Mulheres no mercado de trabalho: o papel do protagonismo e educação

Esse post faz parte da série de post sobre a CSW63, conferência da ONU para debater a temática de gênero ao redor do mundo. Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, representou a gente nesse evento! Nesse post, ela explica quais são as peças-chaves para o desenvolvimento das mulheres no mercado de trabalho: protagonismo e educação. Confira!

Luiza Kormann

E aí, mulherada, tutupom?

Nós, mulheres, queremos arrasar no mercado de trabalho, em ambientes mais equitativos, com maior espaço para nossa voz e mais respeito, certo?

Para alcançarmos todas essas coisas – e tantas mais – é importante, antes de tudo, respirar fundo. Juro que isso ajuda (meditar ainda mais, viu?). Pensar em cada um desses itens, e ainda mais neles todos juntos, dá um mini desespero, já que parecem grandes e distantes demais.

Daí vem a lição número 1 da CSW para nosso desenvolvimento no mercado de trabalho. Se liga!

Quer saber mais sobre a CSW? Clique aqui e confira todos os conteúdos que a Luiza compartilhou com a gente!

Lição 1: Pensar macro e agir micro

Isso muda tudinho, é sério. É como aquela depressão que bate depois de assistir Oceano de Plástico e pensar “Meu deus, o mundo vai acabar, o que estamos fazendo com o planeta, socorro!” Convenhamos, esse sentimento não vai mudar muita coisa, correto?

Só que aí, no dia seguinte você percebe que o seu prédio não recicla. Então a bonita vai lá, fala com o síndico. Depois entra em contato com a prefeitura, entende o funcionamento de coleta seletiva na rua, fala com os vizinhos e TCHARAN: leva a coleta seletiva para seu prédio.

Isso mudou alguma coisa. Viram a diferença?

Quando falamos da nossa trilha de carreira, é a mesma coisa. Se ficarmos focadas no macro, realmente o desespero é grande. Isso porque a concorrência é grande, porque o momento brasileiro não está dos melhores, porque falta tempo… Os “porquês” aqui são inúmeros. E devem ser sim contabilizados. Mas de maneira produtiva.

Se a concorrência é voraz, que nos capacitemos mais. Se o momento econômico do país está estagnado, que nos preparemos para encarar. Se nos falta tempo, que nos organizemos melhor. E por aí vai.

Lição 2: Seja sua monografia

Lembra? Aquela do TCC? Ela mesma. Você desenhou seu TCC. Construiu um objetivo geral, estabeleceu metas e entendeu o propósito daquelas mínimo 30 folhas A4, escritas em arial 12 e espaçamento 1,5.

Agora, perceba o absurdo: seu TCC teve propósito, mas a autora não tem. Não dá né, @?

Ter um plano de vida não significa que precisa ser aquilo e pronto, acabou. Os planos mudam, e nós nos adaptamos a essas mudanças. Assim como provavelmente aconteceu com o seu TCC, não é?

O importante é não ficar inerte na vida, esperando a posição dos sonhos cair no colo. Inclusive, como falar que a posição é dos sonhos antes de traçar esses objetivos? Existe um risco constante de sonharmos os sonhos dos outros, e sucesso nenhum vem disso, tenha certeza.

A importância desse objetivo de vida está, principalmente, como ferramenta de autoanálise. Uma vez assisti uma palestra da diva icônica Maira Habimorad (assistam as jornadas Toque de Expert com ela gente, sério!) onde ela compartilhou um ritual dela que copiei: todo dia antes de dormir penso no que aprendi de novo aquele dia.

E então tomei a liberdade de anexar uma pergunta extra a esse ritual: o que fiz para chegar mais perto do meu grande objetivo?

Então, entenda esse objetivo como um ponto de referência, um norte na vida. Os objetivos menores deverão te aproximar desse norte, o propósito deverá estar intrinsecamente conectado a cada um desses pontos. Ter esse norte facilita tudo.

Lição 3: Work it

Então recapitulando rapidinho: já demos aquela respirada, já temos propósito, objetivo, um plano bem desenhado. E agora? Gata, parafraseando Missy Elliott, “Work It!”.

A bonita acha mesmo que só porque escreveu no post it, nas notas do celular, planner ou [insira aqui seu método de escolha] vai acontecer? É mesmo?

Então vem com a Lulu fazer aquele reality check, viu amores? Porque não é bem assim não. Sorry.

Tem muita ralação entre você e seus objetivos de vida. Seja ele qual for.

Temos o direito de escolher nossos caminhos, e cada um deles apresentará desafios próprios: a mulher que quer seguir carreira política enfrentará seus obstáculos, assim como a que quer empreender, brilhar no mundo corporativo, etc.

Protagonismo é chave, gente. Sério. Anota junto com o plano de vida. Cria um ritual pra te lembrar disso (eu escuto o álbum Lemonade, da Beyoncé).

Seja lá qual for seu norte, faz isso: olha pra ele, e olha para onde você está agora. Qual o gap que te separa do seu objetivo? O que é necessário fazer para chegar lá? Olha pra quem já está nesse norte (se tiver uma mulher, melhor ainda). Criar esses ídolos é um super caminho pra se inspirar também, porque você pode analisar a trilha de carreira dessa pessoa.

Depois disso, vai. Só vai.

Lição 4: “Girls, you gotta know your stuff”

Muitas coisas me marcaram na CSW63 e, sem dúvidas, uma delas foi essa frase, do painel sobre Educação no Empoderamento Feminino. A ligação entre essas duas grandezas é, com certeza, diretamente proporcional. E, quando aplicada ao nosso desenvolvimento no mercado de trabalho, a educação acompanha cada um dos passos em direção ao nosso norte.

Perceba: se estamos em um ponto e nosso norte em outro, o que faremos para encurtar essa distância, para chegar mais perto? Estudar. Estudar o mercado que escolhemos, nos estudar (o famoso e tão importante autoconhecimento), estudar novas capacidades técnicas, outros idiomas. Estudar é uma situação contínua na vida – e ainda bem que aprender coisas novas é tão gostoso!

Vamos estudar nos objetivos menores (da graduação ao primeiro estágio até a primeira promoção e por ai vai) e também enquanto estivermos nessas “casinhas”. Pensemos em um tabuleiro, lembra do Jogo da Vida? Então.

Independente da casinha que estiver, seja escola, faculdade, estágio, emprego, temos que estar sempre preparadas para cada uma de nossas entregas. Porque seremos cobradas. We need to know our stuff.


Não vacila e não perca mais nenhum conteúdo da Lu sobre a CSW!

Webinar: CSW63 da ONU com Luiza Kormann

Confira os detalhes do que rolou no maior evento sobre gênero do mundo: aComissão sobre o Status da Mulher (CSW63) da ONU!

Entre os dias 11 e 22 março rolou o maior evento da ONU sobre a questão de gênero. A 63ª edição da Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63) acontece na sede da ONU em Nova York. A Luiza Kormann, Embaixadora Bettha, esteve presente para acompanhar esse encontro global!

A Lu participou de um Webinar incríiivel pra falar tudo o que aconteceu na CSW63! Ela contou todos os detalhes desse eventão e respondeu todas as perguntas da galera sobre a CSW.

Além disso, ela compartilhou com a gente os melhores insights do encontro numa série de posts incríveis! Ela explica temas como a mulher no mercado de trabalho, mulheres na liderança, além do papel do homem no empoderamento feminino.

Clique aqui e acesse a série de conteúdos exclusivos que a Lu dividiu com a gente!

O que rolou no Webinar da CSW63?

A Lu explicou pra gente tudo sobre o evento! Se liga:

O que é a CSW?

A Comissão sobre o Status da Mulher é o principal espaço de debate sobre a temática de gênero na ONU. A Comissão, que existe desde 1946, atrai participantes de todo o mundo. Tanto representantes de estado quanto membros da sociedade civil se reúnem para discutir a evolução da equidade de gênero na comunidade internacional.

Como funcina a CSW?

A Lu explicou como que funcionou a CSW! Além dos painéis oficiais, ela contou que rolaram diversos eventos nas redondezas da sede da ONU – os side events. Além disso, ela deu dicas incríveis para conseguir participar desse eventão!

Na CSW são debatidos dois temas. O principal, que é o guia da edição, e o revisado, que aborda questões de edições passadas. Em 2019, o tema principal foi Sistemas de proteção social, acesso à serviços públicos e infraestrutura sustentável para igualdade de gênero e empoderamento de mulheres e meninas.

Qual a ligação da CSW com o bettha?

Meu correligionário, fique ligeeeiro! Nesse evento rolaram váarios paineis sobre mercado de trabalho e educação. E vamos combinar: debater Educação e Mercado de Trabalho é a cara do bettha!

A gente sabe que não vivemos em um mundo de algodão doce. Por isso, temos consciência da importância de compreender e debater o mundo que nos rodeia! Só assim seremos melhores que ontem, todos os dias.


Assista na íntegra ao Webinar com a Luiza e fique por dentro de todas as informações sobre a CSW63!

Qual o papel do homem no empoderamento feminino?

Volteeeei! E, dessa vez, vim falar de um assunto polêmico – e um dos favoritos: a participação dos caras no empoderamento feminino. Como é essa participação? Como podemos (e esperamos) contar com o apoio deles?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Como é um assunto um pouco cabeludo, vamos por partes, belê?

Acho que a primeira coisa que é super importante ter em mente é que a pauta de empoderamento feminino é, como o nome diz, a priori, da mulherada. E isso não significa que os caras não tem um papel crucial para conseguirmos alcançar, coletivamente, nossos objetivos.

E Lu, por que o empoderamento feminino é tãão importante pra todo mundo (incluindo os boys)?

  • Um estudo da IBGC identificou que 7,2% é a participação feminina nos conselhos administrativos das empresas brasileiras. Para os conselhos fiscais essa participação está em 9% e, para as empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores, 33% dos membros são mulheres;
  • O estudo da Peterson Institute for International Economics com 22 mil empresas de 91 países identificou que a presença feminina em cargos executivos está associado ao aumento de lucros da empresa. A relação é estimada em 30% de aumento na participação feminina a 15% de aumento de lucros.
  • Apenas 32% das mais de 900 empresas que participaram da pesquisa Panorama Mulher 2018 informaram possuir uma política interna para igualdade de gênero. Mesmo naquelas que tem, a participação feminina em cargos de liderança permaneceu baixíssima (é de engolir seco mesmo!)

Agora que já sabemos que essa é uma pauta que interessa todo mundo, vamos mergulhar em como a rapeize pode ajudar. Bora?

Perceber os espaços

Vocês já pararam para reparar a proporção de homens e mulheres na sua empresa? E em papeis de liderança? Empresas como a Dow, IBM, Avon e Unilever contam com comitês internos para fomentar o empoderamento feminino. A sua empresa tem algum espaço desses?

Levantar esses questionamentos não só é importante para a sua empresa, como também para você, caro colega! Quando nos preocupamos com questões que estão além de problemas individuais, trabalhamos nossa habilidade de empatia, exercitamos uma visão de negócios muito mais responsável e, de quebra, aumentamos o relacionamento com as colegas de trabalho – porque ninguém vai pagar o micão de não envolver azamiga em uma pauta dessas, né?

Homem não chora?

Rola um estranhamento natural entre os caras quando surge a pauta de gênero, o que é bem natural. O que é desconhecido é estranho, e, até aí, beleza. Para enfrentar esse distanciamento, buscar conhecimento e participar dos espaços que são abertos aos homens é um primeiro passo bem bacana.

Já diria ET Bilu

Troque ideia com as amigas, colegas de trabalho e tudo mais. Esteja pronto pra embarcar em uma jornada super enriquecedora, à la Fabio Porchat na nova série Homens. E aqui seguem 2 spoilers dessa jornada:

  • Sabe aquele esteriótipo de machão? Lidar com ele é superimportante para você, colega, que escutou muito tempo que homem não chora. Entrar em contato com emoções, desejos e vontades é um exercício posto no âmbito da feminilidade, sendo, ao meu ver, um dos fatores da sociedade de hoje que mais fere os homens. Tanto a nível pessoal, tendo que “pagar de durão”, quanto nas demais esferas da vida. Pensa em um movimento que vai ser libertador pra ti!
  • Já batemos bastante nessa tecla aqui: capacidades humanas estão em alta. E empatia e escuta ativa só serão profundamente desenvolvidas seeeee aqueles exercícios de entrar em contato com as emoções forem praticados! Bora embarcar nessa junto, as amigas vão ajudar, não tenha dúvida!

Trabalhos domésticos e cuidados

Sabia que, no Brasil, o principal empecilho para a mulherada estudar e trabalhar são os trabalhos doméstico e os cuidados com familiares?

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada pelo IBGE, 35,4% de meninas e mulheres com 15 a 29 anos que não estudam ou trabalham fora de casa disseram que não buscam emprego por terem essa obrigação. Apenas 1,2% dos meninos e homens declararam a mesma razão para não buscarem ocupação – a principal razão deles é que não havia trabalho na região (45,4%).

Então bora compartilhar essas tarefas com as mulheres incríveis de nossas famílias?

Bater um papo com o colega meio mala

Sabe aquele cara no trampo que sempre interrompe a colega na reunião? Aquele mesmo, que faz uns comentários desnecessários, sabe? Às vezes, pode até ser um pouco como você antes de ingressar nessa linda jornada! Porque a vida é assim mesmo: crescemos e evoluímos! Com certeza na sua jornada muita gente te ajudou.

Vamos ajudar o coleguinha também, não é mesmo?

E esse papel é muito importante para o empoderamento feminino, gente. Vocês têm um acesso muuuito maior que a gente para essa task! Como existe toooodo aquele estranhamento que falamos lá no primeiro tópico, normalmente o cara já fica na defensiva com o convite inicial pra ingressar nessa jornada, ainda mais se essa pessoa for uma mina.

Caras, vocês ajudam DEMAIS fazendo essa, juro juradin!

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher(CSW63), na sede da ONU em Nova York. Esse post faz parte da cobertura do Bettha no evento! Fique ligado que ainda vão rolar váaarios conteúdos legais aqui no blog!

CSW63 da ONU: Insights com a nossa embaixadora Bettha favorita <3

Oi, pessoal! Foi tão legal invadir o insta do Bettha no CSW63 que decidimos por algumas outras invasões – e já vou avisando que serão várias, então fiquem ligados em todo conteúdo que vem por aí, viu?

Luiza Kormann, Embaixadora Bettha

Entre os dias 11 e 22 de março rolou o principal evento de gênero da ONU, a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW63), na sede da ONU em Nova York. Não podia faltar uma cobertura do Bettha em um evento tão bacana, cheio de conteúdo sobre mercado de trabalho e educação, né @?

Euzinha, super Embaixadora Bettha, estive por lá pra contar pra vocês tudo que rolou sobre nossos temas favoritos! Pra quem não acompanhou, fiquem tranquilos que toda a cobertura está nos destaques do @betthaoficial 😉.

Foi tanto conteúdo bacana que ainda temos muito pano pra manga! Fora as próximas postagens por aqui, vai rolar um webinar incrível nas próximas semanas! Mais pra frente teremos umas outras surpresinhas – um passarinho me contou algo sobre Jornadas de Conhecimento e uma aparição no queridinho Bettha Career Experience 3.

Agora, pra começo de história, o que é a CSW63 da ONU e como funciona esse evento baphônico?

A Comissão sobre o Status da Mulher é, como já falei, o principal espaço da ONU para a temática de gênero. Desde 1946, os Estados-Membro da ONU se reúnem para definir objetivos e meios para garantir a equidade de gênero.

Para isso, a cada ano é definido um tema-chave que é debatido entre os representantes dos países ao longo das 2 semanas de evento. No último dia, é apresentado o documento final com as metas e meios definidos. Esses encontros acontecem dentro da Assembleia Geral da ONU, alguns são fechados ao público credenciado, outros abertos. Esses encontros compõem a Agenda Oficial do evento.

Fora a Agenda Oficial, acontecem os Side Events e os Parallel Events – onde a coisa realmente pega fogo! São agendas super movimentadas, com diversos eventos acontecendo simultaneamente pelas proximidades da ONU.

Se liga quanta coisa estava acontecendo!

A vontade é ter o Vira-Tempo da Hermione pra conseguir ver tudo (os entendedores de Harry Potter entenderão).

Pra gente se organizar – e não perder a cabeça –, tem um app amorzinho, o Guidebook, onde víamos a programação completa do dia e conseguíamos organizar a nossa agenda. Foi meu melhor amigo nessa cobertura!

Essa é a carinha do Guidebook!

Foram duas semanas de muita correria e muito aprendizado. Nas próximas semanas vou contar mais detalhadamente dos principais temas, mas já passo alguns spoilers:

Educação é peça fundamental pra todo mundo, ainda mais pra mulherada

Por quê? Ainda temos que nos provar muito mais, muitas vezes somos mais questionadas, então precisamos estar 10x mais preparadas. Frase chave de um dos painéis: “Girls, know your stuff!”

Essa trilha por equidade de gênero no mercado de trabalho é de todo mundo

Vocês, meninos, também podem ajudar – e muito! Fiquem de olho no seu ambiente, conversem com suas amigas. Pra provar que essa é uma pauta de todos nós, o Insper verificou que, entre 2007 e 2014, a cada 10% de aumento da diferença salarial a expansão do PIB per capita é reduzida em 1,5%.

O Brasil tem muuuuito chão pela frente para alcançarmos equidade no mercado de trabalho

O bacana é que tem muita coisa que podemos fazer individual e coletivamente! Proatividade é superimportante – tanto na vida pessoal quanto profissional –, e esse é um campo super fértil para muita ação e atitudes que fazem o bem e pegam super bem!

Reparar se na sua escola/faculdade/trabalho tem um espaço para debater o tema; questionar se na sua equipe a proporção de homens e mulheres está bacana; perguntar se a empresa tem uma política para questões de gênero, quais são e se atuam de acordo com elas… uffa! A lista é longa! A mensagem que fica é que questionamentos são importantes demais e proatividade é tudo!!

Não somos robôs, né, gente?

Com a tecnologia avançando, os especialistas apontam que no mercado de trabalho as nossas capacidades humanas são cada vez mais importantes. O mercado de trabalho muda constantemente, e essa mudança somada com o BOOM da tecnologia acarreta na valorização das chamadas capacidades humanas: aquelas que os robozinhos ainda não tem. Empatia está em alta viu, bb?


Como eu disse lá em cima, ainda tem muito pano pra manga, gente! E quem me conhece dos stories do @betthaoficial já sabe que quando em embalo falando, é difícil parar – como a boa geminiana que sou hehe…

Vou parando por aqui e na quinta-feira, 18/04, voltamos com o webinar para tirar todas as dúvidas que foram aparecendo ao longo do evento, ok? Inclusive, quem quiser tirar alguma outra dúvida pode comentar aqui também, viu? E nas próximas semanas tem mais conteúdo aqui também!

Até mais!!

7 hacks para impulsionar o seu perfil do LinkedIn

O LinkedIn está entre as maiores redes sociais do mundo, com aproximadamente 562 milhões de pessoas inscritas na plataforma. Aqui no Brasil, ela tem se tornado a nova queridinha das pessoas, desbancando até mesmo o Facebook.

Importância do perfil do LinkedIn

A elaboração do seu perfil no LinkedIn precisa ter o mesmo cuidado tido na hora de elaborar um currículo. Erros de português, dados incompletos e falta de informações sobre experiências e formações podem distanciá-lo do emprego dos sonhos. É importante considerar que, em muitos casos, o recrutador verá primeiro o seu perfil no LinkedIn para depois visualizar o seu currículo.

Clique aqui e descubra de uma vez por todas como criar um perfil de sucesso no LinkedIn!

Elaboramos um conjunto de dicas muito além do bê-a-bá! Confira agora 7 hacks para dar aquele boost no seu perfil do LinkedIn!

1. Cause impacto logo nas primeiras linhas

Somente as três primeiras linhas de um post são vistas no LinkedIn antes que o leitor clique em “visualizar mais“. Portanto, use bem esse espaço! Escreva de forma a atrair e envolver o leitor, para dar aquela vontade de clicar em “visualizar mais”.

2. Crie o título que o recrutador está buscando

Informar que você está “em busca de novos desafios” no título não o ajudará a encontrar um novo emprego, pelo contrário. Insira um título que os recrutadores realmente estejam buscando na plataforma. Para isso, você precisará dar uma estudadinha rápida no seu mercado. Dessa forma, você poderá compreender os títulos que estão sendo procurados.

Hoje em dia, muitas empresas estão usando os nomes de cargo em inglês. Um bom exemplo é o “social media” no lugar de analista de mídias sociais ou “developer” para o desenvolvedor. Logo, a busca dos recrutadores será pelos nomes dos cargos em inglês, ao invés da língua nativa.

Pesquise qual o nome do seu cargo pretendido em inglês e atualize no LinkedIn. Você poderá ser facilmente encontrado, aumentando o número de acessos ao seu perfil.

3. Produza artigos com temas que são trends

Se você quer que os seus artigos se tornem virais, aumente essa chance usando o BuzzSumo para identificar temas que são tendências no LinkedIn.

A plataforma oferece o número de engajamento de determinado tema em diversas redes sociais. Dessa forma, você poderá basear o seu artigo em temas mais relevantes ao público – o que aumentará as chances desse texto ser encontrado no LinkedIn.

4. Responda a comentários

A resposta não é só por educação! Responder os comentários é uma forma de incrementar o engajamento nas suas publicações. Isso pode aumentar as chances de ampliação do alcance do seu post, que poderá atingir cada vez mais pessoas!

5. Entenda (e use!) as #hashtags do LinkedIn

As hashtags são tópicos de grandes audiência classificados segundo área temática. Você pode ser seguidor de diversos tópicos, como de Liderança e Gestão, Empreendedorismo, Marketing e Publicidade. As Hashtags permitem que os usuários do Linkedin “escutem” os tópicos que mais importam para eles, criando um melhor engajamento em posts de interesse.

Se a sua publicação aparecer em qualquer um desses grupos, ela pode se tornar viral. Por essa razão, crie o seu conteúdo com uma hashtag específica em mente.

Alerta: não produza qualquer conteúdo apenas para aparecer! Produza textos relevantes de acordo com os interesses e a audiência do seu mercado. #vaidarcerto #forçanaperuca

6. Tempo certo no lugar certo

Segundo o LinkedIn, o melhor período para publicar conteúdo é de manhã, no horário do almoço e início da noite entre terças e quintas-feiras. As melhores horas são entre às 10h e às 11h todas as terças-feiras.

Com isso em mente, publique os seus conteúdos nos períodos certos para atingir uma audiência maior!

7. Crie um call to action

O call to action (conhecido também como CTA) é uma forma de orientar o leitor à uma ação que você espera. Você pode indicar um material para baixar ou até mesmo engajar o indivíduo a comentar na publicação.

Com base nisso, aqui vão dois toques bem importantes:

Direcione o leitor para um link – nos comentários!

O LinkedIn reduz o alcance de publicações que direcionam o público para fora da rede social. Por isso, não coloque links nas publicações, mas nos comentários! Informe no post que o link está lá. Assim, você poderá engajar o leitor sem perder a sua audiência.

Cuidado com pedidos de comentários!

Literalmente pedir por comentários fica bem feio. Por isso, peça de maneira sutil, por exemplo: “me dê dicas sobre produtividade e foco aqui nos comentários” ou “como foi a sua experiência usando o app X?” Viu como fica melhor?


Caso você queira mais dicas para dar aquele boost no seu LinkedIn, confira o depoimento viral de Josh Fechter sobre ter alcançando 25 milhões de visualizações no seu LinkedIn em 4 meses!

Bora bombar o seu perfil no LinkedIn e aumentar as chances de ser encontrado? Então não vacila! Coloque já essas dicas em prática e arrase!

Como receber o feedback como um profissional

Mesmo quando o feedback é dito o mais delicadamente possível, aceitar críticas construtivas pode ser brutal para alguns. Todos nós preferimos que nos dissessem que o nosso trabalho é impecável, né?

No entanto, o feedback é inevitável – e estar aberto à críticas é chave crucial para o sucesso em sua vida profissional (e pessoal também). Uma boa reação, além de mostrar que você é humilde e está disposto a considerar as sugestões de outras pessoas, permite desenvolver seu trabalho. Dessa forma, você se torna um profissional muito melhor.

Aqui estão algumas dicas para você receber o feedback da melhor forma possível:

1. Reconheça boas intenções

Nós tendemos a recuar com a suspeita de algo que não se assemelha a um elogio entusiasmado. No entanto, se você quiser se tornar um profissional melhor, o primeiro passo é reconhecer a boa vontade de quem está oferecendo essa sugestão.

O seu líder não está fornecendo esses conselhos de melhorias com a intenção de ferir seus sentimentos. Na verdade, ele espera que, com o feedback, você possa ser cada vez melhor, tornar o seu trabalho cada vez mais significativo.

Então, ao invés de ficar chateado ou estressado por dentro, respire fundo e lembre-se que esta pessoa está apenas tentando ajudar – e isso é louvável.

2. Ouça ativamente

“Eu acho que você está fazendo um bom trabalho, mas …”

Você já ouviu isso antes, certo? Se você for como a maioria das pessoas, ouvirá as primeiras palavras e paralisará após o temido “mas”. Afinal, a mente começa a pensar de maneira obcecada com o fato que o trabalho não está assim… “aquela Brastemp”.

Não há como se beneficiar efetivamente de um feedback se você não o escuta por completo. Você precisa se manter comprometido e ouvir todos os pontos que o seu líder tem a fazer. Assim, você poderá retornar ao seu trabalho com o máximo de clareza e orientação possível para fazer as mudanças necessárias.

3. Faça perguntas

Quando você pensa em receber um feedback, é fácil achar que isso significa se sentar em silêncio e aceitar tudo o que for apontado pelo seu valor aparente. Mas nem sempre esse é o caso. Embora as sugestões de outras pessoas mereçam consideração, não há nada de errado em fazer perguntas sobre os apontamentos – na verdade, você deve ter uma discussão saudável para garantir que todos estejam na mesma página 🙂

Por exemplo, se o seu líder recomendar que você altere uma parte da sua apresentação, não hesite em perguntar por que ele acredita que isso seria uma melhoria. Ou, caso ele lhe diga que gostaria que você tomasse mais iniciativa em projetos em grupo, pergunte sobre as maneiras pelas quais ele acredita que você poderia fazer isso. Dessa forma, você estará plenamente esclarecido sobre o que precisa fazer.

Fazer perguntas depois de receber críticas mostra que você está levando as observações a sério, que você está buscando entendê-las e usá-las em prol do seu crescimento.

4. Resuma o feedback

Quando você está recebendo o feedback, é fácil ocorrer confusão. Portanto, para evitar que a mensagem seja mal compreendida, resuma o feedback que foi oferecido.

Isso pode ser algo como:

“Para esclarecer, você acredita que a apresentação seria mais forte se eu criasse gráficos para destacar os resultados, em vez de apenas listá-los em pontos?”

Dessa forma, você garante que o entendimento correto do que precisa melhorar antes de arregaçar as mangas e fazer as alterações.

5. Seja grato

Pode parecer contra-intuitivo agradecer a alguém por apontar uma lacuna que dará mais trabalho para você. Mas agradecer é uma coisa importante a se fazer depois de receber um feedback.

Lembre-se, existe a crítica construtiva irá ajudá-lo. O seu líder poderia deixar a sua apresentação ou projeto passar em um estado de mediocridade? Sim! No entanto, ele dedicou o próprio tempo para te oferecer uma visão diferente para melhorar a situação – e isso é merecedor de um genuíno “obrigado!

6. Acompanhamento

O feedback nem sempre é periódico. Se você está realmente com o objetivo de usar as sugestões dadas, não é má ideia basear-se em seu progresso no futuro.

Se o seu líder recomendou uma mudança em sua abordagem, agende uma conversa futura com ele para debater o progresso que você fez. Ou, se a sugestão foi um ajuste no seu relatório, pegue um feedback das alterações.

Como diz o velho clichê, as ações falam mais alto que palavras. Então, provar que você usou esse feedback vai falar muito sobre sua atitude em relação ao seu profissionalismo.


O feedback é inevitável e essencial para o crescimento. Ele existe para ajudá-lo a ser melhor em seu trabalho – o que significa que você precisa aprender a aceitá-lo e implementá-lo no seu dia a dia.

Isso pode parecer mais fácil falar do que fazer, mas não precisa ser tão complicado. Use essas dicas para começar a levar as críticas construtivas a sério e você com certeza irá crescer 😉

Webinar: Descoberta do Perfil Profissional

Olá pessoinhas da Terra! Estamos aqui para falar de um assunto MA-RA-VI-LHO-SO! No dia 12 de abril rolou um Webinar incrível sobre Descoberta do Perfil Profissional no Canal do YouTube do Bettha! 

O esquema foi o seguinte: recebemos as perguntas de vocês pelas nossas redes sociais, e respondemos todas ao vivo! Foi demaaais

O que rolou nesse Webinar?

O tema da semana desse Webinar foi Descoberta do Perfil Profissional.  

Para responder as perguntas de vocês sobre o assunto, contamos com a presença da Renata Magliocca, profissional de Recursos Humanos com muuuitos anos de carreira e muita experiência para compartilhar!

Ela é ninguém mais ninguém menos que uma das responsáveis pela criação dos perfis Bettha. Não existe ninguém melhor no mundo para falar sobre perfis profissionais que a Renata, né non? 

Como mandar dúvidas? 

Caro Xóvem, recebemos suas dúvidas no nosso Instagram (@betthaoficial) – deixamos a caixinha de perguntas lá nos nossos stories! -, no nosso Facebook e claro, pelos comentários da transmissão do YouTube!  

Essa transmissão vai ficar disponível para todo o sempre lá no nosso canal, então, se você perdeu a hora, não tem desculpa para não assistir, okay? Okay!

Vão rolar mais Webinares? 

SIM, JOVEM PADAWAN! Você terá várias oportunidades para aprender muuuito, tirar dúvidas e se tornar um Mestre Jedi do mercado de trabalho!  

Vamos fazer uma série de Webinares toda terça-feira, e vamos divulgar os temas do seguinte toda quinta-feira. JÁ É BETTHA CAREER EXPERIENCE, BEBÊ!

Tô perdidão, o que é Bettha Career Experience

Bettha Career Experience (BCE, para os íntimos) é uma experiência de carreira que vai te deixar mais preparado para os desafios do mercado de trabalho!  É uma jornada online de 6 semanas com um evento presencial (em São Paulo) ao final do processo. 

Durante todo esse tempo, rola contato com empresas incríveis, troca de experiências via webinares e acesso a conteúdos que vão te ajudar a laçar o seu emprego dos sonhos. 

No final de todas essas semanas, vai rolar um dia inteirinho com workshops, sessões de coach e entrevistas (com feedback!). 

E relaaaxa, consagrado! Esses Webinares vão ser abertos pra todo mundo <3

Ficou na vontade de participar da 3ª edição do BCE? Então clica aqui e não vacila! 

Primeiro emprego: 4 dificuldades de todo novato

São poucos os jovens que têm o privilégio de começar a trabalhar só no estágio, depois de ingressar à faculdade. A maioria dos jovens brasileiros, logo ao se formarem no ensino médio, precisam correr atrás do primeiro emprego – e é aí que começam as dificuldades no mercado de trabalho.

As principais dificuldades para conseguir o primeiro emprego são:

  • conhecer seus pontos fortes e fracos;
  • qualificação;
  • ansiedade;
  • saber mostrar suas soft skills (competências comportamentais).

Mas calma: é possível reverter esse quadro e aumentar as chances de conquistar o tão sonhado primeiro emprego.

Comece com o pé direito na conquista do primeiro emprego

A seguir, fizemos um passo a passo para te ajudar na conquista do seu primeiro emprego.

Passo 1: conheça seus pontos fortes

O autoconhecimento é a primeira ferramenta que todo ser humano precisa aprender a dominar. Quanto antes começar, melhor.

Saber quem você é, te ajuda a trilhar uma jornada profissional de acordo com a realidade e habilidades que possui. Para isso, identifique quais são os seu pontos fortes e seus pontos de atenção.

Por exemplo: se você é comunicativo, esse é um dos seus pontos fortes. E é possível fortalecer ainda mais esse ponto e até mapear oportunidades de trabalho que demandam por uma boa comunicação, como a área de vendas.

O autoconhecimento é um exercício frequente e realizado a vida inteira. Estamos sempre em constante mudança e com isso, novos desejos e conhecimentos vão se agregando ao nosso perfil.

De maneira prática, pegue um papel e caneta e pense com honestidade em quais são os seus pontos fortes. Pense também em quais são os seus pontos de atenção. Em seguida, liste como você pode aperfeiçoa-los.

Com a lista preenchida, agora é a hora de mapear áreas do mercado que você se vê trabalhando por estarem ligados aos seus pontos fortes.

Dê o primeiro passo para a sua jornada de conhecimento e prepare-se para ser melhor do que ontem todos os dias. Clique aqui e comece logo após a leitura deste artigo.

Passo 2: Se qualifique!

Você pode não ter experiência profissional, mas pode estudar e se qualificar para alguma área.

Há várias iniciativas que abrem portas de cursos presenciais e à distância, oferecendo qualificação continuada. Ao concluí-los, oportunidades de trabalho podem surgir.

Há também inúmeros cursos gratuitos pela internet que ajudam a abrir portas. Neste artigo aqui, fizemos uma seleção de excelentes cursos para os mais variados segmentos que podem ajudar a começar o primeiro emprego com o pé direito.

Cursos profissionalizantes são uma opção mais acertada para conseguir um emprego na área de estudo e o que não falta por aí são bolsas concedidas por empresas privadas.

O primeiro passo para conseguir um emprego sem qualquer experiência profissional é se qualificar. O estudo é a porta de entrada e constrói toda a jornada de um profissional que quer ser bem-sucedido.

Passo 3: Aprenda a lidar com a sua ansiedade

A ansiedade pode ser a grande ruína de qualquer pessoa, seja a que está em busca do primeiro emprego ou de quem está em busca do quinto emprego. A ansiedade pode estar presente de diferentes formas e situações, veja: a ansiedade pela busca do primeiro emprego, da entrevista, da resposta da entrevista, de começar o primeiro dia, de receber feedbacks… Viu como são inúmeras situações?

Porém, jovem jedi, cada processo seletivo e empresa, possuem o seu próprio ritmo e geralmente são diferentes do seu. Dançar conforme a música pode ser a solução. Mas o que isso significa?

Bem, na prática, significa se adaptar a realidade atual sem trocar os pés pelas mãos, e sim respeitar que há tempo para tudo, e que cada um tem o seu próprio tempo, assim como você. Tentar “atropelar” as coisas com a ideia que isso agilizará a conquista do seu primeiro emprego ou se manter nele, poderá colocar você em maus lençóis e justamente resultar no efeito contrário. Tenha calma e paciência.

Passo 4: saiba mostrar suas soft skills (competências comportamentais)

Soft skills são características da personalidade de um profissional que demonstram como ele se comporta no ambiente de trabalho. Ok, você ainda pode não ter trabalhado, mas ainda assim é possível desenvolvê-las e se preparar melhor para o primeiro emprego e os que estão por vir.

Alguns traços que os recrutadores buscam em um perfil é a sua capacidade de organização e gestão de tarefas e motivação.

É possível desenvolver suas soft skills! Temos 10 dicas para você começar hoje!

Você tem toda uma vida para descobrir e trilhar bons caminhos. Tudo tem o seu tempo e logo você conquistará o seu primeiro emprego 🙂

Se quiser uma ajudinha, conte com a gente.

Processo Seletivo: dicas práticas para lidar com a reprovação

Ser reprovado em um processo seletivo, principalmente daquele que mais se espera um “sim”, pode ser frustrante, mas se mudarmos a nossa perspectiva e deixarmos de focar no “não” e sim na experiência do início ao fim do processo, é muito provável que lições valiosas poderão ser aprendidas e aproveitadas para o próximo processo seletivo.

Negatividade atrai mais negatividade. Portanto, não se deixe abater, ficar bravo ou sentir alguma outra emoção que possa impedi-lo de lidar com maturidade. A vida é assim, e como já diria o filósofo contemporâneo Chorão, temos “dias de luta e dias de glória”. Mas é através da luta que alcançamos a glória!

Mas afinal, o que aprender e como lidar com aquele “não” de um processo seletivo que as vezes machuca mais do que o não do @? A gente te ajuda!

Lidando com o fora da @ (leia-se empresa)

1. Não se sinta um fracassado

Você ouvirá muitos outros “nãos” na vida profissional e pessoal – esse é só mais um. Ok, a expectativa era ser aprovado e agora você se sente sem rumo… Tudo bem, isso já aconteceu com muitos de nós, mas a maneira como você lida nesse primeiro momento é o que vai ditar os próximos passos.

Existem muitas empresas bacanas, vários outros processos seletivos… Esse não será o último da sua vida. Oportunidade não faltará para você mostrar a que veio. Take it easy!

Encare que esse não era o momento certo ou o desafio certo para você e que muita coisa boa está por vir.

2. Seja grato pela oportunidade

Sinta-se grato por cada processo seletivo que participa, mesmo que você não passe. É mais uma empresa que você conheceu, é mais um profissional que tem o seu contato e caso, lá na frente apareça alguma vaga com a sua cara, com certeza o recrutador te oferecerá uma oportunidade para participar de um outro processo. Sim! Isso acontece e muito.

Não é porque não rolou aquele match que as chances de trabalhar na empresa X acabaram.

Por isso, ao receber a negativa do recrutador, responda com educação e agradeça pela oportunidade. Não feche uma porta, pois a mesma pode se abrir de novo mais adiante.

dica bettha: muitas empresas dão um feedback sobre o candidato nessa hora, leia com atenção e não ignore. Esses conselhos servirão para você se aperfeiçoar e conquistar logo um novo emprego. Caso a empresa não tenha enviado o feedback, peça-o. É muito provável que o recrutador se sentirá tocado com sua atitude, pois verá que você está querendo melhorar e então, te dará um retorno.

3. Não desista!

Dependendo da expectativa que estava em torno de um processo seletivo, quando se recebe aquele “obrigado por participar, mas hoje não Faro” pode ser um verdadeiro balde de água fria.

Muitos começam a diminuir a busca por um emprego e até se recusar a participar de alguns processos com medo de não ir muito bem. Não desista!

Não é porque um processo não deu certo que os demais também não darão, né?

Quais são os ensinamentos de uma reprovação no processo seletivo?

Agora que estamos alinhados, vamos à praticidade, caso você não tenha recebido o tão sonhado feedback do recrutador.

Há detalhes, que por menores que sejam, podem desqualificá-lo de um processo seletivo e nesse caso, só você poderá avaliar: chegou atrasado? A roupa não era adequada para a vaga ou para a empresa? Foi superficial nas respostas? Deixou de realizar alguma atividade durante o processo?

Enfim, são inúmeros os erros que podem ser cometidos. Pare para pensar se algo não foi lá muito bom durante a entrevista, por mais que você não tenha percebido isso na hora, agora que não está mais na tensão, conseguirá identificar.

Mas a principal lição de uma reprovação no processo seletivo é aprender com os erros. São através deles que se pode melhorar o currículo, a aparência, o discurso, o conhecimento para conquistar um emprego.

Reflita em cada etapa e veja se você deixou de fazer algo ou fez, mas não da maneira mais adequada (acontece, perdoe-se, siga em frente!).

Vale dizer que também é possível você ter ido super bem, mas um outro candidato tinha mais qualificação para a vaga – isso acontece e com bastante frequência. E qual o ensinamento nesse contexto? Dar uma olhadinha no mercado e ver o que está sendo pedido em relação a qualificação e habilidades. Isso já pode ajudá-lo a avançar na busca do emprego dos sonhos.

Se até um pé (e você sabe onde) te empurra pra frente, porque um “não” de um processo seletivo não faria o mesmo?

A vida é muito curta para ficar remoendo o antigo processo seletivo. Chega de “hello darkness, my old friend” e venha dar match naquela empresa que combina com você e vice-versa.

5 carreiras que você pode seguir se fez engenharia

Com a recessão que estamos vivendo e com a operação da Lava Jato, houve uma diminuição no número de projetos em construtoras. Isso gerou a demissão de muitos profissionais, principalmente engenheiros. Apesar do cenário atual ser mais otimista, a taxa de desemprego no país permanece alta.

Antigamente o profissional que estudava uma determinada área, não tinha um leque tão grande de opções para se trabalhar em outras áreas, mas isso mudou e hoje, o mercado de trabalho está aberto para profissionais com formações diferentes. Habilidades múltiplas são a chave para ter um time rico e complementar e quem fez engenharia saí na frente nesse ponto.

Uma das formações que mais viabiliza opções de trabalho fora da área de estudo atualmente é a engenharia. O curso envolve habilidades de liderança, projeto, solução de problemas… Temáticas recorrentes em qualquer mercado de trabalho.

Quer saber mais sobre como funcionam as áreas de Recursos Humanos, Controle de Qualidade e Produção? O Descobrindo Áreas pode te ajudar!

5 carreiras que engenheiros podem seguir além da engenharia.

Marketing

O Marketing tem atraído engenheiros para contribuir com uma visão analítica e a compreender o alto volume de dados e números que são importantes para a área.

Aliando o bom dos dois mundos: publicidade e engenharia, a empresa saí na frente pois consegue ter uma equipe multidisciplinar. Um profissional complementa o outro, resultando num trabalho mais assertivo através de uma boa interpretação de dados.

O engenheiro de marketing geralmente é responsável pela gestão de planejamento, análise de dados, controle e operação, resultado e ROI.

Esse perfil exige mais do que gostar de números. Saber interpretar dados, gostar de publicidade e compreender o comportamento de público também são coisas essenciais.

A experiência dos engenheiros em ciências exatas possibilita uma análise de dados muito mais profunda e uma mensuração mais robusta para criar campanhas que vão de encontro ao que o público quer.

Consultoria estratégica

Esse ramo é focado em gestão para o desenvolvimento de empresas, através de pesquisas de mercado, concorrência, análises e modelos financeiros. O trabalho é realizado em conjunto com o alto escalão das empresas. Mudanças de segmento de localização também exigem esse tipo de consultoria.

O profissional desta área obrigatoriamente precisa ter raciocínio logico, excelente capacidade analítica e versatilidade para lidar com problemas complexos e dos mais variados, além da pressão.

Finanças

O ramo financeiro é amplo: bancos, empresas de contabilidade e empresas de investimentos, são alguns ramos que um engenheiro pode seguir fora de sua carreira de formação.

O perfil esperado é estratégico. Lidar com números, foco em resultado, ambição, habilidade de negociação e não se engane: a comunicação também é imprescindível.

Vendas

Um engenheiro não só pode trabalhar com vendas, ele deve!

Esse profissional realiza vendas complexas, isto é, vendas cujo ciclo de venda tende a levar semanas ou até meses e envolve muitas reuniões e muito estudo do projeto. Nesses casos, nada melhor do que um próprio engenheiro para saber o que o projeto demanda com propriedade no assunto.

Além da formação em engenharia, essa carreira exige ser comunicativo, bastante analítico, gostar de trabalhar fora do escritório visitando clientes e ser estudioso para estar um passo à frente e trazer inovação e produtos que agreguem valor aos projetos.

Música

A música é uma das áreas que um engenheiro elétrico pode trabalhar.

O seu conhecimento de matemática e física são altamente valorizados para se trabalhar com áudio.

Há pouquíssimos cursos no país para a formação de engenheiros de áudio. Portanto, a formação em engenharia elétrica abre portas para se trabalhar em gravadoras e produtoras.