Clark, Bettha, Influenciaê, 99Fórmulas, Sunstar, Braskem, Mattos Filho, Crescimentum, Suzano e Fadel!

Além poderem conversar com representantes dessas empresas mara, a galera teve uma oportunidade de aprender mais sobre si mesmos – já que todo mundo que fez entrevista recebeu feedback!

Além disso, o pessoal pode finalizar o Bettha Career Experience com um emprego novinho em folha!

Speed Coaching

O Speed Coaching é marca registrada do Experience Day do Bettha Career Experience! O evento contou com os melhores coaches de carreira do Brasil – e os participantes tiveram a oportunidade de conversar com eles sobre carreira, mercado de trabalho, entrevistas e muuuito mais!

Com isso, toda a galera pode compartilhar com especialistas em carreira todas as suas angústias, recebendo os melhores conselhos para a vida profissional.

Palestras

Rolaram palestras incríveeeeis com os melhores especialistas! Tivemos um painel sobre Mindfulness, Storytelling e Transição de Carreira! Além disso tudo, tivemos o De Frente com Sofia, um painel maravilhoso com Sofia Esteves, que tirou dúvidas sobre processo seletivo, carreira e autoconhecimento!

Mindfulness

Na palestra sobre Mindfulness, logo no início da manhã, Tiago Ghion preparou os participantes para a maratona que ocorreria durante todo o dia. Assim, realizou uma meditação coletiva de 10 minutos com o pessoal, para acalmá-los e trazê-los ao presente – combatendo a ansiedade da galera.

Tiago Ghion durante a meditação coletiva

Storytelling

No painel sobre Storytelling, Cecília Pinaffi explicou aos participantes sobre a melhor forma de contar uma história. Assim, preparou o pessoal pras entrevistas que aconteceriam no período da tarde. Durante o painel, rolou um workshop sobre journey line, onde todos puderam contar suas histórias. Além disso, todos puderam dar feedbacks sobre a maneira que os colegas contavam a própria narrativa.

Cecília Pinaffi conversando com participantes após o workshop

Transição de Carreira

Na palestra de Transição de Carreira, Vânia Goy compartilhou com os participantes do Experience Day seu próprio processo de transição. Ela contou sobre como foi a criação de seu site Belezinha – e todas as responsabilidades que vieram com ele. Além disso, deu dicas de como enfrentar essa mudança na vida – e como lidar com os próprios sentimentos no processo.

Vânia Goy

De frente com Sofia

Um dos momentos mais esperados do Experience Day foi o painel De frente com Sofia. Nele, Sofia Esteves tirou dúvidas dos participantes sobre processo seletivo, carreira, mercado de trabalho e muito mais. A Sofia, que nem sabia que um dia se tornaria empreendedora, compartilhou um pouco da sua trajetória profissional. Além disso, deu dicas de vida muito valiosas para a galera.

Sofia Esteves

Ficou curioso pra saber tudo o que rolou nos painéis do Experience Day? Então clica aqui e confira na íntegra todo o conteúdo das palestras!

Bettha Bar

Soroko’s Bar

Ah, o Bettha Bar. Também marca registrada do Experience Day, aconteceu no Soroko’s Bar, na Rua Augusta. Todo mundo interagiu e se integrou, trocou experiências, faz aquele networking básico e aproveitou o open de breja Praya tranquilamente! Esse foi o momento pra galera descontrair, relaxar e aproveitar a finalização de um dia de muitos aprendizados e experiências.

A galera aproveitando a breja tinindo trincando

Time Bettha <3

Em breve teremos mais informações sobre o próximo Bettha Career Experience. Não perca! Fique ligado no Bettha e aproveite essa oportunidade de transformar sua vida!

O que fazer para ser um profissional de mídias sociais?

As mídias sociais conectam pessoas de ponta a ponta, independentemente de continente. Ajudam a encontrar o par para juntar as escovas de dente. Deram voz a multidões e tiveram um papel crucial em eleições políticas.

E elas também transformaram a paixão por comunidades e conteúdo em profissão.

Ser um profissional de mídias sociais é o sonho de muitos jovens que gostam de internet, produzir conteúdo para essas plataformas e estão por dentro da cultura pop e geek.

Mas muitos não sabem como iniciar na profissão, já que não há uma graduação específica na área, apesar de existirem muitas pós-graduações com foco em produção de conteúdo e estratégias para mídias sociais.

Confira esse passo a passo para você ser o melhor profissional de mídias sociais <3

Formação

Não há uma graduação específica, como mencionamos. Mas algumas graduações facilitam a entrada na profissão: publicidade e propaganda e jornalismo são duas faculdades que podem favorecer a sua entrada na área.

Mas vale dizer que somente essas formações acadêmicas não são suficientes para trabalhar com mídias sociais.

O curso de publicidade e propaganda dá um bom embasamento – mas não basta. Você terá de estudar muita coisa por conta própria e fazer cursos complementares.

Justamente por esses cursos não serem exclusivos para trabalhar com mídias sociais, o mercado aceita outras formações.

Por exemplo:

“Sou formada em TI, mas antes de cursar a faculdade, eu já estudava mídias sociais e comunicação por livros e cursos. Fiz trabalhos em blogs e freelas de social media para criar um portfólio. Isso me abriu portas e minha formação deixou de ser um empecilho para as empresas, que começaram a confiar no meu trabalho.”

Larissa Florindo hoje é copywriter e trabalha em uma startup, mas já passou pelo mercado publicitário como social media, chegando a ser coordenadora da área.

O pulo do gato é estudar por conta própria. Isso ajuda a se tornar um profissional de mídias sociais, mesmo sem ser formação na área de comunicação.

Por onde começar?

Cursos

Cursos de produção de conteúdo, branding, marketing digital e mídia devem ser os primeiros para que você possa evoluir com propriedade.

Fizemos uma seleção de +300 cursos gratuitos na internet com várias instituições reconhecidas no mercado e que oferecem cursos de mídias sociais. É aquele link para salvar do lado esquerdo do peito 🙂

Portais do mercado

Sites como Meio & Mensagem, YOUPIX, B9 e Proxxima são excelentes fontes de notícias do mundo da publicidade, comunicação e mídias sociais.

Livros

Livros são verdadeiras aulas, pois oferecem cases, estudos e outras informações que ajudam a moldar o profissional de mídias sociais.

Nossas sugestões para você iniciar na leitura:

Eventos

Eventos são poderosos meios de aprendizados, te conectam a outros profissionais da área e aumentam o seu networking. Alguns grandes eventos da área:

Acompanhe profissionais da área

Acompanhar profissionais que já estão no mercado há mais tempo, ajuda a se aprimorar e trocar ideias valiosas para que você seja um profissional cada vez melhor. Alguns profissionais que valem seguir:

Skills

Trabalhar em mídias sociais exige uma mistura de criatividade, análise e conhecimento das tendências da mídia.

Na verdade, combinar essas três coisas de forma eficaz é a chave para uma carreira de sucesso nas mídias sociais.

Você tem que ser criativo e atencioso e ser capaz de se adaptar rapidamente, porque é uma indústria que muda rapidamente.

Seja um especialista em mídias sociais

Ser bem sucedido como profissional de mídia social começa com o conhecimento de seus canais. Isso significa que você deve ser um hard user para entender o uso mais eficaz de cada canal e definir metas específicas para cada um.

Por exemplo, se o Facebook é o maior driver de tráfego de site, saber o que impulsiona o engajamento nesse canal (e como capitalizar isso) deve ser sua principal prioridade.

dica bettha: saber o que não funciona é tão importante quanto saber o que funciona. Por isso, mantenha-se atento aos resultados que você obtém e ao comportamento dos usuários! Caso perceba que determinada ação não está obtendo os resultados esperados, mude de estratégia!

Saiba o que as empresas estão fazendo

Monitore o que as marcas estão fazendo em suas mídias sociais. Como é a comunicação e a identidade? Que tipo de conteúdo elas produzem?

Não foque apenas em marcas de um único segmento. Procure por supermercados, lojas de roupa, shoppings, negócios corporativos, empresas de tecnologia, artistas etc.

Dessa forma, você entenderá as variadas comunicações, poderá se inspirar e ter novas ideias.

Seja analítico

Não adianta gostar apenas de produzir conteúdos legais, você precisa ser analítico e gostar de números.

Você terá de monitorar o desempenho das mídias sociais e campanhas, e terá de entender métricas e indicadores para saber identificar se a estratégia está indo bem ou não.

Aprenda os conceitos básicos de design gráfico

Embora as habilidades de design gráfico não sejam “obrigatórias” para uma posição nas mídias sociais, tê-las definitivamente ajudará você a realizar seu trabalho com mais eficiência.

Afinal, você irá criar as peças em conjunto com o designer, e para isso você precisa saber colocar a ideia no papel. Ter os conceitos te ajuda a criar peças mais atraentes e que passem a mensagem que você quer transmitir.

Acompanhe os #trends

As mídias sociais e o comportamento humano mudam frequentemente. O que está na boca do povo hoje, não estará amanhã.

Ficar por dentro das novidades e recursos de cada mídia social, dos memes e tendências desse universo te ajuda a criar conteúdos nos mais diferentes formatos e a ter resultados positivos.

Seja comunicativo

Por mais que a comunicação realizada por esse profissional seja no ambiente da internet, é fundamental que ele saiba se expressar bem, tanto verbalmente quanto na escrita.

Esse profissional está em constante contato com o público, clientes e trabalha intimamente com outros colegas de trabalho para que o conteúdo seja feito por várias mãos. Uma comunicação limitante dará em um trabalho limitante.

Embora não exista uma fórmula mágica para ser um profissional de mídia social, seguindo essas etapas, você maximiza o engajamento e aumenta o reconhecimento da sua marca.

Absorva culturas

O profissional de mídias sociais deve conhecer todo tipo de cultura e absorvê-las. Esse conhecimento cultural ajuda a entender melhor o público e a como engajá-lo. Assim, é possível produzir conteúdos que estejam de acordo com a empresa e seus clientes.

Escute todo o tipo de música, inclusive as que você não gosta. Conheça quais filmes e séries estão fazendo sucesso e porque.

Todo o conhecimento cultural importa e auxilia a você produzir conteúdos ricos.

Não tenha preconceitos

Hoje em dia as empresas estão se posicionando a causas sociais e você deve entender bem cada uma delas.

Feminismo, LGBTQ e movimentos negros, são alguns exemplos que você deve estar por dentro. E o preconceito não entra.

The future is digital

O profissional de mídias sociais pode começar como estagiário e ir avançando na carreira como analista jr, pleno e sênior. Após isso, surgem as carreiras de liderança como supervisor, coordenador e gerente de mídias sociais.

Por ser uma área um tanto diversa, esse profissional acaba abrangendo o digital como um todo. Os cargos vão se tornando mais estratégicos e focados na criação de campanhas, e não em posts para o Facebook, por exemplo.


Se você realmente nasceu para ser um profissional de mídias sociais, invista em um bom currículo e crie um portfólio – requisito para participar de processos seletivos.

Mesmo que você ainda não tenha tanta experiência na área, selecione empresas que goste e crie a comunicação de cada uma. É uma forma de mostrar o seu trabalho, mesmo que você ainda não tenha atuado na área.

Temos várias vagas em mídias sociais! Vem se candidatar 🙂

Processo Seletivo de Trainee: Descubra como funciona (e como passar!)

É importantíssimo saber como funciona o processo seletivo de trainee! Nesse post, você vai descobrir mais sobre o que é um trainee, como funciona, passo-a-passo para passar no processo, além de dicas de livros para te auxiliar nessa empreitada!

Se o estágio abre portas para o jovem inexperiente entrar no mercado de trabalho, o trainee é o caminho para se consolidar como profissional. O trainee passa por várias experiências ao longo do programa, como rotatividade em diversas áreas da empresa, treinamentos, além de ter contato direto com lideranças. O trainee passa muitos desafios e é um participante ativo de grandes projetos.

Encontrar trainee que atenda as expectativas pode ser um desafio. Mesmo com a tantas oportunidades em empresas com culturas tão distintas, é possível dar match com a que mais faça sentido para você!

Fique ligado nas próximas linhas! Você aprenderá tudo sobre o programa de trainee e como participar de um processo seletivo – e garantir a vaga.

Vem com a gente 🙂

O que é o programa de trainee?

O programa de trainee é voltado para recém-formados ou para quem está prestes a se formar e dura dois anos de treinamento. Sim, treinamento!

O jovem, ao entrar em um programa de trainee, passará por um processo de aceleramento de carreira dentro da empresa, visando desenvolvimento profissional que abrange técnica e comportamento.

Por isso, diferentemente do estágio, o foco o trainee é o desenvolvimento para cargos estratégicos ou de liderança. Para isso, o trainee trabalha ao lado de gestores e líderes experientes.

É uma excelente forma de entrada para o mercado de trabalho – além de contar com uma boa remuneração.

“Eu gosto do impossível porque lá a concorrência é menor – não, pera…”

A frase acima não se aplica quando se trata de processo seletivo de trainee. Não porque o processo parece impossível, mas porque definitivamente a concorrência por lá não é menor.

Em 2016, a Exame mostrou 10 programas de trainee que tinham mais de 400 candidatos por vaga.

Uma vaga para o processo seletivo de trainee da Ambev, a queridinha dos candidatos, tinha mais de 3 mil pessoas concorrendo!

Portanto, prepare-se porque a jornada não é tão simples, mas vale todo o esforço.

Como funciona o programa de trainee da Ambev

A Ambev é uma das empresas que se destacam quando o assunto é trainee. O programa envolve treinamento, mentoria, oportunidades e liderança. Além de benefícios bem vantajosos.

O programa é propício para quem gosta de desafios, autonomia e segue uma linha mais informal. Envolve todas as áreas de conhecimento e tem duração de quatro meses para formar os futuros líderes.

É um período de imersão nas diferentes áreas da cervejaria, conhecendo várias frentes do negócio, além das operações e cervejarias no Brasil.

A Ambev trabalha com três tipos de programas de trainee:

  • trainee business: foco em vendas e marketing,
  • trainee supply: foco em logística,
  • trainee tech: foco na tecnologia por trás de todos os processos da empresa.

O programa consiste em: treinamento, mentoria, oportunidades e liderança:

Treinamento

A jornada de treinamento quatro meses e envolve:

integração: onboarding da cultura a estratégia da empresa com o CEO e líderes de diferentes áreas.

treinamento tech: muito aprendizado em inovação para entender tendências no mercado, tecnologias disruptivas e a como otimizar o negócio.

integração South America Zone: aqui junta todos os trainees do Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

rotação em vendas e supply: treinamento mão na massa vivenciando a rotina do campo ao copo.

treinamento corporativo: foco nas estratégias e as diferentes áreas funcionais da empresa: Finanças, Vendas, Marketing, Logística, Supply Chain, Procurement, Gente, Solutions, Jurídico e Relações Corporativas.

on the job: no último mês o trainee terá uma visão mais específica da área de interesse.

Mentoria

A partir do segundo ano de programa, os trainees são mentorados pelos sócios da companhia.

Oportunidades

A Ambev apoia um crescimento rápido de carreira e oferece oportunidades no ritmo do próprio candidato e nos resultados que ele entrega.

Liderança

A empresa tem um estilo de trabalho conhecido como “seja você o próprio dono”, então desde o primeiro dia, o trainee poderá ser líder de um projeto ou de um time.

Qual o perfil do candidato?

Basicamente, o candidato a trainee precisa ter garra, curiosidade, ter ambição e paixão e ter um sonho grande para fazer acontecer.

Os pré-requisitos são: inglês avançado, disponibilidade para morar em outros Estados e ser formado a menos de dois anos ou estar se formando no ano do processo seletivo de trainee.

Etapas do processo seletivo de trainee da Ambev

São cinco etapas até a admissão:

Período de inscrição: dura quase um mês.

Testes online: são três testes diferentes de fit cultural, inglês e raciocínio lógico.

Business case e entrevista online: o primeiro contato onde o candidato contará a sua trajetória.

Trainee challenge: nessa etapa o candidato solucionará desafios em grupos.

Painel final: aqui o candidato conversará com os líderes seniores.

Admissão: a etapa onde a felicidade começa.

O processo seletivo de trainee 2019 da Ambev já está com as inscrições encerradas, mas não se preocupe! Você tem oportunidades incríveis aqui também.

Passo a passo para encontrar trainee

Prepare o currículo

Um bom currículo é essencial para você conseguir um convite para um processo seletivo de trainee. Portanto, capriche!

Lembre-se que essa é a primeira impressão que a empresa terá de você. Por isso, nada de preencher com firulas – seja objetivo e não ultrapasse duas páginas.

Faça bonito! Confira os 10 mandamentos para um bom currículo e arrase!

Faça bonito no LinkedIn

Se você duvida do poder do LinkedIn, saiba que você está perdendo oportunidades para criar um excelente networking e se relacionar com possíveis contratantes.

A rede social tem se destacado cada vez mais. Por isso, hoje em dia, ela é tão importante quanto a apresentação do currículo.

Mantenha o seu perfil atualizado e em movimento para que alcance mais pessoas e você possa ser visto por empresas.

Se você não conhece toda capacidade que o LinkedIn tem para você, veja como criar um perfil de sucesso.

Tenha uma carta de apresentação

Pode parecer tradicional demais, mas a carta de apresentação ainda é usada. E continuará a ser – já que em um primeiro contato você precisa falar um pouco sobre si para que a empresa te conheça.

A linguagem da carta de apresentação vai de acordo com o tipo de empresa que você pretende trabalhar.

Se a empresa é mais “tradicional”, prefira uma carta de apresentação mais formal.

Na internet há muitos modelos para você se inspirar. Escolha mais de um modelo (sim, é sempre bom ter no mínimo dois modelos de carta de apresentação – uma para empresas mais “tradicionais” e outra para empresas, digamos que mais “fora da caixinha”).

#betthaTip: não assassine o português, ok? Revise a carta mais de uma vez, e, se precisar, peça ajuda de outros universitários.

O que a empresa espera de você, futuro trainee

Encontrar vagas de trainee é fácil. Agora, conquistar a vaga, é outra história.

Apesar do número de vagas para trainee aumentar cada vez mais, esses programas geralmente são bastante criteriosos.

Só o seu charme e swing não serão suficientes para encontrar o trainee dos sonhos. Mas fique em #paz que a gente te conta o que a empresa espera de você:

1 – Inglês que vá além do “the book is on the table”

O inglês hoje é mandatório na maioria das empresas e não seria diferente em um programa de trainee.

O básico no idioma não é suficiente – a empresa espera que você chegue lá com fluência ou ao menos esteja num patamar avançado (o famoso “sei ler, conversar e escrever bem”).

2 – Disponibilidade para mudanças

Em alguns casos, o trainee terá de trabalhar fora de sua cidade natal ou até em outro país. Portanto, você precisa estar disposto a ficar dois anos distante de casa e ser meio “ET, phone, home“.

3 – Experiência internacional

Se você já rodou alguns países através do intercâmbio, essa pode ser a cereja que falta nesse bolo!

Nem todas as empresas exigem experiência internacional, mas é um baita diferencial.

4 – “Conhecereis a árvore pelo seu fruto…”

Você pode ter um currículo invejável, mas nada adianta se o seu perfil ou comportamento não se encaixam com a empresa.

Seja proativo, criativo, comprometido e tenha foco nos resultados. Além disso, ter autonomia e se sentir “dono” do negócio são comportamentos desejados por todas as empresas.

Como se destacar no processo seletivo de trainee

Se o processo é exigente, entregue excelência:

1 – Stalkeie a empresa assim como você stalkeia o crush

Conheça muito bem a empresa que você irá ser entrevistado: visite site, redes sociais, conheça o seu setor e indústria, a sua cultura, seus concorrentes, seus desafios e busque por notícias.

Às vezes, alguma notícia relevante pode te ajudar a ter mais assunto e mostrar que você fez a lição de casa direitinho.

2 – Conheça todas as etapas

Geralmente a empresa define todas as etapas para iniciar e encerrar o processo seletivo de trainee. Entenda-as e se prepare para cada uma.

Essas etapas vão desde conversas com os executivos a dinâmicas em grupo.

3 – Pergunte a outro trainee

Procure por ex-trainees para tirar dúvidas e receber dicas valiosas que podem te colocar à frente dos seus concorrentes.

Se você não conhece nenhum ex-trainee, vá ao bom e velho LinkedIn e mande uma publicação mais ou menos assim: “Alô gente linda! Preciso conversar com um ex-trainee. Alguém aí ou alguma indicação?”

Você pode ter certeza que terá retorno. Pode parecer que não, mas as pessoas gostam de ajudar umas as outras.

4 – Se conheça bem!

Você terá de responder perguntas mais pessoais e que envolvem uma boa dose de autoconhecimento.

Você realmente sabe onde quer chegar? Conhece os seus pontos fortes e fracos?

Saber responder com confiança e verdade essas e mais perguntas te deixam mais perto de conquistar a tão sonhada vaga.

Dicas preciosas por quem já passou por um processo seletivo de trainee

Lívia Kuga passou no processo seletivo de trainee da Arpex Capital – fundo de investimentos brasileiro – e dá dicas incríveis para passar em um processo com louvor! Confira:

Autoconhecimento: saber o que gosta, o que não gosta, o que não faz, é fundamental para entender qual caminho seguir.

Estudar muito sobre a empresa: você sai na frente por conhecer todo o histórico da empresa, além de entender se realmente você tem fit com ela.

Não participe de muitos processos seletivos de trainee: são muitas dinâmicas e provas, é uma jornada cansativa. Portanto, economize suas energias para os processos que realmente valem a pena.

Seja você mesmo: em diversos momentos durante um processo seletivo de trainee, você será testado, portanto, seja autêntico. Não finja ser quem não é para conquistar uma vaga, pois isso é ruim para você e para a empresa.

Recorra aos livros

Adoramos livros e acreditamos que uma boa leitura é capaz de mudar o seu mindset. Por isso, selecionamos três títulos que vão te preparar para encontrar o trainee ideal:

O poder do hábito – Charles Duhigg

Neste best seller com explicações científicas e exemplos atuais, o livro consegue prender a atenção do início ao fim.

A obra divide-se em hábitos dos indivíduos, hábitos das empresas e hábitos de sociedades.

Se você quer mudar um hábito e não sabe como e não entende a razão, eis que chegou a hora da virada!

Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie

Dale Carnegie apresenta um novo modo de vida para quem quer evoluir o seu modo de lidar e se relacionar com pessoas.  

Este clássico foi lançado em 1937, mas ainda é uma referência atual sobre networking.

Empresas feitas para vencer – Jim Collins

Já parou para pensar qual é a diferença entre duas empresas que estão no mesmo mercado, possuem as mesmas condições, mas uma segue o caminho de sucesso e outra trilha o fracasso?

Essa e mais perguntas são respondidas nesse livro. Além de alguns termos e conceitos que vão te ajudar a ter mais conhecimento no mundo empresarial como: líderes tipo 5, conceito do porco-espinho e a importância de ter as pessoas certas e nos lugares certos.


Ser trainee é uma etapa muito importante e transformadora – da vida e da carreira. Por isso, estude, reflita no que é melhor para você e busque por empresas que tenham o mesmo estilo que o seu 🙂

E se você está em busca de um processo seletivo de trainee para chamar de seu, inscreva-se na bettha!

Nós ajudamos você a dar match naquele trainee dos sonhos – além de te ajudar a exercitar o autoconhecimento com jornadas de conhecimento e mapeamento de perfil. Tudo isso de graça! 😀

Se na vida nem sempre é possível dar match em um crush, no bettha é garantido o match com aquela empresa especial <3

Deixa a gente te ajudar a conquistar a sua próxima vaga! 😉

9 conselhos para ser feliz no trabalho

Quem disse que não dá para ser feliz no trabalho? Essa é uma asneira bem grande.

O trabalho é o nosso segundo lar. Então, se só houver cobranças, pressão e cara fechada, quem conseguirá de fato produzir e ser feliz no trabalho?

Ninguém trabalha só por lazer – e os boletos não nos deixam mentir. Mesmo assim, precisamos encarar o período de trabalho com mais bom humor e energia positiva. Assim, poderemos trabalhar melhor.

Então desencane dessa história de “trabalhar para pagar as contas”. É possível tornar os dias de trabalho mais prazerosos e divertidos!

Pra te ajudar nessa missão, reunimos 9 conselhos para ser feliz no trabalho!

#1 – Faça algo que você ama

O primeiro da lista é clichê, mas é verdade.

Se você faz algo que ama, nunca vai sentir que está trabalhando. Por outro lado, quando você faz algo pelo qual não está apaixonado, será difícil ficar feliz no trabalho.

É claro que toda empresa possui seus desafios, dias estressantes e problemáticos. No entanto, se você ama o que faz, será mais fácil lidar com dias difíceis.

#2 – Faça suas manhãs renderem

Reserve 15 minutos todas as manhãs para organizar os seus pensamentos e criar as suas metas diárias.

Esse “ritual matinal” não precisa ser complicado ou engessado. Então, foque em dedicar um tempo para você. Dessa forma, você poderá reconhecer o que te faz feliz no trabalho e na vida, e conseguirá traçar os passos para chegar lá.

#3 – Saia da rotina

A sensação que os seus dias são sempre iguais pode diminuir a sua energia – te colocando em um mood não muito bom. Por isso, encontre uma maneira de mudar a sua rotina.

Ao invés de pegar o carro para ir ao trabalho, vá caminhando ou de bicicleta. Convide um amigo para almoçar junto com você. Veja se você pode passar algumas horas a tarde trabalhando de um café em vez da sua sala. Assim, você estará dando uma nova perspectiva às suas manhãs.

São pequenas mudanças que podem gerar bom humor e dar aquele gás para um dia incrível!

#4 – Seja amigável com os seus colegas de trabalho

Sabemos que toda empresa tem inúmeros perfis no trabalho – uns são mais extrovertidos, outros mais tímidos e alguns mal humorados. Existem também aqueles que geralmente preferem destilar o veneno sobre tudo e todos – o que torna o clima pesado.

Não seja um ser mal humorado e rabugento! Seja amigável com todos, saiba ouvir e se expressar com simpatia.

Humanos são criaturas sociais! Ao se dar bem com seus colegas de trabalho, você pode construir fortes conexões.

#5 – Não trabalhe durante o almoço

Sua hora de almoço deve ser sagrada. Considere como uma pausa não só para alimentar o corpo, mas também para descansar a mente.

Sem essa pausa, você pode se sentir sobrecarregado. Dessa forma, pode ficar incapaz de avançar com o trabalho ao longo do dia.

Quando você não consegue ter o melhor desempenho, é impossível ser feliz no trabalho. Esse intervalo é um momento para se afastar das tarefas que tem que fazer e relaxar.

Caso você seja do #TeamMarmita, após a refeição, saia um pouco do escritório, dê uma volta no quarteirão e tome um ar fresco. Isso ajuda na digestão – e a se desligar um pouco dos jobs 🙂

#6 – Encontre valor no que faz

Todo trabalho tem o seu valor. Infelizmente, muita gente desmerece suas próprias funções por não encontrar o valor naquilo que fazem.

Pense: se ela não existisse, como ela afetaria a empresa, clientes e a sociedade? Sim, o seu trabalho impacta esses três grupos.

Pare de reclamar ou desvalorizar o que faz! Encontre valor e propósito para ser mais feliz no trabalho.

#7 – Decore seu espaço de trabalho

Dependendo de onde você trabalha, você pode decorar sua mesa. Isso, meu amigo, pode ajudar a tornar a sua rotina mais divertida, criativa e inspiracional.

Coloque a foto do cachorro/família/crush, um vasinho de flor (vale até um cacto), alguns objetos de decoração que façam sentido para você e tcharam! Temos um espaço de trabalho que gera felicidade <3

#8 – Crie a playlist da felicidade

A música pode melhorar o seu humor e produtividade, principalmente em dias ruins.

Crie aquela playlist com músicas animadas que geram aquele “quentinho no coração” e te ajudam a focar. Você trabalhará com muito mais vontade :3

#9 – “Senhoras e senhores: água! Nunca deixem de beber água! Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro seria esta: bebam água!”

Esse conselho pode parecer um pouco estranho, mas beber água ajuda com quase tudo.

Mantenha uma garrafa de água fresca em sua mesa – isso ajudará a mantê-lo focado e hidratado e vai combater as costumeiras dores de cabeça que surgem no meio de uma tarde qualquer.

Que a água seja para você o que o filtro solar é para o Pedro Bial.


Pratique diariamente esses conselhos, mesmo que não esteja muito interessado em continuar na empresa onde trabalha. Com certeza você trabalhará mais motivado, até encontrar um novo emprego para chamar de seu.

Ser feliz no trabalho depende de você! Mais do que da empresa onde trabalha ou dos seus colegas.

Faça da felicidade o seu maior objetivo de todos os dias <3

Como usar atividades acadêmicas no currículo

Nesse post, você vai aprender como usar atividades acadêmicas no seu currículo profissional!

O currículo é o terror de todo jovem em início de carreira.

Como ser chamado para uma entrevista sem ter experiência profissional para criar um CV atrativo?

Para não ficar uma página em branco, muitas vezes o currículo começa a ser preenchido com inúmeras informações irrelevantes.

Se você se identificou com essa situação, saiba que as atividades acadêmicas são a melhor forma de tornar seu currículo mais atrativo. Além disso, mostra para o recrutador que experiência você tem de sobra 🙂

Experiência não vem só da CLT!

Você pode ainda não ter trabalhado com registro em carteira ou feito um estágio, mas isso não significa que você não tem experiência!

Atividades acadêmicas, trabalhos voluntários e freelas são experiências concretas! Elas demonstram que você está formação e desenvolvendo habilidades. Mesmo sem experiência formal, você está no caminho para se tornar o profissional que tanto deseja ser!

Atividades acadêmicas no currículo – como usá-las a seu favor

Atividades acadêmicas no currículo representam o aprimoramento da sua formação básica. São recursos que complementam o seu perfil profissional e a sua formação como cidadão.

Elas servem como um complemento ao currículo dos cursos de graduação, além serem experiências extras adquiridas durante a formação. Podem ser tópicos avançados de estudos, atividades práticas na profissão e aprofundamento de conhecimentos científicos.

A formação acadêmica é extremamente importante no currículo, já que ali que está o seu “ouro”. Dessa forma, ela tem o potencial de diferenciá-lo de outros candidatos.

Em cada atividade acadêmica realizada, é importante informar sua função, o projeto, curso, a pesquisa e cargo (se for o caso). Então, você precisa descrever as atividades realizadas – assim como se faz com qualquer experiência profissional.

Entenda como cada atividade conta como experiência no seu currículo!

Intercâmbio

Sua vivência internacional é um ponto extra, além de ser uma das atividades acadêmicas que mais dão prestígio. Da mesma forma, a realização de um intercâmbio é o melhor indicador de domínio sobre uma língua estrangeira.

Cursos, pós-graduação, cursos de verão e trabalhos realizados fora do país, mesmo que não remunerados, são válidos para incluir no currículo.

dica do bettha: viagens turísticas não contam como experiência profissional, ok?

Premiações

Se você já recebeu algum prêmio, menção especial ou outro tipo de reconhecimento, inclua no seu currículo. Esse mérito conquistado demonstra diversas qualidades suas ao recrutador.

Afinal, antes de se ganhar reconhecido em algo, você teve bom planejamento, comprometimento, disciplina e dedicação. Essas são qualidades necessárias que todo profissional deve ter para ser bem-sucedido.

Iniciação Científica

Produzir um artigo científico é um trabalho árduo e meticuloso que exige tempo e muita dedicação. Realizar uma iniciação científica o coloca no cerne da pesquisa, além de o ajudar a seguir carreira acadêmica.

Esse tipo de trabalho aprimora técnicas investigativas e de pesquisa, análise e tratamento de dados e produção de conteúdo – habilidades extremamente relevantes em qualquer área de atuação.

Essa é uma excelente forma de sair na frente dos demais candidatos, principalmente se o seu tema de pesquisa for relacionado com a área de atuação da vaga pretendida.

Monitorias

A monitoria acadêmica é uma atividade que abrange várias funções. Nela, um professor seleciona um aluno bolsista para auxiliá-lo no decorrer de uma matéria da grade horária da graduação.

Além de fortalecer o conhecimento adquirido no curso, também permite o desenvolvimento da comunicação e relacionamento interpessoal, responsabilidades cotidianas, além de demonstrar bom desempenho acadêmico.

Bolsas estudantis

As bolsas estudantis são concedidas com a análise de muito critérios. Se você foi beneficiário de uma, já está em vantagem! Esse é um excelente indicador de qualidade do seu projeto e do seu desempenho acadêmico.

Entidades estudantis

Se você trabalha no centro acadêmico, na atlética ou empresa júnior do seu curso, saiba que essas experiências também contam como atividades profissionais.

Essas atividades são um “test-drive” do cotidiano em empresas e organizações. Nelas ocorrem a orientação e capacitação dos estudantes, rotinas de planejamento e gestão, além de integração estudantil, organização de atividades esportivas, eventos e cursos, assim como projetos de consultoria e muito mais.

Exemplo: Modelo de currículo com atividades acadêmicas

Abaixo você encontra um modelo de currículo desenvolvido pela USP, e você pode baixar a versão completa aqui. Ele te ensina a organizar as suas atividades acadêmicas no CV tópico por tópico!

  1. IDENTIFICAÇÃO
  2. QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
  3. PRODUÇÃO CIENTÍFICA
  4. PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS ATIVIDADES DE PESQUISA
  5. ATIVIDADES PROFISSIONAIS
  6. OUTRAS ATIVIDADES RELEVANTES

6 Dicas para deixar o seu currículo nos “trinques”

  1. Em vez de descrições sobre experiências relacionadas ao intercâmbio, informe resultados dessas experiências. Dessa forma, relate aquilo que você aprendeu.
  2. Cursos, experiências e formações deve serem inseridos do mais recente para o mais antigo.
  3. Não inclua os nomes das escolas que frequentou no ensino fundamental e médio, pois elas são irrelevantes a essa altura do campeonato.
  4. Não minta, jamais.
  5. Organize as informações no currículo de modo que dê leitura e seja fácil identificar cada informação. Trabalhar com tópicos oferece uma leitura melhor 🙂
  6. Foque nas suas qualificações e habilidades desenvolvidas.

As atividades acadêmicas no seu currículo te apresentam como profissional perante o mercado de trabalho. Além disso, Exemplovalorizam as suas habilidades e aprendizados. Não desvalorize essas oportunidades!

Da mesma forma, não se diminua por não ter “aquela bagagem” profissional. Tudo ao seu tempo, jovem 🙂

Há diversas empresas com vagas incríveis em busca de jovens profissionais! Esse pode ser o primeiro passo bem-sucedido para a sua carreira. Cadastre-se aqui e venha mudar de vida! 😉

Fontes: Guia do Estudante / Quero Bolsa / Sociedade Saber / UOL / USP / Vagas.com

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Descobrindo Áreas #2: Marketing, Vendas e Customer Success

O que faz a área de Marketing? E Vendas? E Customer Success? Por que elas precisam estar sempre alinhadas? Se liga no post e #descubra!

O descobrindo áreas é uma série do bettha que te ajuda a entender um pouco mais sobre o que faz cada área em uma empresa!

Oi menines, turu boum? Estamos de volta com mais um post da Série Descobrindo Áreas!

Essa série é pra você, jovem Padawan profissional, que tem um total de ZERO IDEIAS do que gostaria de fazer dentro de uma empresa. Por isso, em cada post, nós falamos um pouquinho de algumas áreas bacaninhas pra te dar uma luz nessa missão!

Nessa edição, vamos falar do trio de áreas que lidam com a jornada de compra do consumidor: Marketing, Vendas, e Customer Success. Essas três áreas são primordiais dentro de uma empresa, e precisam estar sempre com as informações e estratégias alinhadas. Assim, todas podem ter o melhor desempenho possível – batendo as metas tudo e deixando todo mundo feliz!

Fica ligadão e não marca bobeira! Quem sabe você não se apaixona por uma dessas áreas, heim? ;D

O que faz a área de Vendas?

Vende, ué. kkkk

Parece bem intuitivo, né não? Mas ó, vou te contar uma coisa: vender não é a única função do time de Vendas.

A área de vendas é altamente estratégica dentro da empresa. É através dela que a empresa entra em contato com o mercado. O representante de vendas, que está “em campo”, levanta informações sobre os consumidores. Com essas estatísticas em mãos, os administradores da companhia podem traçar metas e planejar o futuro. Demais, né?

Curtiu a vibe de Vendas e quer aprender como se dar bem na área? Então se liga nessas 13 dicas pra ser um vendedor de sucesso!

O que faz a área de Marketing?

A área de Marketing é responsável por todas as ações e estratégias que buscam adequar os produtos/serviços da empresa às necessidades dos clientes. Pra conseguir fazer isso, os profissionais da área precisam ter mente analítica e curtir métricas e números. Dessa maneira, conseguem uma boa noção do mercado e do público-alvo da empresa.

A partir de uma boa análise de dados sobre o mercado, as ações dos marketeiros tem destino certo: o cliente com o fit – ou o perfil – para consumir o produto. Assim, a empresa oferece o serviço certo, pra pessoa certa, pelo preço certo e no lugar certo – o que aumentam as chances de fechar a venda!

O que faz a área de Customer Success (CS)?

A área de Customer Success (Sucesso do Consumidor, em PT-BR) é responsável pelo trecho final da jornada de compra. O objetivo da galera dessa área é garantir que o cliente fique pleno e realizado com o produto adquirido – ou seja, que suas necessidades sejam satisfeitas.

CS não é só joguinho

Você sabia que a aquisição de novos consumidores custa 7x mais que a retenção de antigos? Pois é, rapaziada. O CS existe exatamente pra garantir a alegria do cliente! Essa é a melhor maneira de fidelizar seu coração e continuar gerando renda para a marca.

Por que essas áreas precisam de alinhamento?

Vem cá, jovem, vamos pensar um pouco. Sabe aquela tal “jornada do consumidor” que a gente citou nesse post? Então. Cada uma dessas áreas, Vendas, Marketing e Customer Success, trabalham em uma etapa da jornada. Assim, pra que todo mundo atinja o sucesso total, é preciso estabelecer um ciclo de trabalho que se retroalimente.

Resumindo…

Através de pesquisas, o Marketing define quem são os potenciais clientes da empresa – as personas – e iniciam ações de atração de leads – os potenciais clientes interessados no produto ou serviço.

Então, o time de Vendas “vai à campo” (o que não necessariamente significa sair do escritório) e busca estabelecer contato com esses leads. A partir da experiência com os clientes, conseguem mais dados sobre o mercado.

Quando o pessoal de Vendas fecha negócio, Customer Success faz o acompanhamento do pós-venda. A partir da interação com os clientes, conseguem indicar os perfis de clientes com melhores (e piores) fits – o “encaixe” do cliente com a solução do produto.

Então, é essencial que o time de Vendas conheça o perfil “ideal” do clientes para fechar negócios vantajosos ambos. O time de Marketing, para ser assertivo na produção de campanhas e ações de conversão de leads, precisa direcioná-las ao público específico do produto/serviço. Finalmente, o CS pode fidelizar o cliente de forma tranquilinha, porque as chances de o cliente curtir o produto da empresa serão bem altas <3


Assim, cada área pode contribuir – e muito! – com trabalho das outras. O bom alinhamento entre as áreas de Vendas, Marketing e Customer Success forma um circulo virtuoso de trocas de dados e experiências que permitem a adaptação do planejamento estratégico da empresa. E aí, com cada área se tornando mais eficiente e efetiva, a empresa consegue crescer melhor – e se consolidar no mercado.

Quais outras áreas você gostaria de conhecer aqui no Descobrindo Áreas? Compartilha com a gente nos comentários!