Mulheres no mercado de trabalho: o papel do protagonismo e educação

Esse post faz parte da série de post sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, ela explica quais são as peças-chaves para o desenvolvimento das mulheres no mercado de trabalho: protagonismo e educação. Confira!

Luiza Kormann

E aí, mulherada, tutupom?

Nós, mulheres, queremos arrasar no mercado de trabalho, em ambientes mais equitativos, com maior espaço para nossa voz e mais respeito, certo?

Para alcançarmos todas essas coisas – e tantas mais – é importante, antes de tudo, respirar fundo. Juro que isso ajuda (meditar ainda mais, viu?). Pensar em cada um desses itens, e ainda mais neles todos juntos, dá um mini desespero, já que parecem grandes e distantes demais.

Daí vem a lição número 1 da CSW para nosso desenvolvimento no mercado de trabalho. Se liga!

Quer saber mais sobre a CSW? Clique aqui e confira todos os conteúdos que a Luiza compartilhou com a gente!

Lição 1: Pensar macro e agir micro

Isso muda tudinho, é sério. É como aquela depressão que bate depois de assistir Oceano de Plástico e pensar “Meu deus, o mundo vai acabar, o que estamos fazendo com o planeta, socorro!” Convenhamos, esse sentimento não vai mudar muita coisa, correto?

Só que aí, no dia seguinte você percebe que o seu prédio não recicla. Então a bonita vai lá, fala com o síndico. Depois entra em contato com a prefeitura, entende o funcionamento de coleta seletiva na rua, fala com os vizinhos e TCHARAN: leva a coleta seletiva para seu prédio.

Isso mudou alguma coisa. Viram a diferença?

Quando falamos da nossa trilha de carreira, é a mesma coisa. Se ficarmos focadas no macro, realmente o desespero é grande. Isso porque a concorrência é grande, porque o momento brasileiro não está dos melhores, porque falta tempo… Os “porquês” aqui são inúmeros. E devem ser sim contabilizados. Mas de maneira produtiva.

Se a concorrência é voraz, que nos capacitemos mais. Se o momento econômico do país está estagnado, que nos preparemos para encarar. Se nos falta tempo, que nos organizemos melhor. E por aí vai.

Lição 2: Seja sua monografia

Lembra? Aquela do TCC? Ela mesma. Você desenhou seu TCC. Construiu um objetivo geral, estabeleceu metas e entendeu o propósito daquelas mínimo 30 folhas A4, escritas em arial 12 e espaçamento 1,5.

Agora, perceba o absurdo: seu TCC teve propósito, mas a autora não tem. Não dá né, @?

Ter um plano de vida não significa que precisa ser aquilo e pronto, acabou. Os planos mudam, e nós nos adaptamos a essas mudanças. Assim como provavelmente aconteceu com o seu TCC, não é?

O importante é não ficar inerte na vida, esperando a posição dos sonhos cair no colo. Inclusive, como falar que a posição é dos sonhos antes de traçar esses objetivos? Existe um risco constante de sonharmos os sonhos dos outros, e sucesso nenhum vem disso, tenha certeza.

A importância desse objetivo de vida está, principalmente, como ferramenta de autoanálise. Uma vez assisti uma palestra da diva icônica Maira Habimorad (assistam as jornadas Toque de Expert com ela gente, sério!) onde ela compartilhou um ritual dela que copiei: todo dia antes de dormir penso no que aprendi de novo aquele dia.

E então tomei a liberdade de anexar uma pergunta extra a esse ritual: o que fiz para chegar mais perto do meu grande objetivo?

Então, entenda esse objetivo como um ponto de referência, um norte na vida. Os objetivos menores deverão te aproximar desse norte, o propósito deverá estar intrinsecamente conectado a cada um desses pontos. Ter esse norte facilita tudo.

Lição 3: Work it

Então recapitulando rapidinho: já demos aquela respirada, já temos propósito, objetivo, um plano bem desenhado. E agora? Gata, parafraseando Missy Elliott, “Work It!”.

A bonita acha mesmo que só porque escreveu no post it, nas notas do celular, planner ou [insira aqui seu método de escolha] vai acontecer? É mesmo?

Então vem com a Lulu fazer aquele reality check, viu amores? Porque não é bem assim não. Sorry.

Tem muita ralação entre você e seus objetivos de vida. Seja ele qual for.

Temos o direito de escolher nossos caminhos, e cada um deles apresentará desafios próprios: a mulher que quer seguir carreira política enfrentará seus obstáculos, assim como a que quer empreender, brilhar no mundo corporativo, etc.

Protagonismo é chave, gente. Sério. Anota junto com o plano de vida. Cria um ritual pra te lembrar disso (eu escuto o álbum Lemonade, da Beyoncé).

Seja lá qual for seu norte, faz isso: olha pra ele, e olha para onde você está agora. Qual o gap que te separa do seu objetivo? O que é necessário fazer para chegar lá? Olha pra quem já está nesse norte (se tiver uma mulher, melhor ainda). Criar esses ídolos é um super caminho pra se inspirar também, porque você pode analisar a trilha de carreira dessa pessoa.

Depois disso, vai. Só vai.

Lição 4: “Girls, you gotta know your stuff”

Muitas coisas me marcaram na CSW63 e, sem dúvidas, uma delas foi essa frase, do painel sobre Educação no Empoderamento Feminino. A ligação entre essas duas grandezas é, com certeza, diretamente proporcional. E, quando aplicada ao nosso desenvolvimento no mercado de trabalho, a educação acompanha cada um dos passos em direção ao nosso norte.

Perceba: se estamos em um ponto e nosso norte em outro, o que faremos para encurtar essa distância, para chegar mais perto? Estudar. Estudar o mercado que escolhemos, nos estudar (o famoso e tão importante autoconhecimento), estudar novas capacidades técnicas, outros idiomas. Estudar é uma situação contínua na vida – e ainda bem que aprender coisas novas é tão gostoso!

Vamos estudar nos objetivos menores (da graduação ao primeiro estágio até a primeira promoção e por ai vai) e também enquanto estivermos nessas “casinhas”. Pensemos em um tabuleiro, lembra do Jogo da Vida? Então.

Independente da casinha que estiver, seja escola, faculdade, estágio, emprego, temos que estar sempre preparadas para cada uma de nossas entregas. Porque seremos cobradas. We need to know our stuff.


Não vacila e não perca mais nenhum conteúdo da Lu sobre a CSW!

Webinar: CSW63 da ONU com Luiza Kormann

Confira os detalhes do que rolou no maior evento sobre gênero do mundo: aComissão sobre o Status da Mulher (CSW63) da ONU!

Entre os dias 11 e 22 março rolou o maior evento da ONU sobre a questão de gênero. A 63ª edição da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63) acontece na sede da ONU em Nova York. A Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, esteve presente para acompanhar esse encontro global!

A Lu participou de um Webinar incríiivel pra falar tudo o que aconteceu na CSW63! Ela contou todos os detalhes desse eventão e respondeu todas as perguntas da galera sobre a CSW.

Além disso, ela compartilhou com a gente os melhores insights do encontro numa série de posts incríveis! Ela explica temas como a mulher no mercado de trabalho, mulheres na liderança, além do papel do homem no empoderamento feminino.

Clique aqui e acesse a série de conteúdos exclusivos que a Lu dividiu com a gente!

O que rolou no Webinar da CSW63?

A Lu explicou pra gente tudo sobre o evento! Se liga:

O que é a CSW?

A Comissão sobre o Status da Mulher é o principal espaço de debate sobre a temática de gênero na ONU. A Comissão, que existe desde 1946, atrai participantes de todo o mundo. Tanto representantes de estado quanto membros da sociedade civil se reúnem para discutir a evolução da equidade de gênero na comunidade internacional.

Como funcina a CSW?

A Lu explicou como que funcionou a CSW! Além dos painéis oficiais, ela contou que rolaram diversos eventos nas redondezas da sede da ONU – os side events. Além disso, ela deu dicas incríveis para conseguir participar desse eventão!

Na CSW são debatidos dois temas. O principal, que é o guia da edição, e o revisado, que aborda questões de edições passadas. Em 2019, o tema principal foi Sistemas de proteção social, acesso à serviços públicos e infraestrutura sustentável para igualdade de gênero e empoderamento de mulheres e meninas.

Qual a ligação da CSW com o bettha?

Meu correligionário, fique ligeeeiro! Nesse evento rolaram váarios paineis sobre mercado de trabalho e educação. E vamos combinar: debater Educação e Mercado de Trabalho é a cara do bettha!

A gente sabe que não vivemos em um mundo de algodão doce. Por isso, temos consciência da importância de compreender e debater o mundo que nos rodeia! Só assim seremos melhores que ontem, todos os dias.


Assista na íntegra ao Webinar com a Luiza e fique por dentro de todas as informações sobre a CSW63!

Qual o papel do homem no empoderamento feminino?

Volteeeei! E, dessa vez, vim falar de um assunto polêmico – e um dos favoritos: a participação dos caras no empoderamento feminino. Como é essa participação? Como podemos (e esperamos) contar com o apoio deles?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Como é um assunto um pouco cabeludo, vamos por partes, belê?

Acho que a primeira coisa que é super importante ter em mente é que a pauta de empoderamento feminino é, como o nome diz, a priori, da mulherada. E isso não significa que os caras não tem um papel crucial para conseguirmos alcançar, coletivamente, nossos objetivos.

E Lu, por que o empoderamento feminino é tãão importante pra todo mundo (incluindo os boys)?

  • Um estudo da IBGC identificou que 7,2% é a participação feminina nos conselhos administrativos das empresas brasileiras. Para os conselhos fiscais essa participação está em 9% e, para as empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores, 33% dos membros são mulheres;
  • O estudo da Peterson Institute for International Economics com 22 mil empresas de 91 países identificou que a presença feminina em cargos executivos está associado ao aumento de lucros da empresa. A relação é estimada em 30% de aumento na participação feminina a 15% de aumento de lucros.
  • Apenas 32% das mais de 900 empresas que participaram da pesquisa Panorama Mulher 2018 informaram possuir uma política interna para igualdade de gênero. Mesmo naquelas que tem, a participação feminina em cargos de liderança permaneceu baixíssima (é de engolir seco mesmo!)

Agora que já sabemos que essa é uma pauta que interessa todo mundo, vamos mergulhar em como a rapeize pode ajudar. Bora?

Perceber os espaços

Vocês já pararam para reparar a proporção de homens e mulheres na sua empresa? E em papeis de liderança? Empresas como a Dow, IBM, Avon e Unilever contam com comitês internos para fomentar o empoderamento feminino. A sua empresa tem algum espaço desses?

Levantar esses questionamentos não só é importante para a sua empresa, como também para você, caro colega! Quando nos preocupamos com questões que estão além de problemas individuais, trabalhamos nossa habilidade de empatia, exercitamos uma visão de negócios muito mais responsável e, de quebra, aumentamos o relacionamento com as colegas de trabalho – porque ninguém vai pagar o micão de não envolver azamiga em uma pauta dessas, né?

Homem não chora?

Rola um estranhamento natural entre os caras quando surge a pauta de gênero, o que é bem natural. O que é desconhecido é estranho, e, até aí, beleza. Para enfrentar esse distanciamento, buscar conhecimento e participar dos espaços que são abertos aos homens é um primeiro passo bem bacana.

Já diria ET Bilu

Troque ideia com as amigas, colegas de trabalho e tudo mais. Esteja pronto pra embarcar em uma jornada super enriquecedora, à la Fabio Porchat na nova série Homens. E aqui seguem 2 spoilers dessa jornada:

  • Sabe aquele esteriótipo de machão? Lidar com ele é superimportante para você, colega, que escutou muito tempo que homem não chora. Entrar em contato com emoções, desejos e vontades é um exercício posto no âmbito da feminilidade, sendo, ao meu ver, um dos fatores da sociedade de hoje que mais fere os homens. Tanto a nível pessoal, tendo que “pagar de durão”, quanto nas demais esferas da vida. Pensa em um movimento que vai ser libertador pra ti!
  • Já batemos bastante nessa tecla aqui: capacidades humanas estão em alta. E empatia e escuta ativa só serão profundamente desenvolvidas seeeee aqueles exercícios de entrar em contato com as emoções forem praticados! Bora embarcar nessa junto, as amigas vão ajudar, não tenha dúvida!

Trabalhos domésticos e cuidados

Sabia que, no Brasil, o principal empecilho para a mulherada estudar e trabalhar são os trabalhos doméstico e os cuidados com familiares?

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada pelo IBGE, 35,4% de meninas e mulheres com 15 a 29 anos que não estudam ou trabalham fora de casa disseram que não buscam emprego por terem essa obrigação. Apenas 1,2% dos meninos e homens declararam a mesma razão para não buscarem ocupação – a principal razão deles é que não havia trabalho na região (45,4%).

Então bora compartilhar essas tarefas com as mulheres incríveis de nossas famílias?

Bater um papo com o colega meio mala

Sabe aquele cara no trampo que sempre interrompe a colega na reunião? Aquele mesmo, que faz uns comentários desnecessários, sabe? Às vezes, pode até ser um pouco como você antes de ingressar nessa linda jornada! Porque a vida é assim mesmo: crescemos e evoluímos! Com certeza na sua jornada muita gente te ajudou.

Vamos ajudar o coleguinha também, não é mesmo?

E esse papel é muito importante para o empoderamento feminino, gente. Vocês têm um acesso muuuito maior que a gente para essa task! Como existe toooodo aquele estranhamento que falamos lá no primeiro tópico, normalmente o cara já fica na defensiva com o convite inicial pra ingressar nessa jornada, ainda mais se essa pessoa for uma mina.

Caras, vocês ajudam DEMAIS fazendo essa, juro juradin!

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher(CSW63), na sede da ONU em Nova York. Esse post faz parte da cobertura do Bettha no evento! Fique ligado que ainda vão rolar váaarios conteúdos legais aqui no blog!

CSW63 da ONU: Insights com a nossa embaixadora Bettha favorita <3

Oi, pessoal! Foi tão legal invadir o insta do Bettha no CSW63 que decidimos por algumas outras invasões – e já vou avisando que serão várias, então fiquem ligados em todo conteúdo que vem por aí, viu?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63), na sede da ONU em Nova York. Não podia faltar uma cobertura do Bettha em um evento tão bacana, cheio de conteúdo sobre mercado de trabalho e educação, né @?

Euzinha, super Embaixadora Bettha, estive por lá pra contar pra vocês tudo que rolou sobre nossos temas favoritos! Pra quem não acompanhou, fiquem tranquilos que toda a cobertura está nos destaques do @betthaoficial 😉.

Foi tanto conteúdo bacana que ainda temos muito pano pra manga! Fora as próximas postagens por aqui, vai rolar um webinar incrível nas próximas semanas! Mais pra frente teremos umas outras surpresinhas – um passarinho me contou algo sobre Jornadas de Conhecimento e uma aparição no queridinho Bettha Career Experience 3.

Agora, pra começo de história, o que é a CSW63 da ONU e como funciona esse evento baphônico?

A Comissão sobre o Status da Mulher é, como já falei, o principal espaço da ONU para a temática de gênero. Desde 1946, os Estados-Membro da ONU se reúnem para definir objetivos e meios para garantir a equidade de gênero.

Para isso, a cada ano é definido um tema-chave que é debatido entre os representantes dos países ao longo das 2 semanas de evento. No último dia, é apresentado o documento final com as metas e meios definidos. Esses encontros acontecem dentro da Assembleia Geral da ONU, alguns são fechados ao público credenciado, outros abertos. Esses encontros compõem a Agenda Oficial do evento.

Fora a Agenda Oficial, acontecem os Side Events e os Parallel Events – onde a coisa realmente pega fogo! São agendas super movimentadas, com diversos eventos acontecendo simultaneamente pelas proximidades da ONU.

Se liga quanta coisa estava acontecendo!

A vontade é ter o Vira-Tempo da Hermione pra conseguir ver tudo (os entendedores de Harry Potter entenderão).

Pra gente se organizar – e não perder a cabeça –, tem um app amorzinho, o Guidebook, onde víamos a programação completa do dia e conseguíamos organizar a nossa agenda. Foi meu melhor amigo nessa cobertura!

Essa é a carinha do Guidebook!

Foram duas semanas de muita correria e muito aprendizado. Nas próximas semanas vou contar mais detalhadamente dos principais temas, mas já passo alguns spoilers:

Educação é peça fundamental pra todo mundo, ainda mais pra mulherada

Por quê? Ainda temos que nos provar muito mais, muitas vezes somos mais questionadas, então precisamos estar 10x mais preparadas. Frase chave de um dos painéis: “Girls, know your stuff!”

Essa trilha por equidade de gênero no mercado de trabalho é de todo mundo

Vocês, meninos, também podem ajudar – e muito! Fiquem de olho no seu ambiente, conversem com suas amigas. Pra provar que essa é uma pauta de todos nós, o Insper verificou que, entre 2007 e 2014, a cada 10% de aumento da diferença salarial a expansão do PIB per capita é reduzida em 1,5%.

O Brasil tem muuuuito chão pela frente para alcançarmos equidade no mercado de trabalho

O bacana é que tem muita coisa que podemos fazer individual e coletivamente! Proatividade é superimportante – tanto na vida pessoal quanto profissional –, e esse é um campo super fértil para muita ação e atitudes que fazem o bem e pegam super bem!

Reparar se na sua escola/faculdade/trabalho tem um espaço para debater o tema; questionar se na sua equipe a proporção de homens e mulheres está bacana; perguntar se a empresa tem uma política para questões de gênero, quais são e se atuam de acordo com elas… uffa! A lista é longa! A mensagem que fica é que questionamentos são importantes demais e proatividade é tudo!!

Não somos robôs, né, gente?

Com a tecnologia avançando, os especialistas apontam que no mercado de trabalho as nossas capacidades humanas são cada vez mais importantes. O mercado de trabalho muda constantemente, e essa mudança somada com o BOOM da tecnologia acarreta na valorização das chamadas capacidades humanas: aquelas que os robozinhos ainda não tem. Empatia está em alta viu, bb?


Como eu disse lá em cima, ainda tem muito pano pra manga, gente! E quem me conhece dos stories do @betthaoficial já sabe que quando em embalo falando, é difícil parar – como a boa geminiana que sou hehe…

Vou parando por aqui e na quinta-feira, 18/04, voltamos com o webinar para tirar todas as dúvidas que foram aparecendo ao longo do evento, ok? Inclusive, quem quiser tirar alguma outra dúvida pode comentar aqui também, viu? E nas próximas semanas tem mais conteúdo aqui também!

Até mais!!