Fotografia de uma jovem mulher de negócios segurando pastas com fundo de prédios

CSW63: Mulheres no Mercado de Trabalho

Esse post faz parte da série de conteúdos da CSW63, da ONU, que a Luiza Kormann, compartilhou com a gente! Nesse post, a Lu fala sobre o panorama geral das Mulheres no Mercado de Trabalho e fala sobre a importância das referências e modelos para incentivar as minas!

Ei pessoal! Depois de compartilhar um montão de coisas bacanas com vocês sobre minha experiência e aprendizados na CSW, quero fechar essa série de conteúdo dando um giro sobre qual é a situação da mulherada nos cargos de liderança por aí. Assim, pergunto: quantas mulheres são CEO? Quantas estão na Fortune 500? Então vamos ver os números para entender o momento atual e qual o tamanho do percurso a ser trilhado para alcançar a equidade!

Para saber mais sobre tudo o que rolou nos painéis da CSW63, clique aqui!

Fortune 500

A Fortune é uma organização midiática, fundada em 1929 em Nova York, no pós Grande Depressão. A ideia de Henry Robinson Luce, fundador da Fortune (assim como da Time), então, era estimular o trabalhador e o empresário americano, com uma revista com conteúdo sobre o mundo corporativo com muitos dados, imagens e leitura dinâmica.

Hoje em dia a Fortune é um grupo midiático de grande influência no mundo corporativo, entre outras coisas, pela famosíssima Fortune 500, listagem das maiores empresas norte-americanas preparada anualmente há 65 anos.

Em 2019, tivemos um motivo para celebração: 33 das empresas listadas em maior lucratividade contam com mulheres no cargo de CEO. Assim, esse é um recorde histórico de mulheres na Fortune 500. Apesar disso, a celebração é só para estimular mais e mais a luta, viu? O número ainda apresenta uma grande desproporcionalidade quando aplicado ao total do grupo: elas são 6,6% do total. Vamos manter esse crescimento, né não?

Gráfico do número de CEOs mulheres da Fortune 500 no perído de 1998 até 2019. Em 2019, o número atinge 33 mulheres nesse cargo de liderança.

E no Brasil, Lu?

É, pooois é! Por aqui as coisas estão caminhando também! No ano passado, o IBGE lançou os dados de um estudo na área, o “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”. Segundo a pesquisa, as mulheres trabalham, em média, três horas a mais por semana do que os homens – considerando trabalho remunerado, atividades domésticas e o cuidado de pessoas.

Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto (a taxa de frequência escolar e ensino superior completo é maior entre elas), elas ganham 76,5%, em média, do rendimento dos homens – diferença que tem caído ao longo dos anos, mas que ainda existe de maneira marcante.

Mas… por quê a diferença?

Dessa forma, o que especialistas tem entendido como justificativa para a diferença salarial média entre homens e mulheres no Brasil é a pouca presença feminina em cargos de alto escalão no país – o que influi na média salarial delas. Assim, existe uma grande proporção de mulheres que trabalham em período parcial (30 horas/dia) o que é somado ao maior número de horas disposta por elas com os cuidados com casa e familiares.

De acordo com a Grant Thornton, empresa de consultoria empresarial, o Brasil está à frente da média global de mulheres em cargos de CEOs e diretoras executivas. Assim, no ano de 2017, a pesquisa constatou um aumento de 5%, comparado ao ano anterior, e atingiu os 16%, superando a média global de 12%.

E pra situação toda melhorar?

Olha, tem uma coisa que eu, particularmente, acredito muito: o poder dos modelos. E o mais bacana é que essa minha crença foi super reforçada na CSW.

Eu vou falar aqui um pouquinho sobre as mulheres que me inspiram e deixo também a lista das poderosas da Fortune 500 e deixo o convite: quais dessas mulheres te inspiram? E quais mulheres da sua vida são suas musas?

Esse é um exercício super bacana para fazer, pois acaba sendo uma jornada de autoconhecimento. Assim, ao entender por que aquela pessoa te inspira, você vai percebendo valores seus bem importantes!

E é assim que vamos nos tornar musas inspiradoras para as meninas no futuro, né?

As minhas musas inspiradoras:

  1. Sofia Esteves: adoro a naturalidade da Sofia, me sinto muito inspirada pelos valores dela, que estão muito alinhados com os meus! Uma super inspiração minha para determinação e empatia;
  2. Mami Poderosa: pensa em um mulherão. É minha mamãe. Ultra organizada, a que faz os melhores planos de viagens, encontra as melhores pechinchas e é a praticidade em pessoa;
  3. Malala Yousafzai: me lembra que o poder da educação não tem limites;
  4. Maira Habimorad: minha inspiração para modelo de liderança. Ela é poderosíssimaaaaa.
Lista de CEOs mulheres, respectivas empresas e data de início no cargo
Mãos femininas digitando sobre teclado de notebook

Mulheres na Tecnologia

Esse post faz parte da série de post sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, ela fala um pouco sobre o painel sobre mulheres na tecnologia. Também rolou entrevista com Natacha Romano, que compartilha todas as impressões de ser mulher e trabalhar na área de tecnologia. Confira!

Oi pessoal! Voltei pra falar de um assunto SUPER bacana que esteve bem em pauta na CSW63: cade a mulherada na tecnologia?

gif retirado do filme Pulp Fiction onde o personagem de John Travolta está sozinho e confuso em uma sala

Sem sombra de dúvidas esse foi um painel SUPER marcante na minha experiência, muito por ser tão fora da minha zona de conforto: eu nunca tive contato com a área de tech!

Aprendi muitão (e não vou mentir, criei um carinho especial pela área e uma grande vontade de aprender mais sobre). Reconheci muitas das dores de outras áreas nas falas das painelistas. A diferença de salários, a masculinização dos espaços de trabalho… 

Mas o que me chamou a atenção foi a questão da representatividade feminina na tecnologia e a centralidade dada a temática. Perceba, a presença da mulher em vários espaços é um problema (na tecnologia, por exemplo, a mulherada representa 20% dos profissionais da área no Brasil em 2018), o bacana aqui é que a preocupação com a paridade é encarada também como principal ferramenta para mudança. Sabe o fazer do limão uma limonada? Então, é isso aí!

A importância de modelos mulheres

Foto de Grace Hopper
Grace Hopper

Vocês já devem ter cruzado com a mulher na imagem acima, e não é a toa! Essa é a Grace Hopper, também conhecida por Vovó COBOL, grande dama do software, rainha da codificação, rainha da programação, uffa! É mais nome que a Daenerys!

Ilustração de copo do Starbucks com o nome completo de Daenerys Targaryen, de Game of Thrones

Vale a pena conhecer um pouco mais sobre a história da Grace. Saber dessa e de outras mulheres incríveis na tecnologia é super importante para as meninas entenderem esses espaços como sonhos possíveis, terem modelos e estímulos diversos.

Agora, como eu não sou da área tech, fui pedir um help dazamigas para entender melhor quais são os desafios reais da mulher que trabalha com tecnologia aqui no Brasil.

Falei com a Natacha Romano que é desenvolvedora front-end (ou divaloper) e o papo foi muito bacana, confere ai!

Conversa com Natacha Romano

Foto de Natacha

Meu nome é Natacha Romano, tenho 26 anos, sou desenvolvedora front-end (ou divaloper), e entusiasta em astronomia. Meu maior desafio foi me transformar em uma pessoa de exatas, sendo de humanas. Amo tecnologia, amo incentivar mulheres a entrarem na área, hoje finalmente sou feliz com meu trabalho.

Bettha: Conta um pouquinho da sua trajetória de carreira.

Natacha Romano: Me formei em design de moda em 2014. Saindo da faculdade tive minha marca de camisetas, e logo depois comecei a trabalhar com design gráfico e marketing digital, depois de 3 anos resolvi estudar e entrar na área da tecnologia, onde estou hoje.

(B) Quando optou pela transição de carreira, quais e quens foram seus principais apoios? E os principais desafios?

(NR) A gente tem que escolher o que queremos fazer da vida muito novos. Fui fazer moda e achava que era isso que eu gostava. Com o passar dos anos, na faculdade, fui gostando cada vez menos daquilo. Me formei do mesmo jeito, mas logo meu primeiro emprego foi voltado pro marketing e design gráfico. Fiquei uns 3 anos trabalhando com isso, mas eu não me via feliz, não me via fazendo isso no futuro. Estava bem perdida sobre minha carreira. 

Então meu namorado entrou na área da tecnologia e ficou apaixonado, me incentivou muito a começar a estudar. Eu demorei, enrolei, mas um dia fui ver o que tinha de bom. Eram muitas áreas diferentes que eu poderia trabalhar. Como eu tinha o background de designer, me interessei pelo front-end. Comecei a fazer cursos online por conta própria e, após 5 meses, consegui minha primeira oportunidade de emprego.

Cheguei lá bem crua, mas aprendi muita coisa. Hoje já estou em outro lugar e já completei um ano trabalhando na área. As vezes tenho aquela síndrome do impostor, o que eu descobri que absolutamente normal, principalmente nessa área. Meu namorado é a pessoa que mais me apoia todos os dias, sou muito grata a ele. Nessa área quase tudo é desafio, principalmente quando você era de humanas e se torna uma pessoa de exatas.

Quando eu não consigo resolver um problema, eu fico frustrada, penso em desistir. Mas quando tudo se resolve, a satisfação não tem preço. É uma transformação, mas eu estou amando. Sinto que deveria ter seguido esse caminho desde o começo, porque desde criança já mexia nos HTML da vida e sabia fazer tudo sozinha no computador.

(B) Quais os principais impactos (positivos e negativos) sentidos como mulher na área de tecnologia?

(NR) O primeiro impacto foi inclusive um dos motivos para eu entrar na área. É uma área universal, posso trabalhar em qualquer lugar do mundo exatamente da mesma forma. O que me impactou também foi a quantidade de startups com soluções maravilhosas para ajudar o mundo, nosso dia a dia etc…

Os impactos negativos… acho que o primeiro foi o machismo. Tive colegas arrogantes que me fizeram sentir inferior porque sou mulher. Esse foi um dos motivos por eu ter saído de uma das empresas. Eu preciso estar em um ambiente que eu me sinta confortável, um ambiente saudável. Hoje estou em um lugar melhor. Apesar das mulheres serem minoria, é uma empresa que apoia diversidade, e todo mundo se ajuda lá dentro.

(B) Quais e quem são suas principais inspirações?

(NR):

Ada Lovelace, que foi a criadora do primeiro algoritmo da história!

– Todas as mulheres que se encorajam a entrar na área.

– Meu namorado, que me incentivou, e é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço. É super reconhecido na área de Ciência de Dados, e a dedicação nos estudos é de dar inveja.

(B) Na sua trajetória em tecnologia, cruzou com iniciativas voltadas para mulheres na área?

(NR): Sim! Conheci muitas iniciativas, cursos, bootcamps, meetups… Sempre indico conhecidas e amigas que estão começando. São grupos muito legais, onde as mulheres se apoiam e se ajudam. Citando alguns nomes, os que conheço são: Reprograma, Laboratoria, PrograMaria, Mastertech, PyLadies, Django Girls e JS Ladies. Além disso, tem muito grupo no Facebook e no Telegram também.

(B) A presença feminina na tecnologia vem crescendo. O que você acredita que tem impactado nesse crescimento?

(NR): Acredito que essa onda de empoderamento. As mulheres estão ficando mais fortes e cada vez apoiando umas as outras, e quando você vê um exemplo na área da tecnologia, isso te encoraja mais ainda. Queremos que essa história de “programar é coisa de homem” fique para trás. Queremos equalizar a área, com igualdade de salários e empregos, deixar esse preconceito de lado, mudar a cabeça de empresas e profissionais quadrados.

Vejo muitas empresas também dando oportunidades a mulheres e apoiando a diversidade nas empresas, fazendo isso acontecer. Infelizmente, só vejo isso em apenas empresas mais modernas, que são comandadas por pessoas mais jovens, mas isso vai mudar. Ou muda, ou as [outras] empresas ficarão para trás.

(B) Quais seus sonhos para o futuro da área? E como chegar lá? 

(NR) Meu maior sonho é uma experiência de trabalho fora do Brasil. Um dos lugares que estou de olho é Amsterdam na Holanda, pois é o segundo maior hub de tecnologia da Europa, perdendo apenas para Irlanda. Lá tem milhares de empresas incríveis para se trabalhar além da qualidade de vida que me encanta demais.

Também quero aprender novas tecnologias, como back-end, pois pretendo ser Fullstack daqui um tempo. Ou então, quem sabe, eu não me apaixono por alguma outra área da tecnologia, como machine learning ou inteligencia artificial…

Mas acho que meu maior sonho, hoje em dia, seria estudar astrofísica e trabalhar na SpaceX, rs. É um sonho distante, mas quem sabe né?

Para chegar lá, seria estudando MUITO! É uma coisa que faço muito e acho que não vou deixar de fazer tão cedo. Então estudem!


Para saber mais sobre a área de Tecnologia, confira o Descobrindo Áreas #3 e mate sua curiosidade! :3

Placa com os dizeres "Lady Boss" sobre mesa

Mulheres na Liderança: Insights da CSW63

Esse post faz parte da série sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, a Lu conta sobre o que rolou no painel sobre Mulheres na Liderança, e compartilha os melhores insights que saíram essa prosa! Cola com a gente e confira!

Oi gente bonitaaaa!

Dessa vez vim falar do tãão sonhado e falado tema Mulheres na Liderança!

Já comentei com vocês algumas vezes (no webinar, no insta, etccc) que o meu painel favorito na CSW foi esse. E não é à toa! Nele, estavam presentes lideranças femininas de vários meios: tech, governo, corporativo, acadêmico… Imagina só essa troca?! Vou passar aqui pelos principais pontos desse bate papo maravilhouser, começando por:

Planejamento e cooperação

Acho bacana começar por esse ponto pois foi central em todas as falas do painel. Pensa só: as nossas divas começaram de algum lugar, né? Foi muito rico ver como todas tem essa consciência bem evidenciada até hoje, em suas posições de liderança.

Todas querem deixar um legado em suas organizações para renovar a cultura organizacional e atualizar alguns costumes e padrões que muitas vezes deixam de fazer sentido. (Lembra que falei como é importante olhar nosso entorno?) Muito desse trabalho passa pelo próximo ponto:

O que é uma boa liderança?

Voltadas para uma mudança sustentável a longo prazo em suas organizações, as divas vem pensando na questão: o que é uma boa liderança?

Para isso, foram conduzidas diversas conversas de construção conjunta dentro de suas áreas. O curioso é que mesmo vindas de meios bastante diferentes, elas encontraram similaridades nos desafios como mulheres na liderança: os resquícios daquele modelo top-down, do chefe mandão, sabe?

Essa é uma questão que vem aparecendo bastante no mundo corporativo como um todo, e o mercado vem se atualizando bastante. O que foi ressaltado aqui foram, perceba, os resquícios. E, ainda, os resquícios que afetam a liderança feminina (que é o tema do painel, né?)

A trajetória até a liderança

Mesmo vindas de áreas diferentes, as histórias são similares: muita entrega, trabalho, dedicação e estudo. E ai vem o primeiro cargo de líder, a primeira equipe a liderar. Nesse momento, as participantes evidenciaram a dificuldade de se fazer ser lida como líder.

Elas pediam algo e não rolava, algumas piadinhas, atrasos, etc. E não entendiam muito bem por que. Foi muito envolvente esse momento do painel, por que todas se surpreenderam com a similaridade de suas vivências. Aquele alívio de saber que não foi só você, sabe?

Então elas passaram a entrar num “papel” de líder: se faziam mais duronas, mais bravas. Até que, anos depois, passaram a se sentir desconfortáveis por não se sentirem femininas! Verdade, de passar a ser ver muito masculinizada. Olha que loucura! E, nesse ponto, já mais seniors em suas organizações, passaram a pensar o por que dessa trajetória e como poderiam cortar esse ciclo.

O plano

Para estruturar um planejamento eficaz na construção de uma nova forma de liderança, foram traçados alguns pontos cruciais. Vou passar aqui os 3 pontos que apareceram em mais de uma fala (FIKDIK q deve ser importante meixxxmo)

O líder como mentor e mentorado

Ou seja, a mentoria vista como o estilo de relacionamento do líder para com sua equipe, assim como uma mentoria individualizada para o líder. É importante para o líder pensar em quais são os objetivos daquela liderança. E entender que, individualmente, sua equipe também requer essa mentoria. E entenda mentoria como troca, e FOCO, onde entra a tão famosa empatia. Provocar espaços e possibilitar trocas mais horizontais reflete em equipes mais unidas, motivadas e em mais entrega.

Nossos valores e crenças são muito influenciados pela nossas vivências

Olha a empatia aqui de novo! Pensa assim, cada pessoa tem sua história, suas dores, suas vitórias. Isso resulta num leque de valores e crenças específicos (alguns socialmente compartilhados, lógico). O bacana de espaços de trabalho diversos e horizontais e a possibilidade de olhar um mesmo problema por diversas perspectivas. E permitir-se olhar pelos olhos dos outros é muito enriquecedor. Permita-se!

Valorizar o autêntico

Muitas vezes dá aquela sensação de manada, né? O foco aqui é autoconhecimento. Sim, temos as mesmas skills técnicas, mas nós nos complementamos nas nossas capacidades únicas: podemos ser a musa da pesquisa, a rainha da leitura dinâmica, a deusa em entreter… As possibilidades são inúmeras porque nós somos muitas! Olha que beleza!

E o que nós podemos fazer com essas infos?

É a pergunta que não quer calar, né @?

Olha, falando aqui, de brasileira para brasileira, sabemos que tem algumas responsabilidades que, historicamente, tem ficado mais com a mulherada. O cuidado com a casa, filhos, os idosos da família, etc… Isso vem sendo super conversado – o que é muito bacana! Então, independente de qual seja a sua posição nessa conversa, vale fazer parte dela e, buscar, todxs juntxs, uma solução!

Quantas mães tem a sua empresa? Quais são os benefícios e auxílios dados pela empresa pra elas? Como são divididas as tarefas na sua casa? Tem muuuuito pano pra manga aqui, e, por isso, tenho certeza que serão trocas bem bacanas!

E outra coisa que não sai da minha cabeça: o que que é esse papo – em pleno século 21 – que homem não pode chorar, que tem que ser o provedor coisa e tal? Geeente, não cola, né? Esse é outro papo muito saudável de se ter!

São várias as discussões que podemos abrir aqui, e é exaaatamente isso que podemos fazer com essas infos: vamos conversar! Vamos entender melhor um ao outro, de onde viemos, para onde queremos ir e construir isso tudo junto! Vivemos divergências dos mais diversos tipos, sem dúvidas.

O que trago desse painel com muito carinho para esse post é: com conversas, cooperação e escuta ativa, é possível sim construir um futuro melhor.

Quer saber mais sobre os paineis que rolaram na CSW63? Clique e confira todos os conteúdos que a Lu compartilhou com a gente!

Luiza Kormann em frente a painel com os dizeres "CSW63 - Comission on the Status Of Women 8th March 2019"
Luiza Kormann

CSW63: Desenvolvimento feminino no mercado de trabalho

Esse post faz parte da série de post sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, ela explica quais são as peças-chaves para o desenvolvimento feminino no mercado de trabalho: protagonismo e educação. Confira!

Luiza Kormann

E aí, mulherada, tutupom?

Nós, mulheres, queremos arrasar no mercado de trabalho, em ambientes mais equitativos, com maior espaço para nossa voz e mais respeito, certo?

Para alcançarmos todas essas coisas – e tantas mais – é importante, antes de tudo, respirar fundo. Juro que isso ajuda (meditar ainda mais, viu?). Pensar em cada um desses itens, e ainda mais neles todos juntos, dá um mini desespero, já que parecem grandes e distantes demais.

Daí vem a lição número 1 da CSW para nosso desenvolvimento no mercado de trabalho. Se liga!

Quer saber mais sobre a CSW? Clique aqui e confira todos os conteúdos que a Luiza compartilhou com a gente!

Lição 1: Pensar macro e agir micro

Isso muda tudinho, é sério. É como aquela depressão que bate depois de assistir Oceano de Plástico e pensar “Meu deus, o mundo vai acabar, o que estamos fazendo com o planeta, socorro!” Convenhamos, esse sentimento não vai mudar muita coisa, correto?

Só que aí, no dia seguinte você percebe que o seu prédio não recicla. Então a bonita vai lá, fala com o síndico. Depois entra em contato com a prefeitura, entende o funcionamento de coleta seletiva na rua, fala com os vizinhos e TCHARAN: leva a coleta seletiva para seu prédio.

Isso mudou alguma coisa. Viram a diferença?

Quando falamos da nossa trilha de carreira, é a mesma coisa. Se ficarmos focadas no macro, realmente o desespero é grande. Isso porque a concorrência é grande, porque o momento brasileiro não está dos melhores, porque falta tempo… Os “porquês” aqui são inúmeros. E devem ser sim contabilizados. Mas de maneira produtiva.

Se a concorrência é voraz, que nos capacitemos mais. Se o momento econômico do país está estagnado, que nos preparemos para encarar. Se nos falta tempo, que nos organizemos melhor. E por aí vai.

Lição 2: Seja sua monografia

Lembra? Aquela do TCC? Ela mesma. Você desenhou seu TCC. Construiu um objetivo geral, estabeleceu metas e entendeu o propósito daquelas mínimo 30 folhas A4, escritas em arial 12 e espaçamento 1,5.

Agora, perceba o absurdo: seu TCC teve propósito, mas a autora não tem. Não dá né, @?

Ter um plano de vida não significa que precisa ser aquilo e pronto, acabou. Os planos mudam, e nós nos adaptamos a essas mudanças. Assim como provavelmente aconteceu com o seu TCC, não é?

O importante é não ficar inerte na vida, esperando a posição dos sonhos cair no colo. Inclusive, como falar que a posição é dos sonhos antes de traçar esses objetivos? Existe um risco constante de sonharmos os sonhos dos outros, e sucesso nenhum vem disso, tenha certeza.

A importância desse objetivo de vida está, principalmente, como ferramenta de autoanálise. Uma vez assisti uma palestra da diva icônica Maira Habimorad (assistam as jornadas Toque de Expert com ela gente, sério!) onde ela compartilhou um ritual dela que copiei: todo dia antes de dormir penso no que aprendi de novo aquele dia.

E então tomei a liberdade de anexar uma pergunta extra a esse ritual: o que fiz para chegar mais perto do meu grande objetivo?

Então, entenda esse objetivo como um ponto de referência, um norte na vida. Os objetivos menores deverão te aproximar desse norte, o propósito deverá estar intrinsecamente conectado a cada um desses pontos. Ter esse norte facilita tudo.

Lição 3: Work it

Então recapitulando rapidinho: já demos aquela respirada, já temos propósito, objetivo, um plano bem desenhado. E agora? Gata, parafraseando Missy Elliott, “Work It!”.

A bonita acha mesmo que só porque escreveu no post it, nas notas do celular, planner ou [insira aqui seu método de escolha] vai acontecer? É mesmo?

Então vem com a Lulu fazer aquele reality check, viu amores? Porque não é bem assim não. Sorry.

Tem muita ralação entre você e seus objetivos de vida. Seja ele qual for.

Temos o direito de escolher nossos caminhos, e cada um deles apresentará desafios próprios: a mulher que quer seguir carreira política enfrentará seus obstáculos, assim como a que quer empreender, brilhar no mundo corporativo, etc.

Protagonismo é chave, gente. Sério. Anota junto com o plano de vida. Cria um ritual pra te lembrar disso (eu escuto o álbum Lemonade, da Beyoncé).

Seja lá qual for seu norte, faz isso: olha pra ele, e olha para onde você está agora. Qual o gap que te separa do seu objetivo? O que é necessário fazer para chegar lá? Olha pra quem já está nesse norte (se tiver uma mulher, melhor ainda). Criar esses ídolos é um super caminho pra se inspirar também, porque você pode analisar a trilha de carreira dessa pessoa.

Depois disso, vai. Só vai.

Lição 4: “Girls, you gotta know your stuff”

Muitas coisas me marcaram na CSW63 e, sem dúvidas, uma delas foi essa frase, do painel sobre Educação no Empoderamento Feminino. A ligação entre essas duas grandezas é, com certeza, diretamente proporcional. E, quando aplicada ao nosso desenvolvimento no mercado de trabalho, a educação acompanha cada um dos passos em direção ao nosso norte.

Perceba: se estamos em um ponto e nosso norte em outro, o que faremos para encurtar essa distância, para chegar mais perto? Estudar. Estudar o mercado que escolhemos, nos estudar (o famoso e tão importante autoconhecimento), estudar novas capacidades técnicas, outros idiomas. Estudar é uma situação contínua na vida – e ainda bem que aprender coisas novas é tão gostoso!

Vamos estudar nos objetivos menores (da graduação ao primeiro estágio até a primeira promoção e por ai vai) e também enquanto estivermos nessas “casinhas”. Pensemos em um tabuleiro, lembra do Jogo da Vida? Então.

Independente da casinha que estiver, seja escola, faculdade, estágio, emprego, temos que estar sempre preparadas para cada uma de nossas entregas. Porque seremos cobradas. We need to know our stuff.


Não vacila e não perca mais nenhum conteúdo da Lu sobre a CSW!

Webinar: CSW63 da ONU com Luiza Kormann

Confira os detalhes do que rolou no maior evento sobre gênero do mundo: aComissão sobre o Status da Mulher (CSW63) da ONU!

Entre os dias 11 e 22 março rolou o maior evento da ONU sobre a questão de gênero. A 63ª edição da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63) acontece na sede da ONU em Nova York. A Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, esteve presente para acompanhar esse encontro global!

A Lu participou de um Webinar incríiivel pra falar tudo o que aconteceu na CSW63! Ela contou todos os detalhes desse eventão e respondeu todas as perguntas da galera sobre a CSW.

Além disso, ela compartilhou com a gente os melhores insights do encontro numa série de posts incríveis! Ela explica temas como a mulher no mercado de trabalho, mulheres na liderança, além do papel do homem no empoderamento feminino.

Clique aqui e acesse a série de conteúdos exclusivos que a Lu dividiu com a gente!

O que rolou no Webinar da CSW63?

A Lu explicou pra gente tudo sobre o evento! Se liga:

O que é a CSW?

A Comissão sobre o Status da Mulher é o principal espaço de debate sobre a temática de gênero na ONU. A Comissão, que existe desde 1946, atrai participantes de todo o mundo. Tanto representantes de estado quanto membros da sociedade civil se reúnem para discutir a evolução da equidade de gênero na comunidade internacional.

Como funcina a CSW?

A Lu explicou como que funcionou a CSW! Além dos painéis oficiais, ela contou que rolaram diversos eventos nas redondezas da sede da ONU – os side events. Além disso, ela deu dicas incríveis para conseguir participar desse eventão!

Na CSW são debatidos dois temas. O principal, que é o guia da edição, e o revisado, que aborda questões de edições passadas. Em 2019, o tema principal foi Sistemas de proteção social, acesso à serviços públicos e infraestrutura sustentável para igualdade de gênero e empoderamento de mulheres e meninas.

Qual a ligação da CSW com o bettha?

Meu correligionário, fique ligeeeiro! Nesse evento rolaram váarios paineis sobre mercado de trabalho e educação. E vamos combinar: debater Educação e Mercado de Trabalho é a cara do bettha!

A gente sabe que não vivemos em um mundo de algodão doce. Por isso, temos consciência da importância de compreender e debater o mundo que nos rodeia! Só assim seremos melhores que ontem, todos os dias.


Assista na íntegra ao Webinar com a Luiza e fique por dentro de todas as informações sobre a CSW63!

Luiza Kormann em frente a painel com os dizeres "CSW63 - Comission on the Status Of Women 8th March 2019"

Qual o papel do homem no empoderamento feminino?

Volteeeei! E, dessa vez, vim falar de um assunto polêmico – e um dos favoritos: a participação dos caras no empoderamento feminino. Como é essa participação? Como podemos (e esperamos) contar com o apoio deles?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Como é um assunto um pouco cabeludo, vamos por partes, belê?

Acho que a primeira coisa que é super importante ter em mente é que a pauta de empoderamento feminino é, como o nome diz, a priori, da mulherada. E isso não significa que os caras não tem um papel crucial para conseguirmos alcançar, coletivamente, nossos objetivos.

E Lu, por que o empoderamento feminino é tãão importante pra todo mundo (incluindo os boys)?

  • Um estudo da IBGC identificou que 7,2% é a participação feminina nos conselhos administrativos das empresas brasileiras. Para os conselhos fiscais essa participação está em 9% e, para as empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores, 33% dos membros são mulheres;
  • O estudo da Peterson Institute for International Economics com 22 mil empresas de 91 países identificou que a presença feminina em cargos executivos está associado ao aumento de lucros da empresa. A relação é estimada em 30% de aumento na participação feminina a 15% de aumento de lucros.
  • Apenas 32% das mais de 900 empresas que participaram da pesquisa Panorama Mulher 2018 informaram possuir uma política interna para igualdade de gênero. Mesmo naquelas que tem, a participação feminina em cargos de liderança permaneceu baixíssima (é de engolir seco mesmo!)

Agora que já sabemos que essa é uma pauta que interessa todo mundo, vamos mergulhar em como a rapeize pode ajudar. Bora?

Perceber os espaços

Vocês já pararam para reparar a proporção de homens e mulheres na sua empresa? E em papeis de liderança? Empresas como a Dow, IBM, Avon e Unilever contam com comitês internos para fomentar o empoderamento feminino. A sua empresa tem algum espaço desses?

Levantar esses questionamentos não só é importante para a sua empresa, como também para você, caro colega! Quando nos preocupamos com questões que estão além de problemas individuais, trabalhamos nossa habilidade de empatia, exercitamos uma visão de negócios muito mais responsável e, de quebra, aumentamos o relacionamento com as colegas de trabalho – porque ninguém vai pagar o micão de não envolver azamiga em uma pauta dessas, né?

Homem não chora?

Rola um estranhamento natural entre os caras quando surge a pauta de gênero, o que é bem natural. O que é desconhecido é estranho, e, até aí, beleza. Para enfrentar esse distanciamento, buscar conhecimento e participar dos espaços que são abertos aos homens é um primeiro passo bem bacana.

Já diria ET Bilu

Troque ideia com as amigas, colegas de trabalho e tudo mais. Esteja pronto pra embarcar em uma jornada super enriquecedora, à la Fabio Porchat na nova série Homens. E aqui seguem 2 spoilers dessa jornada:

  • Sabe aquele esteriótipo de machão? Lidar com ele é superimportante para você, colega, que escutou muito tempo que homem não chora. Entrar em contato com emoções, desejos e vontades é um exercício posto no âmbito da feminilidade, sendo, ao meu ver, um dos fatores da sociedade de hoje que mais fere os homens. Tanto a nível pessoal, tendo que “pagar de durão”, quanto nas demais esferas da vida. Pensa em um movimento que vai ser libertador pra ti!
  • Já batemos bastante nessa tecla aqui: capacidades humanas estão em alta. E empatia e escuta ativa só serão profundamente desenvolvidas seeeee aqueles exercícios de entrar em contato com as emoções forem praticados! Bora embarcar nessa junto, as amigas vão ajudar, não tenha dúvida!

Trabalhos domésticos e cuidados

Sabia que, no Brasil, o principal empecilho para a mulherada estudar e trabalhar são os trabalhos doméstico e os cuidados com familiares?

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada pelo IBGE, 35,4% de meninas e mulheres com 15 a 29 anos que não estudam ou trabalham fora de casa disseram que não buscam emprego por terem essa obrigação. Apenas 1,2% dos meninos e homens declararam a mesma razão para não buscarem ocupação – a principal razão deles é que não havia trabalho na região (45,4%).

Então bora compartilhar essas tarefas com as mulheres incríveis de nossas famílias?

Bater um papo com o colega meio mala

Sabe aquele cara no trampo que sempre interrompe a colega na reunião? Aquele mesmo, que faz uns comentários desnecessários, sabe? Às vezes, pode até ser um pouco como você antes de ingressar nessa linda jornada! Porque a vida é assim mesmo: crescemos e evoluímos! Com certeza na sua jornada muita gente te ajudou.

Vamos ajudar o coleguinha também, não é mesmo?

E esse papel é muito importante para o empoderamento feminino, gente. Vocês têm um acesso muuuito maior que a gente para essa task! Como existe toooodo aquele estranhamento que falamos lá no primeiro tópico, normalmente o cara já fica na defensiva com o convite inicial pra ingressar nessa jornada, ainda mais se essa pessoa for uma mina.

Caras, vocês ajudam DEMAIS fazendo essa, juro juradin!

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher(CSW63), na sede da ONU em Nova York. Esse post faz parte da cobertura do Bettha no evento! Fique ligado que ainda vão rolar váaarios conteúdos legais aqui no blog!

CSW63 da ONU: Insights com a nossa embaixadora Bettha favorita <3

Oi, pessoal! Foi tão legal invadir o insta do Bettha no CSW63 que decidimos por algumas outras invasões – e já vou avisando que serão várias, então fiquem ligados em todo conteúdo que vem por aí, viu?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63), na sede da ONU em Nova York. Não podia faltar uma cobertura do Bettha em um evento tão bacana, cheio de conteúdo sobre mercado de trabalho e educação, né @?

Euzinha, super Embaixadora Bettha, estive por lá pra contar pra vocês tudo que rolou sobre nossos temas favoritos! Pra quem não acompanhou, fiquem tranquilos que toda a cobertura está nos destaques do @betthaoficial 😉.

Foi tanto conteúdo bacana que ainda temos muito pano pra manga! Fora as próximas postagens por aqui, vai rolar um webinar incrível nas próximas semanas! Mais pra frente teremos umas outras surpresinhas – um passarinho me contou algo sobre Jornadas de Conhecimento e uma aparição no queridinho Bettha Career Experience 3.

Agora, pra começo de história, o que é a CSW63 da ONU e como funciona esse evento baphônico?

A Comissão sobre o Status da Mulher é, como já falei, o principal espaço da ONU para a temática de gênero. Desde 1946, os Estados-Membro da ONU se reúnem para definir objetivos e meios para garantir a equidade de gênero.

Para isso, a cada ano é definido um tema-chave que é debatido entre os representantes dos países ao longo das 2 semanas de evento. No último dia, é apresentado o documento final com as metas e meios definidos. Esses encontros acontecem dentro da Assembleia Geral da ONU, alguns são fechados ao público credenciado, outros abertos. Esses encontros compõem a Agenda Oficial do evento.

Fora a Agenda Oficial, acontecem os Side Events e os Parallel Events – onde a coisa realmente pega fogo! São agendas super movimentadas, com diversos eventos acontecendo simultaneamente pelas proximidades da ONU.

Se liga quanta coisa estava acontecendo!

A vontade é ter o Vira-Tempo da Hermione pra conseguir ver tudo (os entendedores de Harry Potter entenderão).

Pra gente se organizar – e não perder a cabeça –, tem um app amorzinho, o Guidebook, onde víamos a programação completa do dia e conseguíamos organizar a nossa agenda. Foi meu melhor amigo nessa cobertura!

Essa é a carinha do Guidebook!

Foram duas semanas de muita correria e muito aprendizado. Nas próximas semanas vou contar mais detalhadamente dos principais temas, mas já passo alguns spoilers:

Educação é peça fundamental pra todo mundo, ainda mais pra mulherada

Por quê? Ainda temos que nos provar muito mais, muitas vezes somos mais questionadas, então precisamos estar 10x mais preparadas. Frase chave de um dos painéis: “Girls, know your stuff!”

Essa trilha por equidade de gênero no mercado de trabalho é de todo mundo

Vocês, meninos, também podem ajudar – e muito! Fiquem de olho no seu ambiente, conversem com suas amigas. Pra provar que essa é uma pauta de todos nós, o Insper verificou que, entre 2007 e 2014, a cada 10% de aumento da diferença salarial a expansão do PIB per capita é reduzida em 1,5%.

O Brasil tem muuuuito chão pela frente para alcançarmos equidade no mercado de trabalho

O bacana é que tem muita coisa que podemos fazer individual e coletivamente! Proatividade é superimportante – tanto na vida pessoal quanto profissional –, e esse é um campo super fértil para muita ação e atitudes que fazem o bem e pegam super bem!

Reparar se na sua escola/faculdade/trabalho tem um espaço para debater o tema; questionar se na sua equipe a proporção de homens e mulheres está bacana; perguntar se a empresa tem uma política para questões de gênero, quais são e se atuam de acordo com elas… uffa! A lista é longa! A mensagem que fica é que questionamentos são importantes demais e proatividade é tudo!!

Não somos robôs, né, gente?

Com a tecnologia avançando, os especialistas apontam que no mercado de trabalho as nossas capacidades humanas são cada vez mais importantes. O mercado de trabalho muda constantemente, e essa mudança somada com o BOOM da tecnologia acarreta na valorização das chamadas capacidades humanas: aquelas que os robozinhos ainda não tem. Empatia está em alta viu, bb?


Como eu disse lá em cima, ainda tem muito pano pra manga, gente! E quem me conhece dos stories do @betthaoficial já sabe que quando em embalo falando, é difícil parar – como a boa geminiana que sou hehe…

Vou parando por aqui e na quinta-feira, 18/04, voltamos com o webinar para tirar todas as dúvidas que foram aparecendo ao longo do evento, ok? Inclusive, quem quiser tirar alguma outra dúvida pode comentar aqui também, viu? E nas próximas semanas tem mais conteúdo aqui também!

Até mais!!