Pessoas assistindo palestra com lousa ao fundo com os dizeres "Startup Day"

14 Vantagens de Trabalhar em uma Startup

Se você está envolvido no mundo da tecnologia, busca por crescimento e desenvolvimento em curto prazo, trabalhar em uma startup é para você.

Startups são empresas jovens que buscam desenvolver e escalar rapidamente seu produto ou serviço com o uso da tecnologia.

Às vezes, um notebook, uma boa estratégia e um pequeno suporte financeiro já são suficientes para tirar uma startup do papel. Acrescente trabalho duro e um pouco de sorte, e os primeiros clientes e um escritório serão as próximas conquistas.

Se você quer se aventurar nesse mundo e conhecer algumas das vantagens de trabalhar em uma startup, este artigo é para você 🙂

Como é trabalhar em uma startup?

Startups oferecem rotinas de trabalho que não são comparáveis ​​ao mundo corporativo, e isso faz parte do seu charme. Entretanto, trabalhar em uma startup está longe de ser um conto de fadas.

Muitas delas não estão transbordando dinheiro, pois ainda estão dando os seus primeiros passos. Além disso, sua estrutura, às vezes é um pouco instável.

Abaixo, você encontrará as vantagens que provavelmente incentivarão você a decidir se deseja trabalhar em uma startup.

14 vantagens de trabalhar em uma startup

1. Tudo ainda resta a ser feito

Esta é a maior vantagem de todas. Uma coisa boa sobre startups é que tudo ainda precisa ser feito.

Seu produto é tão novo que qualquer ideia ou toque que você sugerir pode contribuir para um maior crescimento.

Você nunca imaginaria trabalhar com tanta liberdade e ter a sensação de estar criando algo do zero.

2. Ambiente divertido

Por ser um time pequeno, é possível você ser próximo de todos, o que facilita a comunicação e relacionamentos mais fortes.

Além disso, como o trabalho é puxado, sempre há algumas regalias para equilibrar: cervejas, videogames, pizzas, pebolim, churrascos e outras diversões para desestressar.

3. Sentimento de pertencimento

Imagine como é complicado se destacar em grandes multinacionais com tantos profissionais e hierarquias… É difícil.

Em empresas muito grandes, é quase impossível conhecer toda a equipe. Isso pode dar a sensação de ser apenas mais um número entre todos.

Já as startups possuem equipes pequenas e coesas. Todo mundo conhece todo mundo e você tem total acesso ao CEO – que é colocado em um pedestal inacessível em outras empresas.

4. Crescimento veloz e furioso

Esta é uma das principais razões para trabalhar em uma startup: esqueça as promoções a cada cinco anos e posições inacessíveis.

Startups, quando crescem com sucesso, oferecem oportunidades para crescer muito rapidamente.

Seu modelo de trabalho permite que as pessoas ganhem experiência em menos tempo. Por isso, faz com que elas se movam rapidamente dentro da organização.

5. Amadurecimento também no estilo veloz e furioso

Trabalhar com autonomia lhe dará um senso de responsabilidade que talvez você levaria anos para adquirir em uma empresa comum.

Numa rotina de tentativa-erro, o aprendizado é muito mais eficaz e não é baseado em uma política cheia de regras de grandes corporações.

Os desafios de trabalhar em uma startup o ajudarão a identificar os seus pontos fortes e fracos. Assim, você poderá ajustá-los, potencializando sua carreira.


6. Contato com o mercado

O fato de o grupo de trabalho de uma empresa iniciante ser tão pequeno, significa que eles devem estar em contato direto com o próprio cliente.

E, como você sabe, quanto mais pessoal for o relacionamento, mais você aprenderá sobre as necessidades do cliente e do mercado. Como resultado, a prioridade será otimizar os produtos e serviços. Dessa forma, será possível garantir a satisfação do cliente.

7. Eventos, festas e happy hours

O que não faltam são eventos voltados à startups.

Esses eventos favorecem consideravelmente o aumento do seu networking. Assim, será possível criar parcerias fortes que resultam em trabalhos incríveis feitos por várias mãos.

Festas também são comuns. Happy hours, nem se fala!

Falando assim, parece que tudo é diversão, mas não é. Até mesmo a diversão tem pitadas de trabalho por trás, sempre visando uma nova parceria ou cliente.

8. Casual sempre

Trabalhar em uma startup oferece vantagens como trabalhar de regata, bermuda e chinelo. Assim, dificilmente você precisará de uma roupa mais “requintada” – a não ser em eventos, encontros com clientes ou premiações.

Essa informalidade permite trabalhar com mais conforto e sem se preocupar tanto com grandes esquemas de moda para harmonizar a cor X com a peça Y.

9. Fazendo mais com menos

O budget quase sempre é apertado em uma startup. Por isso, o objetivo é sempre fazer mais com menos.

Não há frescuras ou extravagâncias. Tudo é simples – o que não deixa de ser arrojado em algumas horas.

Você começará a ter essa mentalidade na sua própria vida pessoal, encontrando formas de realizar seus sonhos sem depender de muito money.

10. Flexibilidade e liberdade

Como o time é pequeno, geralmente cada profissional tem autonomia para definir metas, horários de trabalho, fazer home office, dentre outras coisas.

A liberdade é uma palavra comum e muito usada por quem trabalha em startups. Mas veja bem: toda liberdade requer responsabilidade.

11. Facilidade em desenvolver o líder que há em você

A autonomia é a chave para trabalhar em uma startup. Assim, ser muito dependente dos outros não o levará a resultados. Pelo contrário, o trabalho ficará estagnado, pois entende-se que você é o dono da tarefa.

Isso ajuda a desenvolver um espírito de liderança, pois você terá de tomar decisões (às vezes um tanto difíceis), resolver problemas, ter uma mente mais analítica e vestir a camisa. Para isso, precisa se portar, quase sempre, como o dono do negócio.

12. Empatia e colaboração

No mundo das startups, as pessoas se ajudam e compartilham conhecimento umas com as outras – mesmo entre startups.

Existem diversos encontros criados justamente para ter essa troca de experiências. Além disso, existe a possibilidade de você fazer um simples telefonema e conversar com outros profissionais de outras empresas, a fim de entender melhor como solucionaram problemas aos quais você está enfrentando.

13. Seu diploma não importa

Em startups, a sua formação e diploma não tem tanto peso. A sua garra, persistência, sede de conhecimento e vontade de colocar a mão na massa é que são fundamentais para você trabalhar em uma startup.

Nas startups, é comum que os profissionais não tenham formação acadêmica ou trabalhem com funções diferentes de suas formações.

O que importa mesmo é a sua vontade de aprender e fazer acontecer.

14. Recompensa com ações

Quando você já está na empresa há algum tempo, ou se você entra na startup em uma função de liderança, os donos do negócio podem te tornar um parceiro.

É claro que isso depende da startup da qual você faz parte e de como ela evoluiu desde que você ingressou. No entanto, há uma chance realista de você ser recompensado com ações da empresa.

Obviamente, isso tem prós e contras. Mas você parou para pensar no que aconteceria se a startup em que você trabalha se transformasse no próximo Instagram ou WhatsApp?


Trabalhar em uma startup pode ser um boa entrada para o mercado de trabalho – ou pode ser um trampolim para quem quer crescimento a curto prazo.

No entanto, o profissional precisa ter um perfil mais despojado, resiliente e autônomo para viver os altos e baixos comuns de toda e qualquer startup.

De um modo geral, trabalhar em uma startup pode ser extremamente gratificante. Além disso, é uma experiência essencial em um mundo no qual o digital predomina.

Conheça os bastidores por quem já vive nesse universo! Veja aqui os mitos e as verdades sobre trabalhar em uma startup.

Tenha em mente que a startup, apesar do ambiente despojado e suas informalidades, não deixa de ser uma empresa. E como em toda empresa, existem problemas, dores e limitações.

Não há empresas perfeitas, mas há empresas que permitem que você construa o ideal – de ambiente, clima e produto. Nesse ponto, as startups saem na frente do mundo corporativo.


Aqui no bettha você encontra várias vagas para diversas startups. Faça o seu cadastro agora mesmo, é grátis 😉

Passo-a-passo: como pedir aumento de salário

Quando você está em uma posição a um longo tempo ou absorvendo atividades de outra função, é natural que o seu primeiro pensamento seja pedir o aumento de salário.

Nem sempre a iniciativa vai partir da empresa. Ciente disso, você precisa se vestir de coragem e dar o primeiro passo.

A gente sabe que pedir aumento de salário é um momento delicado para qualquer profissional. Geralmente, muitos acabam evitando esse assunto, e os que tomam a iniciativa, erram por conta do nervosismo ou falta de preparo.

Pedir aumento de salário envolve diversos fatores, como uma boa argumentação para convencer o seu chefe, a avaliação do humor dele, a situação financeira da empresa, a remuneração média no mercado, e principalmente, se você está desempenhando um bom papel.

Se você avaliou cada um desses pontos e acredita que todos são favoráveis para você pedir o tão sonhado aumento, vá em frente! Mas não vamos te deixar sozinho para enfrentar esse desafio. Selecionamos algumas dicas marotas para você ser bem sucedido na sua abordagem para conseguir uma graninha extra!

#1 – Planeje-se

Antes de chamar o chefe de canto e pedir um aumento de salário, levante alguns resultados relevantes do seu trabalho que melhoraram a área ou até afetaram positivamente o negócio.

Foque em números. Por exemplo: inclua números de vendas, novos clientes que você trouxe para a empresa e responsabilidades adicionais que você absorveu nos últimos tempos.

Em hipótese alguma, coloque motivos pessoais como razão do aumento, seja gastos extras, casamento, viagem ou o que for. A empresa não é um banco. Se você está passando por algum perrengue, faça um empréstimo, mas não peça um aumento de salário.

#2 – Faça a lição de casa

Pesquise o que seria um aumento salarial adequado, usando pesquisas idôneas como um guia. Além disso, converse com pessoas que também atuam no seu mercado e possuem cargos e tempo de experiência semelhantes ao seu para ter uma ideia de valores.

#3 – Seja realista

Feito a lição anterior, você não deve pedir algo muito fora do que é praticado no mercado. Tenha um plano B caso o aumento de salário seja negado.

Faça uma contraproposta de aumento dos benefícios. Você pode solicitar um aumento no vale refeição ou obter um plano médico melhor… Analise os benefícios que você possui e como pode colocá-los na proposta.

Por mais que não seja dinheiro em espécie, isso colocará mais dinheiro no seu bolso a longo prazo.

E se nada der certo?

Mesmo seguindo esse passo a passo, você tem chances de ouvir um não, e a culpa não será sua.

O importante é levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. O mais importante é mantar a esperança firme. Assim, estabeleça com o seu chefe um prazo que vocês possam conversar sobre esse assunto novamente. E enquanto isso, trabalhe visando como você pode demonstrar suas conquistas (sem ser arrogante, ok?).

Pense positivo: se você for merecedor e a empresa estiver em condições melhores no futuro, a semente já foi plantada. Logo você irá colher os frutos.

Como fazer um vídeo profile

Vem cá, deixa eu te perguntar uma coisa: se em algum dia da sua vida te pedirem para fazer um vídeo profile, você saberia como fazer? E saberia o que dizer?

O video profile – ou vídeo de perfil é um vídeo de 1 a 2 minutos onde você resume informações relevantes sobre você de maneira clara e objetiva – sendo você mesmo!

Essa nova tendência tem mil e uma utilidades: você pode colocar o vídeo como profile no bettha, pode usar no LinkedIn como um currículo-resumo, pode enviá-lo como carta de apresentação para enviar à empresas…

Mesmo que o video profile não substitua uma conversa cara-a-cara, é uma ótima maneira de se introduzir. Nele você pode falar um pouco sobre você, sobre suas experiências, capacitações, interesses profissionais e sonhos – além de mostrar todo o seu carisma e simpatia!

Tá, beleza. E aí? Como fazer um vídeo profile?

Fizemos esse Guia para te dar uma luz na criação do seu vídeo! Tudo pronto? Então bora!

1. Escreva um roteiro

Antes de qualquer coisa – qualquer coisa mesmo – você precisa escrever um roteiro contendo tudo o que você quer falar no seu vídeo. Comece com seu nome e idade, onde mora, o que/onde estuda; depois suas capacitações, cursos, experiências e objetivos profissionais.

Mas CUIDADO! O vídeo não deve passar de dois minutos, então não inclua tooodos os detalhes do seu currículo no roteiro. Otimiza, bebê!

2. Treine o que vai falar na frente do espelho

Com o seu roteiro em mãos, ensaie o que será dito na gravação em frente ao espelho. Assim, você vai conseguir falar de forma mais natural e resumida todas as informações que você quiser passar.

Aproveite esse treino e cronometre quanto tempo você levará para falar. Se achar necessário, faça uma gravação – ou gravações – como teste. Assim, você terá uma excelente oportunidade para otimizar o seu script e a sua performance!

3. Organize o cenário

Você estará gravando um vídeo de perfil, então todos os elementos que aparecerem na filmagem serão representações de você! Por isso, é extremamente importante que você cuide dos detalhes do cenário
onde o vídeo será gravado.

Realize a gravação em um ambiente calmo, silencioso e sem influências externas. Assim, o foco estará no que realmente importa: você!

O ambiente escolhido como cenário tem que estar de acordo com a mensagem que você quiser passar sobre você! Independente do
lugar escolhido, é muuuuito importante que que ele esteja
organizado, beleza?

4. Luz, câmera, ação!

Além do roteiro, do cenário e dos ensaios, uma boa gravação também envolve uma boa infraestrutura. Beleeeza, mas o que seria uma boa infraestrutura?

Um vídeo com boa infraestrutura envolve boa iluminação, bom enquadramento e som audível. Esses são elementos cruciais para
um bom video profile!  

A dica é a seguinte: use os ensaios para realizar testes de som e de iluminação! Não fique contra a luz, fique no centro do vídeo e tente
falar em alto e bom som – só não precisa gritar, okay? Aproveite e
procure seus melhores ângulos ;D

5. Edição

Se quiser dar um toque final ao seu vídeo, faça isso no momento da edição. Não importa se você for usar o Adobe Premiere ou Windows Movie Maker, o essencial agora é que possíveis falhas sejam corrigidas – como aumentar volume do áudio ou corrigir iluminação.

Não se esqueça: o vídeo total não deve passar de 2 minutos. Se for necessário, não tenha medo de cortar pedaços da gravação!

Bônus: O que falar no vídeo profile?

Para um processo seletivo, você precisa apresentar as informações mais importantes sobre você e sobre as suas experiências! Mas o que exatamente falar?

Fale sobre você

As informações mais importantes que você deve compartilhar com o recrutador são sobre você – afinal, o vídeo é seu, né kkk. As infos essenciais são:

  • Onde você que você estuda;
  • Previsão para formatura;
  • Onde você mora;
  • O você AMA fazer;
  • Aquilo que você não ama tanto assim.

Fale sobre suas experiências

Gente, nem toda experiência vem de carteira assinada! Mesmo que você não tenha experiência formal, várias atividades podem ser consideradas. Vale tuuudo pra que o recrutador entenda todo o caminho que você percorreu até esse momento! Se liga no que você pode falar no vídeo profile:

  • Participação em empresa júnior do curso;
  • Projeto topíssimos na faculdade;
  • Atividades acadêmicas;
  • Trabalho Voluntário;
  • Estágio.

Clique aqui e descubra como usar todas as suas experiências acadêmicas no currículo!

Fale sobre seu maior desafio

Pra falar sobre os seus desafios, você deve pensar nos momentos em que você se superou. Sabe? Quando você achou que já não tinha saída, mas que conseguiu dar a volta por cima!

Por isso, fale de uma situação desafiadora que você enfrentou – e como você conseguiu superá-la!

Fale sobre seus pontos fortes

Como o objetivo desse vídeo é falar sobre você, é importantíssimo que você fale sobre o que você é bom. Mas muito bom mesmo. Se você tivesse que dizer uma coisa na qual é muito bom, o que diria?

No vídeo, fale sobre essa coisa! Para ilustrar, compartilhe situações em que esse seu talento ficou claro.


Agora ficou bem mais fácil pra fazer seu vídeo, né? Aproveita que os novos conhecimentos estão fresquinhos na cabeça e faça seu novo vídeo de perfil para o bettha 😀

Você tem perfil para fazer home office?

Graças a tecnologia, muitos trabalhos que só podiam ser realizados dentro de escritórios, se viram revigorados e sem fronteiras para trabalhar de qualquer parte do mundo, inclusive do lar doce lar. A magia para isso acontecer? Uma boa conexão com a internet e um notebook.

O fim da era industrial fez nascer a era da informação, onde conteúdo, criatividade e produtividade possuem um grande peso para realizar um trabalho e o home office se espalhou nos quatro cantos do mundo.

Ainda há países que possuem uma taxa menor de empregos nessa modalidade, mas ao longo dos anos, o crescimento é vertiginoso. No Brasil o home office já é realidade para muitos brasileiros e a modalidade só cresce em terras tupiniquins.

Essa aderência cada vez maior é explicada pelas suas vantagens: flexibilidade, equilíbrio na vida pessoal e profissional, mais tempo para família, lazer e hobbys no geral, adeus trânsito e transporte público. Já para a empresa, home office significa menos custos com infraestrutura.

Apesar da comodidade e demais vantagens que há em trabalhar de casa, a modalidade exige muito foco e disciplina para produzir e se comprometer com prazos, pois as distrações dentro de uma casa podem ser infinitas.

Team home office ou escritório?

Descubra o que é fundamental para se trabalhar como home office:

1. Organização

A organização é essencial para a vida de modo geral. Mas quando se trata do home office, ser organizado é ainda mais importante para que o trabalho seja realizado com maestria e os prazos sejam cumpridos.

Use e abuse de agenda, post it e outras ferramentas para você ter sempre à mão e à vista dos olhos. Vale tudo para estar sempre em dia com prazos e metas.

Seu planejamento pode ser feito semanalmente, após o expediente do último dia de trabalho da semana focando nas atividades da próxima semana e diariamente – todo fim do dia, liste as atividades que precisam ser realizadas e entregues no dia seguinte.

2. #Foco #Disciplina #Fé

Por mais que ao trabalhar de casa nos intervalos sejam feitas algumas tarefas domésticas como lavar louça, colocar a roupa para lavar e até fazer compras no horário de almoço, essas tarefas precisam ser estabelecidas com muito critério para que você não se veja no meio da tarde com uma vassoura na mão e um espanador de pó na outra.

Apesar do home office permitir a realização de algumas e rápidas tarefas domésticas, é imprescindível ter em mente que o horário de trabalho deve ser dedicado ao trabalho.

E aqui, vale mencionar as armadilhas frequentes de qualquer home office: TV, Netflix, games, telefonemas, visitas de familiares e amigos etc. Fique atento, pois esses são os principais causadores de horas de trabalho roubados.

Acredite, é possível não cair nessas ciladas e ser produtivo.

3. Trabalho com selo de qualidade

Não ter uma equipe de trabalho por perto pode ajudar a promover uma certa “comodidade” na entrega de trabalhos mais ou menos.

A falta de referência e diversidade de uma equipe, é uma das desvantagens possíveis do home office. Geralmente, o olhar de cada membro da equipe, traz feedbacks que melhoram a entrega do trabalho. Ser exigente consigo mesmo deve ser um exercício constante.

Tem 12 minutinhos sobrando por aí? Use esse tempo para decolar na sua carreira!

4.  Comunicação

A comunicação é parte fundamental para que não haja ruídos e possíveis conflitos na hora de produzir. Um e-mail mal redigido, por exemplo, pode prejudicar o resultado do trabalho de todos. Lembre-se que a comunicação via internet deve ser ainda mais atenta aos detalhes. Uma vírgula no lugar errado pode gerar confusões.

Atente-se ao caps lock e ao tom da sua mensagem. Talvez você queira ser apenas objetivo, mas o outro lado pode entender que você está sendo um pouco grosseiro. Revise no mínimo 3x antes de enviar a mensagem, pois você não terá o coleguinha ao lado para tirar qualquer dúvida ou corrigir alguma coisa que não foi esclarecida em um e-mail.

5. Integrar-se mesmo que a distância

Quando se trabalha remotamente, pode existir a dificuldade de se sentir parte da cultura e visão da empresa, até mesmo do contexto do projeto.

Ter reuniões semanais via Skype ou Hangouts ajudam a diminuir a distância e a sensação de não pertencimento. Além de beneficiar todo o time para que todos estejam alinhados e integrados no trabalho.

Tais ferramentas promovem o feedback constante, prática muito esquecida quando se trabalha no home office.

6. Comprometimento

Deixar claro para você mesmo o porquê está fazendo cada job é uma ótima maneira de se manter comprometido!

Se no “emprego tradicional brasileiro” você precisa a todo instante estar com as suas motivações bem vívidas para que elas sejam o combustível para o empenho e crescimento, no home office, as motivações precisam estar presentes e na visão dos olhos. Que tal anotá-las em em post its e colar no seu campo de visão?

O que te faz trabalhar no home office? O que é prazeroso nessa modalidade? Quais são as vantagens pra você? As respostas poderão dar aquele gás necessário para responder aquele e-mail, participar daquela call e entregar aquele projeto com orgulho.

7. Escritório de casa

Se a tradução literal de home office é escritório de casa, isso significa que você precisa de um espaço para trabalhar. Não vale a cozinha ou a cama.

Ter uma área dedicada para se trabalhar aumenta a produtividade e o foco. Escolha o ambiente que você possa ser agraciado por uma boa luz e monte o seu pequeno escritório com uma mesa e uma boa cadeira. A coluna agradece!

8. Dress code: roupa comum – nada de pijamas

Sim, é confortável ficar enrolado no cobertor ou trabalhar de pijamas. Mas se isso se tornar um hábito, muito provavelmente atrapalhará a sua produtividade.

Use roupas confortáveis, mas evite pijama ou camisola. Até porque você poderá ter calls no meio do dia e já pensou aparecer com aquele pijama furado pro chefe? Convenhamos que não será lá muito profissional…

9. Prioridades

Sem um gestor por perto, você deve saber quais são as prioridades do dia para que o ritmo de trabalho flua e os prazos sejam cumpridos.

Listar as atividades por categorias que façam sentido para você, ajudará a ter tudo em ordem e a dedicar o seu tempo para o que realmente precisa ser feito.

10. Pausa para o café

Aquela pausa para o café muito comum no dia a dia de um escritório ainda é válido quando se trabalha em casa.

Faça pausas de 5 a 10 minutos no dia para beber água, ir ao banheiro, tomar um café e olhar o dia lá fora.

Esses pequenos descansos ajudam a ter mais criatividade e foco para trabalhar. Não os ignore.

Por último, mas não menos importante:

11. Defina um horário de trabalho

Muitos profissionais por trabalharem de casa, acordam e já começam o trabalho e só vão parar a noite. Lá se vão 12 horas ou mais de trabalho!

Como uma das vantagens do home office é ter mais foco para se trabalhar, muitos profissionais “se esquecem” que a rotina ideal é de 8 horas trabalhadas. É claro que haverá ocasiões que pedem um pouco mais de tempo e calma para fazer algum job, mas se essas “horas extras” virarem hábito, o seu corpo e mente entrarão em colapso.

Defina o horário do seu expediente e a cumpra religiosamente, sempre que possível.

E então? Você faz parte de qual #team? Home office ou escritório?

Conta pra gente nos comentários!

Trabalhar em Startups: Mitos e Verdades

Trabalhar em startups é estar com um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições que muitas vezes são de extrema incerteza, com muito aprendizado e diversão.  

Muitas pessoas não sabem, mas o bettha também é uma startup e como muita gente tem dúvidas sobre como é ser parte desse ecossistema,  resolvemos contar alguns mitos e verdades do nosso dia a dia. 

5 mitos e verdades sobre trabalhar em startups 

  1. Startup não é tudo igual! Nem toda startup trabalha de uma maneira diferentona, com paredes coloridas e puffs. Um ambiente tecnológico e confortável não é sinônimo de startup. Nem toda startup é descolada, isso é #mito. 
  2. Quem trabalha numa startup tem muita autonomia. Sim, é #verdade. Na maioria dos casos não tem muito como ser diferente: com um time pequeno, é preciso atender muitas demandas e com isso, você tem autonomia para definir as prioridades e os caminhos para trabalhar melhor.
  3. Em startup a  hierarquia é menor. Isso também é #verdade. Em startups que estão bem no comecinho da operação, uma só pessoa acumula muitas funções. E conforme o time vai crescendo, a tendência é que existam pessoas cuidando de cada função de uma maneira colaborativa. E, já que não tem chefe, não tem ninguém para ensinar? Não, de jeito nenhum, isso é um #mito! Mesmo sem um chefe, dentro de uma startup há muita referência e aprendizados.  
  4. Outro #mito: flexibilidade infinita de horário. É #verdade que na maioria das vezes, os horários são mais flexíveis, mas, quem trabalha na área de vendas, por exemplo, tem que trabalhar no horário comercial. Não tem como fugir desse horário, já que todas as outras empresas estão trabalhando nesse horário específico. 
  5. Você vai fazer muitas coisas diferentes e algumas delas não estarão no seu job description. Isso é #verdade! Numa empresa pequena, com poucas pessoas trabalhando, você faz muitas coisas que não estavam no “combinado”. E, em muitas vezes, nem existe esse “combinado”. 

Não podíamos terminar esse texto sem dizer mais uma grande #verdade… trabalhar numa startup é MUITO divertido! 

Gostou desses mitos e verdades? Então corre pro youtube, porque a Marjô, do #teambettha, fez um webinar ao vivo falando sobre como é trabalhar numa startup e contando mais um montão de coisa! Tá tudo gravado pra você assistir a qualquer momento nesse link aqui. 

Cultura Organizacional: qual delas combina com você?

Entender a cultura organizacional de uma empresa é extremamente importante para planejar a sua carreira

Se engana quem acredita que falar sobre a cultura da organização seja um papo apenas para RHs. Hoje, as contratações são feitas em mão dupla: ao mesmo tempo em que empresas escolhem candidatos, os candidatos escolhem a empresa na qual querem trabalhar.  

E a cultura organizacional tem tudo a ver com isso! Você já parou para pensar que ela rodeia grande parte dos aspectos que te fazem querer ou não trabalhar em uma organização?

É a cultura da organização que dita quase todas as experiências que você terá dentro de uma empresa, do seu salário ao seu dress code. 

Quer saber o que é Cultura Organizacional? Dá uma olhada no nosso post Cultura Organizacional: saiba como isso pode influenciar o seu crescimento profissional

Nesse post, falaremos mais sobre os tipos de cultura organizacionais que existem por ai, boa leitura! 

Como a Cultura Organizacional é inserida na empresa?

Antes de falarmos sobre os tipos de cultura organizacional, é importante falarmos sobre como elas são inseridas dentro de uma empresa.

Geralmente, os gestores de Recursos Humanos são os responsáveis por deixar claro a cultura organizacional da empresa, tanto para os colaboradores como, em parceria com o marketing, para os clientes finais também.

Existem algumas práticas utilizadas pelos profissionais para enraizar a cultura organizacional para a equipe, são elas:

  • Histórias: são contadas histórias e experiências vividas desde a fundação da empresa. Vale contar lembranças, dificuldades, eventos especiais, acertos e erros. Dessa forma, fica claro às equipes o por quê de certas práticas atuais.
  • Rituais e cerimônias: são as atividades que acontecem de tempos em tempos e ancoram os valores principais da empresa. Os mais comuns são as cerimônias de fim de ano, que costumam reunir todos os funcionários e são uma oportunidade para apresentações e ações que reforçam aspectos importantes da cultura empresarial.  
  • Símbolos materiais: A arquitetura do edifício, as salas e mesas, o tamanho e arranjo físico dos escritórios… todas essas coisas constituem símbolos materiais que definem algo sobre a organização. Os símbolos materiais constituem a comunicação não verbal e são muito importantes. 
  • Linguagem: Muitas empresas usam a linguagem como uma forma de identificação. As organizações desenvolvem termos próprios para descrever equipamentos, escritórios, cargos, clientes ou produtos. A maneira como as pessoas se vestem, por exemplo, também são uma forma de expressão da cultura organizacional.

Os tipos de Cultura Organizacional

Existem algumas classificações para diferentes formatos de cultura organizacional dentro das empresas:

  • Cultura do poder: As organizações que refletem essa cultura são as que concentram o poder de decisão em uma só pessoa, normalmente o dono da companhia ou o diretor da empresa. Como o poder de decisão fica concentrado em apenas uma visão, o crescimento da empresa pode ser limitado – e limitante – e não permitir o crescimento e desenvolvimento de habilidades dos colaboradores.
  • Cultura de papéis: Na cultura de papéis, o foco é ter regras, cargos e funções bem definidas. Diferente da cultura de poder, há mais espaço para gestores e equipes tomarem decisões, porém ainda há rigidez. Cada colaborador tem um limite de espaço onde pode atuar, sem sair da sua função estabelecida. 
  • Cultura de tarefas: As empresas que trabalham com a cultura de tarefas se destacam, pois o foco está na entrega de projeto. Na maioria das vezes, se dá liberdade aos especialistas das equipes para agirem da forma que quiserem, desde que cumpram a tarefa definida. Esse tipo de empresa costuma contratar profissionais especializados em resolver os problemas e trazer criatividade e soluções aos projetos, o que traz muito conhecimento à organização.
  • Cultura de pessoas: Nesse tipo de cultura, o colaborador é a prioridade, tendo espaço para dar ideias e pontos de vista que serão realmente levados em consideração. E o mais bacana é que essa cultura não se importa se você é estagiário ou diretor da equipe, se você apresentar uma nova ideia ou solução, ela será acolhida.

Vale lembrar que muitas vezes, uma empresa mescla diferentes aspectos de cada cultura organizacional para criar a sua própria. 

Agora que você sabe que existem diferentes tipos de cultura, fica mais fácil pesquisar sobre alguma empresa e identificar se você vai se sentir feliz, respeitado(a) e com vontade de crescer dentro da organização na qual você escolheu participar do processo seletivo.

Nós ficamos muito felizes que você possa ter contato com esse tipo de informação. Afinal, você tem valor e direito de escolher se quer dedicar sua energia à empresa que está te recrutando.

Cultura Organizacional: saiba como isso pode influenciar o seu crescimento profissional

Aprenda o que é cultura organizacional e aposte na empresa que mais tem haver com o seu tipo de personalidade.

Os tempos mudaram e agora não são apenas as empresas que escolhem com quem querem trabalhar.

Os jovens, cada vez mais conscientes do seu valor profissional e do valor do seu tempo dedicado, também estão escolhendo com quais tipos de empresas desejam atuar – o que é ótimo, já que as organizações estão sendo obrigadas a se adaptar e renovar a forma de lidar com seus colaboradores, gerando crescimentos no desenvolvimento humano.

Afinal, você passou anos estudando para se tornar um(a) profissional competente, virou noites em livros, entregou dezenas de trabalhos, leu trocentos artigos e então, nada mais justo do que trabalhar para uma empresa que saiba valorizar sua dedicação, não é mesmo?

Para que você faça a escolha certa é muito importante que você saiba que cada empresa está baseada em um tipo de cultura organizacional.

A Cultura Organizacional é quem dita tudo o que você vai viver dentro da organização: seu salário, cargo, possibilidades de atuação, forma de se vestir e chances de crescimento.

Nesse post você vai conhecer tudo o que você precisa saber sobre o tema! Boa leitura!

Afinal, o que é Cultura Organizacional?

A Cultura Organizacional define o jeitinho de ser de cada empresa, será que esse jeito combina com o seu?

Cultura Organizacional é o resultado da escolha dos valores, missão e visão das empresas, que unidas, resultam em crenças, rituais e normas que definem o “jeitinho de ser” da organização.

Essas práticas definem a essência da empresa e a forma como ela escolhe se expressar para o mundo. Desde como se organiza e se relaciona com os funcionários e clientes até a escolha da mobília, cores da identidade visual e o tipo de roupa que todos devem usar.

Viu como conhecer a cultura organizacional é importante? Através dessas informações você tem a vantagem de saber como o seu perfil pode somar na empresa e usar isso ao seu favor no momento da entrevista. E também escolher não se candidatar a uma vaga dentro de uma organização que não tem nada haver com o seu tipo de personalidade.

A Cultura Organizacional é feita de camadas – O modelo Shein

Edgar Shein foi um importante psicólogo social que criou a base dos estudos sobre cultura organizacional, através do modelo Schein, em 1980. Para o psicólogo toda a empresa têm três camadas, ou níveis, que definem a cultura da organização:

Artefatos – o que conseguimos ver

Para Shein, essa é a primeira camada que pode ser vista em uma cultura organizacional, como se fosse a casca de uma fruta.

Essa camada contempla as “coisas” concretas que qualquer um consegue enxergar, ouvir ou sentir sobre a empresa. Aqui estão a identidade visual, produtos e/ou serviços que a empresa oferece, a maneira como as pessoas se vestem e se comportam.

Também entra na camada dos Artefatos a forma como a empresa pratica a hierarquia, organograma e o grau de formalidade do dia-a-dia.

 Valores Compartilhados – o que conseguimos escutar

A segunda camada diz respeito aos valores fundamentais que a empresa tem como base e que motivam tanto os donos, como os colaboradores a continuarem fazendo o que fazem.

Normalmente esses valores são definidos originalmente pelos fundadores da empresa. Há organizações que compreendem a necessidade de serem flexíveis, como no caso de empresas familiares muito antigas, que mudam alguns conceitos de valores conforme às novas gerações e o mercado demandam.

Pressupostos – o que nos fazem acreditar

É a camada mais profunda da organização, o coração da empresa e que move todas as atividades da corporação, sendo muito difícil serem alteradas. Nessa camada estão os sentimentos, bem como o propósito da organização como um todo.

Busque conhecer a Cultura Organizacional da empresa que você está participando de um processo seletivo e aumente suas chances sobre a vaga.

Agora que você sabe que existem diferentes tipos de cultura, fica mais fácil pesquisar sobre alguma empresa e identificar se você vai se sentir feliz, respeitado(a) e com vontade de crescer dentro da empresa que você está participando do processo seletivo.

Nós ficamos muito felizes que você possa ter contato com esse tipo de informação. Afinal, você tem valor e direito de escolher se quer dedicar sua energia à empresa que está te recrutando.

Como a Cultura Organizacional da Sunstar construiu uma multinacional de sucesso

Relação horizontalizada é um dos pontos fortes da Sunstar para manter o ritmo de crescimento constante.

O grupo Sunstar é uma multinacional japonesa, com 90 anos de atuação no mercado de saúde bucal e que soube se adaptar muito bem a cada nova geração.

Pode ser que você pense, empresa japonesa com 90 anos, deve ser super tradicional! Quem foi que disse que tradição é ruim? Não, é não se a tradição da empresa for ser INOVADORA!

Foi tendo a inovação como essência desde sempre que a Sunstar hoje é sucesso em mais de 90 países, sendo a 7ª maior empresa em vendas de produtos de saúde bucal no mundo, conhecida por oferecer produtos de alta qualidade – e cheios de inovação!

Pois é, acredite, nem de longe a empresa deixa passar a ideia de ser uma multinacional quadrada e rígida.

Quer saber mais sobre a cultura organizacional da Sunstar? Fizemos um webinar com eles, vem ver!

A cultura organizacional da Sunstar

A Cultura Organizacional  do grupo é baseada em relações horizontais. Na rotina do dia a dia, o estagiário tem total poder de dar sugestões de melhorias ou de novos processos, assim como colaborar em funções e atividades de alto grau, como enviar relatórios com análises direto para diretores globais.

Diferente de muitas empresas, qualquer pessoa tem acesso ao gestor ou diretor de alguma área, quebrando a lentidão das burocracias ou a segregação das hierarquias.

Com a possibilidade de poder contar, tirar dúvidas e melhor ainda, poder trabalhar em conjunto com gestores e diretores, os jovens talentos da empresa dão um salto quântico em novas possibilidades de crescimento – e da mesma forma, a empresa ganha muito em receber a criatividade e a dedicação de gerações mais jovens e cheias de talento – O que também confere à empresa um clima mais gostoso, descontraído e cheio de energia.

Outra essência da Sunstar e que é uma consequência da autonomia que dão aos colaboradores, é o crescimento acelerado! O grupo chegou ao Brasil há quatro anos e a cada ano encerra suas atividades com mais de 90% de crescimento.

Se você, assim como a Sunstar, tem pressa de crescer, que tal se unir à equipe e fazerem isso acontecer juntos?

O grupo está em busca de jovens talentos apaixonados por inovação, dispostos a vestir a camisa da empresa, se jogar no trabalho e compartilhar seus dons e talentos com a organização.

Quer saber mais sobre as vagas que eles tem em aberto? É só clicar aqui!

Curiosidades sobre o café: entenda um pouco mais sobre essa paixão nacional.

Que o café é uma das grandes paixões nacionais, todo mundo já sabe. Nós, brasileiros, somos um dos maiores consumidores mundiais dessa bebida e consumimos em média 817 xícaras de cafezinho por ano! É ou não é muita coisa?  

O que muito de nós não sabemos é que além de consumidores assíduos, somos também os maiores produtores e processadores de café do planeta! Por isso, em parceria com a Jacobs Douwe Egberts (JDE), preparamos esse texto para te contar algumas curiosidades desse grão que move quase 30 bilhões de reais por ano só aqui no Brasil! 

  1. O café chegou no Brasil no século XVIII, trazido da Guiana Francesa

    Foi em Belém, no ano de 1727, que o café chegou às terras brasileiras pela primeira vez, trazido da Guiana Francesa. Nesta época, a muda veio ilegalmente dentro da bagagem de um brasileiro pois o grão já possuía alto valor comercial.  

  2. Quase 40% de todo o café consumido no mundo é produzido em solos brasileiros.

    A quantidade de café consumido no mundo cresce ano após ano. Em 2017, cerca de 160 milhões de sacas de café foram consumidas no mundo todo. 58 milhões dessas sacas foram produzidas em solo brasileiro, ou seja, quase 40% de toda a produção mundial.

  3. O profissional responsável pela elaboração de drinks com café recebe o nome de barista.

    Você provavelmente já viu por aí diferentes bebidas que tem como um dos ingredientes o café, certo? O profissional que os prepara recebe o nome de barista. Além de fazer bons drinks, ele geralmente conhece também toda a cadeia produtiva do café.  

  4. O termo “café expresso” foi criado por italianos muito antes das máquinas de café expresso existirem.

    Por volta do ano de 1880, surgiu na Itália o termo “café expresso”. A expressão foi criada para enaltecer o café fresquinho feito de maneira rápida, preparado com grão torrados há menos de duas semanas e por fim, moídos pouco antes da mistura. A máquina de café expresso como conhecemos hoje, só apareceu cerca de 20 anos depois, patenteada por Luigi Bezerra. 

  5. Minas Gerais é o estado brasileiro que mais produz cafés especiais.

    Embora outros estados estejam ganhando força na produção de cafés especiais, Minas Gerais ainda é o estado que mais produz safras deste tipo no país. Se antes quase toda a safra de cafés especiais era exportada, hoje, o consumo brasileiro deste tipo de café cresce por ano até 5 vezes mais que o consumo de café tradicional. 

E aí, gostou de saber mais sobre o café? Se a resposta é sim, se prepara que vem coisa boa por aí! Nas próximas semanas, a JDE vai abrir as inscrições para o seu programa de estágio 2019, uhu. As vagas são para Jundiaí, Barueri, Salvador e Pinhuim.  

 Enquanto as inscrições não abrem, que tal deixar o seu perfil xuxu beleza completando seus dados e fazendo seu vídeo profile? Caso você ainda não tenha cadastro no bettha, se inscreve na plataforma! É só entrar em www.bettha.com.

Quatro vagas para quem ainda está na faculdade

Estágio em Marketing – IFF
Para quem cursa Comunicação Social ou Design. Irá trabalhar com construção de apresentações em ppt, brifieng cotação e fup de agências de pesquisa, acompanhamento, aprovação e envio de amostras de pesquisa de mercado. https://www.bettha.com/#/company/155/job-opportunity/236

Estágio Inteligência de Mercado – Siemens
Para quem cursa Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Estatística ou Marketing. Irá trabalhar com atividades de CRM, como manuseio geral da ferramenta de CRM, input, extração e análise de dados, execução de relatórios, suporte às atividades de inteligência de mercado, análise crítica de informações e suporte ao time de vendas. https://www.bettha.com/#/company/272/job-opportunity/237

Estágio em Marketing e Vendas – W.L. Gore
Para quem cursa Administração, Ciências Econômicas, Engenharia de Gestão, Engenharia de Produção, Marketing ou Relações Internacionais. Irá trabalhar com a equipe de vendas através de atendimento ao cliente, realizando cotações, análise de propostas comerciais, gerenciamento de reclamações; Realizar interface com os demais times internos com o objetivo de garantir o abastecimento do mercado, através um bom nível de serviço, com o menor custo possível; Suportar a equipe de vendas através de pesquisa e investigação de mercado com foco em novos produtos/ segmentos; Apoiar nas necessidades da área de marketing no que diz respeito a literaturas, traduções, sites, e-mails; Apoiar a equipe de suporte de vendas em ausências planejadas e não-planejadas. https://www.bettha.com/#/company/304/job-opportunity/234

Trainee 2018 – Ipanema Coffees
Criada em 1969, a Ipanema Coffees é uma empresa brasileira focada na comercialização e produção de cafés especiais, sendo hoje uma das mais reconhecidas produtoras de café do mundo, presente em mais de 20 países. Vaga para recém-formados em Engenharia Agrícola, Engenharia de Produção, Sistemas de Informação e correlatos; A vaga pede disponibilidade para morar em Alfenas – MG e inglês fluente. https://www.bettha.com/#/company/717/job-opportunity/227

7 características que toda grande empresa está buscando nos candidatos

Você sabe que o segundo semestre é a época mais movimentada para quem deseja participar de processos de seleção para Programas de Trainee, né?! Existe um ditado que “se conselho fosse bom, não se dava, vendia”? Mas como nós do Bettha queremos ver você hoje melhor do que ontem, descobrimos algumas características que toda grande empresa busca nos candidatos – tanto para trainee, quanto para estágio.

 

Confira:

 

  1. Envolva-se! Com a missão, valores e filosofia da empresa. Afinal, se a empresa ganha, todo mundo ganha junto. Nos dias de hoje, a capacidade de trabalhar bem como uma equipa ganha cada vez mais força.
  2. Comprometa-se! Com os projetos em que trabalha e com a empresa. Cumprir os cronogramas é uma ótima maneira de otimizar a gestão do tempo.
  3. Seja pró-ativo. Assuma suas responsabilidades, empreenda, tome a iniciativa. E não deixe que o feedback tenha uma influência negativa ou positiva demais.
  4. Seja adaptável. A resiliência e capacidade de adaptação é importantíssimo para sobreviver a longo prazo em uma empresa.
  5. Saber sobre novas tecnologias. Pode ser um curso, workshop ou um intensivão com um amigo. Num momento em que a internet, as redes sociais e as novas tecnologias se tornaram grande diferencial, mostrar conhecimentos específicos é um ponto a extra para os candidatos
  1. Mostre interesse. Pela empresa, pelo setor, pelo cargo que irá se candidatar. Procurar informação sobre antes da entrevista é uma prática muito recomendado pelos especialistas.

    7. Tenha empatia! Mostrar compreensão com os companheiros de trabalho ajuda a criar um ambiente melhor, além de fortalecer as relações.

 

Quer saber mais sobre carreira? Acesse o portal Bettha e descubra.