Letreiro em neon escrito "Bad habits" sobre parede de tijolos

Como mudar hábitos ruins?

Nesse post, reunimos 8 dicas práticas para te ajudar a mudar hábitos ruins e sair da zona de conforto!

Você já abriu a geladeira em busca de algo para comer mesmo sem fome? Você já usou o cartão de crédito para comprar roupas e sabia que não conseguiria pagar depois?

Se você respondeu “sim” para uma das perguntas acima, saiba que não é só você. Todos nós já fizemos isso em algum momento. 

Esses hábitos ruins parecem não ter tanto impacto no presente. Mas a longo prazo, eles desencadeiam outros hábitos ruins e situações delicadas que podem colocar muita coisa à perder.

O que são hábitos?

Hábitos, por definição, são as coisas com as quais estamos tão acostumados que se tornam nosso padrão. Por exemplo: acordar todos os dias às 8h da manhã é um hábito. Ler um livro por mês é um hábito. Se eles são bons ou ruins, depende da perspectiva e contexto. 

Entretanto, sabemos que existem hábitos ruins sem precisar conectá-los a uma perspectiva ou contexto. Fumar, comer fast-food, não estudar… Esses são só alguns exemplos de hábitos ruins.

Muitas vezes, os hábitos estão tão enraizados que geram dificuldades em mudá-los. Como mudar hábitos quando precisamos quebrar o nosso padrão e rotina? Como deixar um hábito ruim e substituir por outro positivo?

O poder do hábito

Temos o hábito de todo fim de ano fazer mil promessas, que vão desde aprender novos hobbies até encontrar um emprego novo. Contudo, ano entra e ano sai e as promessas parecem não sair do papel. 

Esse hábito ruim gera expectativa. Quando percebemos que todo esse processo de mudança dependerá de quebrar padrões, as expectativas logo caem no esquecimento. Isso soa familiar para você?

Podemos considerar que há duas razões de sermos tão apegados a hábitos ruins: comodismo e estresse.

O comodismo nos impede de inovar e avançar para territórios até então desconhecidos. Fazer algo novo pode desencadear medo, ansiedade e insegurança. Sendo assim, continuamos a fazer o mesmo, pois já estamos familiarizados com nossos padrões de comportamento – já que essa é a nossa zona de (des)conforto.

O estresse, por sua vez, pode ser originado por diversos motivos, como trabalho, faculdade ou família. Na maioria das vezes, para aliviar esse estresse, criamos hábitos ruins de prazer momentâneo. Por exemplo: você está cheio de trabalho no dia. Por essa razão, você vai em um restaurante fast food. Além de ser uma solução rápida, é agradável – e a satisfação encontrada nessa via fácil acaba sendo uma válvula de escape ao estresse.

A mudança costuma ser difícil para algumas pessoas – principalmente em situações de estresses – e para compensar, exercem comportamentos que, embora não sejam saudáveis, servem a um propósito claro para nós, seja físico, emocional ou psicológico.

Descomplique os pensamentos

Já parou para pensar que quanto mais você foca nos problemas e no lado negativo das coisas, mais negativa a situação se torna? Tudo piora e parece não ter solução.

Quando pensamos que é impossível mudar um hábito, quebrar um padrão, focamos no lado negativo, o que torna a situação mais “pesada”. Pensar assim não irá ajudá-lo a mudar – muito pelo contrário, só atrapalhará.

Mudança mental não é fácil. Entretanto, é importante repensar o seu mindset para uma linha mais leve e positiva. Não importa se o copo está meio cheio ou meio vazio – ele está pela metade, entende?

#1 – Questionar

Monitore seus pensamentos e entenda os seus padrões. Quando a crise bater, pare e pense: “qual a consequência disso daqui 20 anos?” É muito provável que você não encontrará uma resposta, porque (quase) tudo é passageiro. 

Perguntar o porquê você quer fazer (ou deixar de fazer) algo também é uma boa forma de se questionar. Quais os motivos para isso? É importante que, durante essa sessão de “perguntas e respostas”, você seja sincero consigo mesmo. Não tente se enganar – lá no fundo, a gente sempre sabe a verdade.

Invista em frases mais suaves quando algo não sai do jeito que você planejou. Seja mais generoso consigo. Nem sempre as coisas darão certo – e está tudo bem.

#2 – Pense em um bom momento do passado

Lembre-se de uma conquista ou um momento marcante que te deixou feliz. Focar em momentos vitoriosos ajuda a desconstruir pensamentos de autossabotagem. Dessa forma, você trabalhará suas crenças limitantes, descomplicando as coisas.

Transforme os pensamentos

As crenças limitantes que temos sobre nós mesmos bloqueiam nosso desenvolvimento, fazendo com que tudo pareça impossível de conquistar.

O que acreditamos governa e determina as nossas ações. Toda mudança pessoal vem de dentro, vem do que acreditamos.

Existem 6 crenças principais que governam nossas ações:

  1. autoresponsabilidade: a crença que temos controle de nossas ações.
  2. autoestima: o que pensamos sobre nós mesmos e o valor que nos damos.
  3. confiança num propósito elevado: é a disposição de confiar em algo maior que a gente, podendo ser um senso de espiritualidade ou um propósito de vida.
  4. atitude positiva: é nossa disposição e força de vontade, fundamental para conseguir encontrar oportunidades e soluções construtivas a qualquer momento.
  5. crescimento contínuo (ou resiliência): é aceitar que a vida muda o tempo todo. Vivemos em constante transformação – através disso, podemos crescer e aceitar as mudanças.
  6. possuir o próprio poder (ou autorreconhecimento): é saber que você é a pessoa mais poderosa da sua vida. Você pode mudar o que quiser em você mesmo – só você é capaz disso.

Trabalhando essas questões, você será capaz de realizar uma mudança mental. Para se aprofundar mais sobre como transformar seus pensamentos, faça gratuitamente a Jornada “Desenvolva Hábitos Positivos” oferecido pela Tresemmé.

Como mudar hábitos e sair da zona de conforto em 8 passos práticos

1. Identifique os hábitos que você quer mudar

Faça uma lista de coisas que você gostaria de mudar e escolha uma para esse primeiro momento.

Você está procurando conforto na comida? Aliviar o estresse através do ato de roer as unhas? 

Isso não precisa ser um processo longo e complexo. Você descobrirá formas para mudar hábitos ruins para resultados mais saudáveis.

2. Honre sua própria sabedoria 

Você sente que não tem tempo livre, então você fica acordado tarde demais assistindo sua série favorita no Netflix. Você sabe que estará exausto e menos produtivo no dia seguinte, mas ainda assim, você prefere se sentir exausto no dia seguinte para ter alguns minutos de diversão.

O preço é um tanto alto. E já que você tem consciência que isso te fará mal, escute a sua voz interior- e obedeça.

3. Escolha algo para substituir o hábito ruim

Apenas se permitir mudar não é suficiente. Para realizar a mudança efetivamente, é preciso abordar o benefício subjacente do comportamento que você deseja substituir. 

O que você pode fazer em vez de ficar na frente da geladeira quando está estressado? Se você tem um plano, você está “armado” com ferramentas e um comportamento de substituição. 

Da próxima vez que você se pegar em frente à geladeira – sem fome – use suas novas ferramentas e tente um comportamento de substituição. 

4. Remova os gatilhos

Se você deseja um cigarro quando bebe socialmente, evite gatilhos sociais – restaurantes, bares, noites com amigos… Ao menos por um tempo, até se sentir seguro em seu novo hábito. 

Às vezes, certas pessoas são os nossos gatilhos. Lembre-se de que você acaba sendo como as cinco pessoas com as quais você mais convive. Veja quem são essas pessoas: elas te inspiram ou te atrapalham?

5. Visualize-se mudando

Você quer pensar de forma diferente sobre sua capacidade de mudar? Passe algum tempo todos os dias imaginando-se com novos hábitos. 

Quanto mais você pensa sobre algo, mais essa ideia fica gravada em seu cérebro e pouco a pouco torna-se a sua escolha padrão.

6. Monitore pensamentos negativos 

Pensamentos negativos atraem ainda mais negatividade. No final das contas, não ajudam a mudar hábitos ruins. 

Quando você pensa “ninguém gosta de mim”, você está reforçando algo negativo e que não o ajudará alguém a gostar de você. Entretanto, quando você substitui por “minha confiança está crescendo”, significa que você está trabalhando em si para se aperfeiçoar.

7. Dê pequenos passos 

Mesmo que você não consiga, imediatamente, acompanhar 100% o seu novo hábito, não desista. Por exemplo, se você bloqueou uma hora para se exercitar e precisa ir a uma consulta médica, encontre outra hora para fazer isso por pelo menos 15 minutos. Dessa forma, você reforçará que este é o seu novo hábito.

8. Aceite que, às vezes, você vai vacilar

Hábitos não mudam da noite para o dia. Os hábitos geralmente levam várias semanas para mudar. 

Mesmo que vacile, volte logo para o caminho que estava te levando à mudança e continue.

Ao longo da vida, naturalmente, vamos adquirindo hábitos ruins. O ponto-chave é não achar que isso é justificativa para você seguir com eles.

Logo que perceber que você está com um hábito ruim, já busque por novos hábitos para quebrar o padrão. É difícil, mas não é impossível.

Você tem o poder de mudar o que quiser e ser a sua melhor versão 😉

Pessoa cobrindo o rosto com vergonha sob fundo escuro

Você tem a síndrome do impostor? Descubra agora!

Muitos profissionais compartilham do mesmo segredo: no fundo, eles se sentem como fraudes. É como se tudo que eles conseguiram são do resultado de uma sorte inesperada. Esse fenômeno psicológico, conhecido como síndrome do impostor, está mais presente do que nunca.

A síndrome do impostor reflete a crença de que a pessoa é um fracasso e incompetente, apesar das evidências indicarem que a pessoa é habilidosa por mérito próprio. Em suma, é uma situação um tanto problemática.

Espelho espelho meu… Existe alguém mais impostor do que eu?

A síndrome do impostor pode assumir diversas formas, dependendo do histórico, da personalidade e das circunstâncias em que a pessoa está inserida.

Se você constantemente tem a sensação que a qualquer momento os que estão à sua volta irão “descobrir” quem você realmente é… Bem, pode ser útil considerar o tipo de impostor que você é, para que assim consiga solucionar o problema de acordo.

Especialista na síndrome do impostor, a Dra. Valerie Young, diferenciou as seguintes categorias: o Perfeccionista, a Supermulher / Homem, o Gênio Natural, o Solista e o Especialista.

Através de sua pesquisas, Young descobriu vários “tipos de competência” – ou regras internas – que as pessoas que lutam com autoconfiança tentam seguir.

Entenda os maus hábitos ou padrões que possam estar impedindo o seu pleno potencial!

5 tipos de síndrome do impostor

1. Perfeccionista

O perfeccionismo e a síndrome do impostor geralmente andam de mãos dadas. Pense nisso: os perfeccionistas estabelecem metas excessivamente altas para si mesmos e, quando não conseguem atingi-las, sentem que fracassaram na vida.

Esse perfil também pode ser bastante controlador. Do tipo que pensa que se quer algo bem feito, quem precisa fazer é ele porque ninguém mais é capaz.

Esse perfil se aplica a você? Para descobrir, faça estas perguntas:

Você já foi acusado de microgerenciar?

Você tem muita dificuldade em delegar? Mesmo quando você é capaz de fazer isso, você se sente frustrado e desapontado com os resultados?

Você sente que seu trabalho deve ser 100% perfeito, 100% do tempo?

Para esse tipo, o sucesso raramente é satisfatório, porque eles acreditam que poderiam ter sido ainda melhores. Entretanto, isso não é produtivo – e muito menos saudável.

Possuir e celebrar conquistas é essencial se você quiser evitar o esgotamento, encontrar contentamento e cultivar a autoconfiança.

Errar é humano e aprender com eles é sábio. Veja os erros como parte natural do processo de evolução. Além disso, esforce-se para fazer algo mesmo sem ter o cenário perfeito. Isto é, force-se a começar o projeto que você está planejando há meses.

A verdade é que nunca haverá o “momento perfeito” e seu trabalho nunca será 100% perfeito. Quanto mais cedo você for capaz de aceitar isso, melhor você será 🙂

2. Supermulher / homem

As pessoas que vivenciam a síndrome do impostor estão convencidas que são falsas entre seus colegas “reais”. Por isso, geralmente elas se esforçam e trabalham mais. É uma forma de encobrir suas inseguranças. Por outro lado, elas se sobrecarregam tanto a ponto de prejudicarem sua saúde mental e relacionamentos.

Responda:

Você fica mais tempo no escritório do que o restante de sua equipe? Mesmo depois de concluir o trabalho necessário desse dia?

Você fica estressado quando não está trabalhando e acha o tempo de inatividade completamente desnecessário?

Você deixou seus hobbies e paixões cairem no esquecimento por causa do trabalho?

Você se sente pressionado a trabalhar mais e mais do que os que estão à sua volta para provar seu valor?

Os workaholics da síndrome do impostor são mais viciados na aprovação dos outros do que no trabalho em si.

Ninguém – além de você deve ter mais poder para fazer com que você se sinta bem. Por outro lado, aprenda a levar as críticas construtivas para o lado profissional, não no pessoal.

À medida que você se torna mais sintonizado com a aprovação interna e é capaz de nutrir sua autoconfiança que afirma ser competente e qualificado, você poderá ter um ritmo de trabalho mais razoável.

3. Gênio Natural

As pessoas com esse tipo de perfil da síndrome do impostor acreditam que precisam ser um “gênio” natural. Assim, elas julgam sua facilidade e velocidade com base em seus esforços. Em outras palavras, se eles levam muito tempo para dominar algo, sentem vergonha.

Esses tipos de impostores colocam sua barra interna incrivelmente alta, assim como os perfeccionistas. Mas os tipos de gênios naturais não se julgam apenas com base em expectativas bobas, mas também se julgam com base em acertar as coisas na primeira tentativa. Quando eles não conseguem fazer algo rápido ou de forma fluída, o alarme soa.

Vamos as perguntas:

Você está acostumado a se destacar sem muito esforço?

Você tem um histórico de obter a melhor nota em tudo que faz?

Você foi era considerado o mais inteligente da família enquanto a ovelha negra do seu irmão não se passava de um calhorda?

Você não gosta da ideia de ter um mentor. Afinal, para que ter um se você pode lidar com as coisas sozinho?

Você costuma evitar os desafios porque é tão desconfortável tentar algo em que você não é ótimo?

Para superar isso, tente se ver como um trabalho em progresso – e não inacabado. Realizar grandes coisas envolve aprendizagem ao longo da vida e capacitação – para todos, até para as pessoas mais confiantes.

Em vez de se decepcionar quando você não alcança seus padrões impossivelmente altos, identifique comportamentos específicos e variáveis ​​que você pode melhorar com o tempo.

4. Solista

O quarto perfil da síndrome do impostor são dos sofredores que sentem que pedir ajuda revelará a sua falsidade. Não há problema em ser independente, mas não quando você recusa ajuda para provar seu valor.

Não tem certeza se isso se aplica a você? Faça a si mesmo estas perguntas:

Você sente firmemente que precisa realizar as coisas sozinho?

“Eu não preciso da ajuda de ninguém.” Isso soa familiar para você?

Você enquadra as solicitações em termos dos requisitos do projeto, em vez de suas necessidades como pessoa?

Aprenda a delegar e a pedir ajuda quando necessário. Pessoas precisam de outras pessoas para aprenderem e crescerem. A verdade é que sozinhos, nós não conseguimos sair muito do lugar.

5. Especialista

Especialistas medem sua competência com base em “o que” e “quanto” eles sabem ou podem fazer. Acreditam que nunca sabem o suficiente e temem serem expostos como inexperientes.

Você evita se candidatar a vagas de emprego, a menos que você atenda a todos os requisitos?

Você está constantemente buscando treinamentos ou certificações porque acha que precisa melhorar suas habilidades para ter sucesso?

Você já está no seu cargo há algum tempo, mas ainda sente que não sabe “o suficiente”?

Você estremece quando alguém diz que você é um especialista?

É verdade que sempre há mais para aprender. Esforçar-se para aumentar o seu conjunto de skills pode certamente ajudá-lo a progredir profissionalmente e mantê-lo competitivo no mercado de trabalho. Mas levada longe demais, a tendência de buscar infinitamente mais conhecimento pode na verdade ser uma forma de procrastinação.

Comece a praticar a aprendizagem just-in-time. Isso significa adquirir uma habilidade quando você precisar dela. Por exemplo, se as suas responsabilidades mudarem você estuda o que precisar. Em vez de acumular conhecimento que não é para o momento.

Perceba que não há vergonha nenhuma em pedir ajuda quando você precisar. Se você não souber como fazer algo, pergunte a um colega de trabalho. Se você não conseguir descobrir como resolve um problema, procure orientação de um superior ou até mesmo de um coach.

Quando você compartilha o que sabe, não apenas beneficia os outros, mas também ajuda a curar seus sentimentos fraudulentos.

Conclusão

A síndrome do impostor causa uma profunda dor rotineira e o medo de ser “descoberto” a qualquer momento, gera uma ansiedade cada vez maior.

Se você costuma atribuir suas conquistas ao acaso, ao charme, às conexões ou a outro fator externo, pare agora mesmo. Viver assim é um tanto injusto e cruel com você mesmo.

Considere hoje a sua oportunidade de começar a aceitar que você realmente é talentoso e merecedor de cada conquista 😉

Placa de pare com sinais indicando "lição de casa" e "procrastinação"

Procrastinação: a verdade que ninguém te contou

Dentre tantos males do século, a procrastinação é um dos problemas que atingiram a população mundial em cheio – e é um problema recorrente dentro e fora do escritório.

A procrastinação não se trata apenas de adiar compromissos ou tarefas, mas sim, sobre adiar a própria vida. É sobre deixar de viver experiências que podem ajudá-lo a crescer, amadurecer e dar um novo rumo para a sua jornada pessoal.

A romantização da procrastinação atrapalha identificar a raiz do problema: “porque não vou fazer isso agora?”

Procrastino, não nego. Faço quando puder

A procrastinação geralmente é entendida como uma preguiça extrema. 

“Prefiro fazer vários nadas hoje, e deixar para amanhã.” Essa afirmação faz a gente acreditar que amanhã o humor e a vontade estarão mais propícios para realizar o que precisa ser feito hoje.

De fato, a procrastinação até pode ser originada da preguiça, mas nem todos os casos são assim.

Em alguns casos, a procrastinação pode ser vista como um sinal do subconsciente de que a pessoa não está pronta para assumir uma tarefa difícil ou complicada. 

Às vezes, é um sinal de que a pessoa não tem a força interior necessária naquele momento – ou não está preparada emocionalmente.

Nesses casos, pode ser sensato adiar uma tarefa difícil que está causando estresse e se concentrar em algo mais viável, enquanto as coisas se resolvem.

Atrasando o inevitável

Atrasar o inevitável, de certa forma, faz com que você pare na vida. 

Enquanto os outros estão estudando, trabalhando de forma eficiente e crescendo em suas carreiras, planejando viagens e inúmeras outras coisas, você está parado, e ficando para trás.

Seus sonhos e planos acabam ficando em segundo plano, mesmo que você não tenha consciência disso.

Arrumar a cama e lavar a louça, são tarefas que você pode adiar, mas terá de fazer em um momento ou outro, quer queira, quer não. 

E apesar dos exemplos acima serem corriqueiros e aparentemente não terem um grande impacto na realização da nossa vida, eles têm. Porque a procrastinação é um ciclo vicioso.

Hoje é a cama e a louça, amanhã podem ser seus objetivos profissionais.

Quando a procrastinação é sintoma de uma doença

A procrastinação pode mascarar problemas piores, como baixa autoestima ou até depressão. 

Nesse caso, a procrastinação é um sintoma de uma doença silenciosa e que pode gerar riscos de outras doenças físicas e emocionais.

A relação entre depressão e procrastinação é bem conhecida: quanto mais deprimida for uma pessoa, mais provável é que ela procrastine. 

Mas também é uma situação semelhante a quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? Embora a depressão aumente a probabilidade de procrastinação, a procrastinação aumenta o estresse, o que, por sua vez, pode levar à depressão.

Mesmo que a depressão possa ser mais óbvia, em alguns casos, a procrastinação pode ser uma indicação para um problema subjacente. 

“A procrastinação é um dos sintomas que procuramos quando estamos avaliando o distúrbio de déficit de atenção”, diz Robert Schachter, psicólogo e assistente de professor do curso de psiquiatria da Icahn School of Medicine da Mount Sinai em Nova York. 

Se alguém se distrai facilmente, ou tem dificuldades em permanecer com uma tarefa, é natural que tenha maior probabilidade de procrastinar. 

Assim como no caso do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, certos traços – como a impulsividade, a distração ou a falta de organização – contribuem para a procrastinação.

Por fim, a procrastinação leva a curto prazo a irritação, comportamentos impulsivos, nervosismo, tensão, exaustão emocional, ansiedade e sentimentos de desamparo e desespero, e depressão. 

Superando a procrastinação

Conscientize-se

O primeiro passo para superar a procrastinação é a conscientização. Isso significa descobrir seus pensamentos, hábitos e a raiz desse ato de deixar tudo para depois. 

Depressão? Atente-se

Se a raiz está na depressão ou em outro problema emocional, você deve buscar ajuda médica e apoio familiar e de amigos.

Você não precisa e nem deve ficar sozinho nessa jornada. 

Depressão não é frescura e nem um “probleminha”. É uma doença e que precisa ser tratada – e tenha a certeza que você pode ser curado.

“Vou ver sobre o tratamento amanhã” é pura procrastinação. Ultrapasse essa barreira e você dê o primeiro passo essencial para a sua recuperação.


Mudar sua visão é vital

Há uma boa chance de você ter procrastinado porque a decisão ou as tarefas à sua frente parecem assustadoras. 

Estes precisam ser divididos em tarefas menores com metas mais realistas e realizáveis ​​com as quais você pode se comprometer. Um passo de cada vez, e você chegará longe.


Evite distrações

Tente evitar situações que proporcionem distrações fáceis ou perturbem seu raciocínio ou produtividade. 

Se você precisa estudar, por exemplo, agende o horário em um ambiente apropriado, longe de amigos e barulho.


Desenvolva soft skills

Soft skills são habilidades intra e interpessoais que fazem parte da inteligência emocional e que podem ajudá-lo em vários aspectos, tanto na vida pessoal como profissional.

Desenvolver as soft skills aumenta a sua capacidade de organização e gestão de tarefas, melhora a sua comunicação, te ajuda a ser mais autoconfiante e otimista.

Descubra 10 dicas para desenvolver as soft skills aqui!

Use a tecnologia a seu favor

Há inúmeras ferramentas e métodos para se tornar mais produtivo e eficiente no dia a dia. A maioria são gratuitas, intuitivas e que logo se adaptam a sua rotina.

Selecionamos 8 ferramentas para aumentar a sua produtividade.

Just do It

Da próxima vez que você se pegar dizendo “Eu posso fazer isso mais tarde”, pense no slogan da Nike. Apenas faça! 

Shia La Beouf Just Do It GIF - ShiaLaBeouf JustDoIt Motivation GIFs

A sensação que você sente quando termina algo é muito melhor do que qualquer alívio que você sinta ao adiar.


Respire

O pensamento de realizar uma determinada tarefa já te deixa ansioso? Tente isso:

  • Inspire profundamente enquanto conta cinco batimentos cardíacos (você pode verificar isso facilmente sentindo seu pulso).

  • Expire enquanto você conta cinco batimentos cardíacos.

  • Você deve notar, após cada respiração, que sua frequência cardíaca está realmente diminuindo e que você está se sentindo menos tenso. 

Agora, faça alguma coisa, não importa quão pequena ela seja. Apenas inicie algo. O próprio ato de alguma coisa irá aliviar sua ansiedade.

Mude suas expectativas

Perfeccionismo e o sentimento de que as coisas devem ser de uma certa maneira podem ser obstáculos para se vencer a procrastinação. 

Avalie se essas são apenas restrições que você está impondo a si mesmo ou se elas respaldam a realidade da situação.

Substitua pensamentos

O pensamento de falhar faz você se sentir ansioso ou prestes a querer procrastinar? 

Substitua seus pensamentos negativos de fracasso por pensamentos de seus sucessos anteriores.

Seja gentil consigo mesmo

Uma coisa importante de lembrar quando você está sem motivação é que você deve ser gentil consigo mesmo. 

Não há sentido em se punir ou ficar com raiva. Às vezes você precisa dar um passo para trás e dar-se um pouco de tempo e incentivo. Vá a algum lugar diferente, pegue um pouco de ar fresco e mude o cenário. 

Tente sair da sua negatividade pensando nas coisas pelas quais você é grato em sua vida.

Quando estiver pronto e sentir-se um pouco melhor, esforce-se para dar o primeiro passo. 

Essa é a coisa mais difícil de fazer, mas fica mais fácil depois. Pequenos passos logo se acumulam e sua crescente confiança e motivação o levarão adiante.

Vá em frente, comece agora!

Apenas comece hoje. Agora, se possível. Faça algo positivo, não importa quão pequeno seja. 

As pessoas que sofrem de procrastinação, independentemente da razão, sabem lá no fundo, que estão abrindo mão de algo. Lá na frente, isso pode ter um significado muito maior.

Não ouça suas próprias desculpas, lute contra elas e comece. Ajude-se, pois ninguém mais o fará, a não ser que você dê o primeiro passo para a superação.

Muitas vezes alimentamos a procrastinação com o nosso próprio poder negativo. Bem, deixe-a morrer de fome, e alimente a sua mente com positividade a cada dia. 

Faça as nossas jornadas de conhecimento para se conhecer a si mesmo e quebrar o ciclo de procrastinação e hábitos ruins no passado.

Quadro branco com post its divididos em "To do" e "In progress" segundo metodologia Kanban

Como organizar a vida usando o Trello?

Nesse texto, você vai conhecer uma das ferramentas mais práticas para organizar a vida: o Trello. Reunimos 10 exemplos incríveis para inspirar!

O Trello é uma ferramenta de gestão e produtividade muito usado tanto por empresas quanto em projetos voltados a educação. Apesar disso, tem ganhado cada vez mais adeptos que o utilizam para uso pessoal.

Por ser uma ferramenta bastante completa – até mesmo na versão gratuita – o Trello pode substituir facilmente uma agenda impressa ou outros aplicativos de checklist e de produtividade pessoal.

Assim, se você está perdido em meio a tantos apps de produtividade, o Trello é uma ferramenta incrível, simples e intuitiva para você colocar a vida em ordem. Nele, você pode centralizar as tarefas pessoais, compartilhar com a galera da faculdade, além de acompanhar a evolução das tarefas.

Trello e Kanban – mais que amigos, friends

O Trello é baseado na metodologia Kanban, muito usada na área de tecnologia. Basicamente, o método consiste em um quadro com 3 listas:

1. Tarefas para fazer (To Do)
2. Em andamento (In Progress)
3. Feito (Done)

A dinâmica é bem simples:

A lista 1 – Tarefas para fazer – é usada como um “repositório”. Ali são listadas as atividades por meio de cartões. No cartão consta o nome da tarefa, o nome do responsável, data de entrega e as instruções de como a tarefa deve ser realizada.

Quando se escolhe realizar uma tarefa da lista 1, deve-se remanejá-la para a lista 2 – Em andamento, indicando que a tarefa está sendo executada. Após o término da tarefa, o cartão deve ir para para a lista 3 – Feito.

Essa é a dinâmica aplicada no Trello.

Você encontrará essas mesmas listas e poderá criar cartões e incluir inúmeras informações, checklist e outros recursos para otimizar a tarefa para o responsável. Além disso, existem várias técnicas e métodos para incrementar o uso do Trello

Quadros do Trello – uma infinidade de possibilidades


Você pode organizar seu projetos em diversos quadros, cada um sobre um tema específico. Dessa maneira, torna-se mais fácil organizar cada assunto por quadro, e assim você pode compartilhá-los com quem quiser.

Você pode começar um quadro do zero, mas, se falta inspiração, selecionamos alguns quadros do Trello para você ver na prática as possibilidades de uso. Para entender melhor a dinâmica de cada um, clique no título do quadro.

10 quadros Inspiradores para organizar a vida com o Trello

1 – Planejamento de férias

2 – Tarefas domésticas

3 – Decoração e Reforma

4 – GTD Pessoal

5 – Organizando o casamento

6 – Abrindo o meu negócio

7 – Projeto Academia

8 – Visão geral da empresa

9 – Preparação para o ENEM

10  – Aprender um idioma

Além de todas essas funcionalidades, você também pode incluir power-ups nos seus quadros, aplicativos que otimizam – e podem até automatizar – o uso do Trello. A versão gratuita oferece dois power-ups por conta.

Dentre as diversas opções de ferramentas de produtividade, o Trello sai na frente por conta da sua simplicidade, recursos e vantagens, mesmo na versão gratuita.

Quer saber mais sobre como dar aquele boost na sua eficiência? Então confira a seleção de ferramentas de produtividade que selecionamos para você!

Agora que mostramos o caminho, tenha foco, persistência e invista nos seus sonhos e metas. Dessa forma, será ainda mais fácil organizar a sua vida.

Você já usa o Trello? Compartilha nos comentários como você usa a ferramenta para manter a vida em ordem 🙂

O que é ser nômade digital?

A internet tem oferecido possibilidades, até então distantes, de trabalho. O home office tem se fortalecido cada vez mais em território nacional, e há algum tempo, um outro termo se tornou popular, ainda que não tão compreendido assim: o nômade digital.

O nômade digital é um termo dado à profissionais que trabalham remotamente e se mudam frequentemente. São pessoas que trabalham fora do escritório tradicional em locais onde têm acesso a serviços de internet como cafés, aeroportos, dentre outros espaços. O seu local de trabalho é onde tem internet.

Nômades digitais são independentes da localização e resilientes, em movimento, enquanto ainda estão envolvidos em seu trabalho.

Embora todos os nômades digitais trabalhem online, seus trabalhos podem variar muito e serem classificados em três categorias:

1. Profissional remoto – o Home Office

Hoje, muitas empresas, principalmente estrangeiras, oferecem à seus funcionários o home office. Não importa se o funcionário está sentado em casa enquanto faz seu trabalho ou se está viajando. Esse tipo de trabalho remoto fornece principalmente uma renda estável e segura com a flexibilidade de escolher o próprio local de trabalho.

2. Freelancer

O freelancer nômade digital faz o trabalho online para um ou vários clientes. Esses tipos de trabalhos geralmente estão em campos como desenvolvimento web, criação, social media ou conteúdo. O freelancer pode trabalhar em qualquer lugar do mundo, desde que seus clientes estejam bem com o fato de que ele não estará fisicamente disponível em sua empresa.

3. Empreendedor

Alguns nômades digitais têm uma empresa iniciante e podem fazer todos os seus negócios online. Outros ganham dinheiro com a venda de serviços pela internet, mas são poucos os que conseguem ganhar a vida com o próprio estilo de vida nômade, por exemplo blogger de viagens ou fotógrafo.

Eeerrr… então o nômade digital faz home office?

Um profissional que trabalhe remotamente não é, necessariamente, um nômade digital. Há muitas pessoas que trabalham remotamente, mas vivem “em casa” e não viajam para nenhum lugar.

Então, o que é um nômade digital? – É um profissional que precisa ter tanto o aspecto remoto como o itinerante 😉

Nomadismo digital está nos trends, mas não é tão simples assim

Hoje, você pode encontrar muitos nômades digitais em hubs e coworkings na Tailândia, Indonésia e outros países. Algumas cidades européias estão se desenvolvendo fortemente para grandes lugares nômades digitais, como Berlim ou Lisboa.

Muitos desses nômades digitais são pessoas nascidas depois dos anos 80, e tem um perfil de valorização de experiências, mas não é apenas a liberdade que torna-se vantagem, a diminuição do estresse e a produtividade são pontos favoráveis quando se é um nômade digital – mas nem tudo são só flores, internet, viagens e café.

Existem desvantagens nesse estilo de vida e que precisam estar claros para quem pensa em se tornar um nômade digital, dentre eles: dificilmente você conseguirá ver a sua família e amigos, e se sentirá solitário de tempos em tempos. Além disso, a sua renda geralmente não é garantida.

Você precisa ter muita autodisciplina para realizar o seu trabalho. Ser capaz de lidar constantemente dizendo adeus a novos amigos, e precisa ser flexível e espontâneo o suficiente para lidar com as constantes mudanças.

Claro, você também precisa encontrar um emprego que possa fazer enquanto viaja pelo mundo. Isso parece mais fácil do que é porque muitas vezes há muita concorrência e o pagamento pode ser muito baixo.

Ciente disso, saiba o que você precisa aperfeiçoar e se planejar antes de iniciar uma vida independente de local e não se apresse.

7 dicas para se tornar um nômade digital

1. Mude o equilíbrio trabalho/vida para a integração de trabalho/vida

Esse estilo de vida o forçará a buscar uma integração entre a vida profissional e pessoal, ao invés de equilibrar uma coisa e outra, criando um ritmo de trabalho e diversão que atenda a todas as suas necessidades, não apenas aos prazos.

Se você está pensando em mergulhar em um estilo de vida nômade digital, considere essa a sua realidade.

2. Trabalhe duro

Se você pensa em virar um nômade digital, entenda: é trabalho, assim como em qualquer outra carreira.

Não espere gastar menos horas do que no seu “trabalho real” por um bom tempo. Talvez em alguns anos você consiga trabalhar na modalidade “semana de trabalho de quatro horas”. Enquanto isso, trabalhe duro e não pense que para o seu trabalho virar dinheiro será fácil ou que com apenas alguns cliques você ganhará um cheque bem recheado.

Existem casos de pessoas que estão produzindo conteúdo há quase uma década, mas faz menos de três anos que conseguem ganhar remuneração do seu trabalho.

3. Esteja preparado para alguns pesadelos logísticos

Encontrar wi-fi com um excelente sinal pode ser um problema. Organizar teleconferências levando em consideração fuso de horários não é uma alegria – diferenças de horário de 12 horas são piores.

A preocupação é constante desde transportar os equipamentos, a ter comida na mesa, ter um teto sobre a sua cabeça e todos os cenários de imagináveis de uma viagem ​​que a fazem uma grande história, mas que na hora, chegam a ser alguns conflitos.

4. Não há piloto automático na estrada

Se você se tornar um nômade digital, você constantemente pensará e tomará uma infinidade de decisões sobre como trabalhar, onde trabalhar, quando trabalhar, o que trabalhar, se está funcionando e como fazê-lo parecer um pouco mais legítimo para o potencial cliente do outro lado da linha. Definitivamente não há um piloto automático na estrada.

5. Aproveite ao máximo seu horário flexível

Você descobrirá que é possível viver e trabalhar em qualquer lugar. Você pode ser a única pessoa que pode comprar um ingresso na tarde de domingo, só porque é barato, e estar em outro continente, trabalhando, até a noite de terça-feira.

Você estará livre para trabalhar as horas que são mais produtivas para você na maior parte do tempo. Assim, seu desempenho no trabalho não será medido pelas horas em que você fizer o login. Em vez disso, a eficiência é incentivada: você precisa fazer o trabalho. Se isso leva cinquenta horas esta semana, leva cinquenta. Este é o grande privilégio.

6. Dê a si mesmo 3 meses para superar a curva de aprendizado

Como qualquer outra coisa na vida, leva-se algum tempo para aperfeiçoar sua rotina de viver e trabalhar como um nômade digital. Não espere deixar um estilo de vida e facilmente se adaptar em outro.

Seja gentil consigo mesmo. Saiba que soluços, crises são normais. Você não ficou ótimo com o que está fazendo agora logo nas primeiras duas semanas, levou tempo. E a vida de nômade digital também será assim.

Três meses. Esse é o tempo que leva para encontrar seus pés em viagens de tempo integral e vida de nômade digital. Ao final de três meses, você saberá o que está funcionando e se funcionará de fato para você. Não será tudo perfeito até lá, mas você chegará. Você aprenderá sobre você mesmo e o que você quer com esse estilo de vida.


Se você se interessou por esse estilo de vida e quer conhecer mais, a dupla que está por trás do Casal Sem Vergonha, criou o site Nômades Digitais. Ali, é possível acompanhar a trajetória da dupla, dicas para viver como um nômade digital e muito mais!

O que é o ano sabático?

Um ano sabático vem sob muitos disfarces: mochilão, pausa na carreira, viagens, mas todos eles significam a mesma coisa. É um tempo de espera construtivo para viajar entre os estágios da vida. Isso geralmente significa ser voluntário ou trabalhar no exterior.

É uma excelente forma para aprender fora da sala de aula e do escritório e descobrir suas paixões. Não é por acaso que o ano sabático tem sido a escolha frequente de tantos jovens adultos.

Se você está pensando em tirar um ano sabático ou está simplesmente interessado em aprender mais sobre isso, continue lendo para uma noção completa dessa tendência crescente.

As atividades do ano sabático variam muito, mas a maioria das pessoas quer experimentar um crescimento pessoal, profissional e educacional. Ao planejar um ano sabático, você pode tentar ganhar experiência de trabalho, desenvolver habilidades profissionais, explorar um interesse pessoal, ser voluntário para uma causa importante ou viajar pelo mundo.

Por que fazer um ano sabático?

1. Ganhar experiência de trabalho

Ao passar o ano trabalhando, você pode economizar dinheiro para a faculdade, ganhar experiência profissional e esclarecer o que deseja estudar.

Você pode trabalhar localmente em uma empresa ou organização em sua cidade. Você também pode explorar trabalhos em outras cidades ou países em empresas ou organizações sem fins lucrativos. Outra opção no exterior é trabalhar como au pair.

2. Desenvolver habilidades profissionais

Além de conseguir um emprego, você pode explorar programas centrados no desenvolvimento de habilidades e na exploração da carreira.

Quer saber mais sobre como desenvolver habilidades e alavancar a sua carreira? Clique aqui e confira!

São programas que oferecem treinamento de habilidades, e muitos lhe dão créditos para a faculdade que são transferidos quando você se matricula no ano seguinte (em caso de faculdades do exterior).

3. Explorar um interesse pessoal

Outra motivação popular para pegar um ano sabático é explorar uma paixão pessoal.

Drama, patinação artística, assistência médica, trabalho missionário, música, grupos sem fins lucrativos, campanhas políticas, esportes são algumas opções.

Ao planejar um ano sabático, você deve pensar no que gosta de fazer. Se você pudesse passar um dia fazendo o que quisesse, o que escolheria?

Mesmo que você não tenha certeza, pesquise em organizações para encontrar oportunidades que permitam praticar, explorar e descobrir paixões pessoais.

4. Voluntário por uma causa

Outra atividade popular do ano sabático que combina o desenvolvimento de habilidades com a exploração de uma paixão pessoal é o voluntariado.

Há muitas oportunidades de voluntariado para causas sociais, como conservação, ajuda humanitária, construção de infra-estrutura, empoderamento de mulheres, educação, agricultura ou cuidados com animais.

Alguns desses programas de voluntariado são gratuitos, enquanto outros cobram uma taxa considerável (não incluindo passagens aéreas). Ao pesquisar várias oportunidades, você pode encontrar uma opção que se alinhe com suas metas e seja financeiramente viável.

5. Viaje pelo mundo

Finalmente, alguns jovens têm um objetivo principal durante o ano sabático: conhecer o mundo.

Eles atravessam continentes e visitam pontos de referência globais. São viajantes com orçamento limitado e que fazem “bicos” por onde ficam ou trocam o seu trabalho por hospedagem ou alimentação.

Essa experiência oferece um amplo aprendizado sobre o mundo, novas culturas e descobrir novos interesses. Ao experimentar novas formas de ser, aprende-se mais sobre si mesmo e sobre o seu papel no mundo.

Vantagens

1. Obter novas habilidades através da experiência

O ano sabático oferece uma oportunidade para a aprendizagem experiencial. Permite que você saia da sala de aula ou do escritório e aprenda novas habilidades e ideias.

Você pode se deparar com situações inteiramente novas que exigem habilidades únicas de solução de problemas e uma mudança de perspectiva.

Quer você opte por trabalhar, ser voluntário ou viajar, encontrará novos desafios e desenvolverá habilidades para superá-los.

2.  Aprender sobre novas culturas

Ao tirar um ano sabático, você pode sair da sua zona de conforto e entrar em uma cultura totalmente nova.

Mesmo que você não esteja viajando internacionalmente, pode experimentar uma nova cultura participando de um local de trabalho.

Você pode aprender novos costumes, experimentar novos alimentos, aprender um idioma ou simplesmente abrir os olhos para novas formas de existir no mundo.

Sua experiência de ano sabático pode ampliar seus horizontes e transformar sua perspectiva em você e no mundo ao seu redor.

3. Fazer novos amigos

Assim como você pode ganhar novas experiências em um ano sabático, você também pode conhecer novas pessoas de diferentes idades e estilos de vida.

Ao construir relacionamentos significativos, você pode experimentar uma grande quantidade de crescimento pessoal e estabelecer uma rede de apoio enquanto caminha pelos próximos anos de sua vida.

Quer você conheça colegas de trabalho, colegas do voluntariado ou uma família em outro país, você e as pessoas ao seu redor se beneficiarão da criação de novas conexões e amizades.

4. Amadurecimento e crescimento exponencial

Colocando todos os benefícios acima juntos, você pode concluir que um ano sabático planejado pode ser uma tremenda oportunidade para crescimento pessoal e aumento da autoconsciência.

Você poderá se conectar mais profundamente com as pessoas e com você mesmo. Conhecerá novas realidades que até então desconhecia.

Situações assim aumentam a nossa empatia, amor e generosidade.


O ano sabático não precisa custar milhões, mas você deve se planejar e levar uma grana para os primeiros meses até encontrar trabalhos ou bicos que te ajudem a se manter.

Além disso, pode ser uma boa opção para juntar dinheiro e investir nos futuros sonhos.

Você pretende fazer um ano sabático? Prefere viajar o mundo ou ficar em um só lugar? Conta pra gente 🙂

GUIA: como criar um checklist eficiente

Algumas obrigações da vida não têm muito glamour. Entre limpar a casa, o trabalho, a academia e a vida social, atingir objetivos e cumprir prazos é quase sempre mais difícil do que parece. Assim, criar um checklist eficiente é a melhor forma de organizar a vida!

Checklists são listas gerenciáveis, flexíveis e dinâmicas que organizam as tarefas a serem realizadas. Entretanto, nem todas podem funcionar muito bem ao que você se propõe. Por isso, o nosso foco neste artigo é que você encontre o método ideal para que tenha tempo para fazer tudo que precisa 🙂

Escrever um monte de tarefas obriga-nos a estabelecer metas concretas, o que pode ser muito mais eficaz do que apenas pensar em objetivos vagos. Além disso, fazer uma lista por escrito pode nos ajudar a lembrar de informações importantes.

O problema é que mesmo aqueles que acreditam fervorosamente no poder da checklist podem se perder no meio do caminho. Por isso, selecionamos alguns formatos de checklists e 15 dicas poderosas para você colocar ordem na sua vida!

Escolha um formato

O formato certo facilita a realização de tarefas. O ideal é que sua escolha funcione com a dinâmica do seu trabalho e facilite a sua rotina.

Veja alguns formatos de checklist que você pode adotar para chamar de seu:

#1: Kanban Board

Usado originalmente em equipes de desenvolvimento de software (que trabalham com metodologias ágeis), o método Kanban concentra sua atenção nas tarefas que você precisa fazer agora.

Ele foi aplicado com sucesso a uma ampla variedade de funções de negócios, mas você não precisa ter um aplicativo ou programa sofisticado para fazer isso. Você pode criar seu próprio quadro Kanban com alguns post-its e um quadro branco.

Esse formato oferece uma visão geral do trabalho que precisa ser feito de relance. Também é útil porque permite que os indivíduos se concentrem em uma tarefa por vez.

dica bettha: o Trello é uma ferramenta no estilo Kanban e funciona bem para gerenciar tarefas individuais ou de uma equipe.

#2: Don’t Break the Chain (não quebre a corrente)

Este formato de lista de tarefas foi popularizado por Jerry Seinfeld e funciona assim:

1. Escolha três metas ou tarefas a serem feitas, algo que você queira começar a fazer regularmente, seja pessoal ou profissional.

2. Defina um mínimo diário para cada meta. Por exemplo: vou ler um capítulo de um livro todos os dias.

3. Crie regras e defina limites. O que acontece se você estiver de férias? E se você ficar doente ou tiver que lidar com uma emergência familiar? Defina os limites e regras, você está no comando.

4. Imprima um calendário mensal ou anual e selecione os dias que você atingiu sua meta com sucesso. Coloque sua agenda em um lugar onde você a verá regularmente. Aproveite a satisfação que vem com um trabalho bem feito.

5. Complete seu objetivo sem falhar. Quando tiver êxito, marque esse dia no seu calendário. Você quer manter essa cadeia de sucesso pelo maior tempo possível.

#3: Lista 1-3-5

Esta lista de tarefas é simples, direta e eficaz. Escolha 1 tarefa grande, 3 tarefas médias e 5 pequenas tarefas para focar.

A priorização é uma parte inerente da lista de 1-3-5.

Você lida com o maior tarefa fazer primeiro, indo até as pequenas no final da sua lista. O seu dia fica mais fácil a partir da primeira tarefa complexa e concluída.

15 dicas para ter sucesso nas suas checklists

1. Escolha um formato

É possível criar uma checklist das mais variadas formas e tamanhos, e é fundamental que você escolha por qual meio fará. Isto é, se será papel e caneta (bem old school) ou por apps. A escolha é sua. Veja o que funciona melhor para você.

2. Não fique em uma só checklist

Apenas uma checklist pode não ser capaz de organizar e dar visibilidade à todas as tarefas que você possui. Portanto, crie mais de uma lista para ter um bom mapeamento do que precisa ser feito:

Lista de tarefas: liste todas as tarefas que você quer realizar, seja se matricular em um curso de idiomas, atualizar o portfólio etc. Todas as tarefas inseridas aqui, mais tarde farão parte de outras checklists.

Checklist semanal: inclua as tarefas possíveis de realizar na semana que você listou anteriormente.

Checklist diária: aqui só entram as tarefas que são prioridades do dia.

Todos os dias, veja quais itens da lista de tarefas e do checklist semanal devem ser movidos para o checklist diária.

3. Mantenha simples

Não há nada mais intimidante e frustrante do que um checklist diário que parece não ter fim.

Seja muito realista com as tarefas que você irá incluir no checklist diário. Não dê um passo maior do que a perna, ok? Caso contrário, você continuará a não conseguir se organizar.

Caso você tenha dificuldade em identificar quais tarefas são prioridade, e urgências, faça o seguinte: liste tudo que você quer fazer no dia de hoje, e corte pela metade.

A sua checklist diária não deve ter mais do que 10 tarefas. O restante pode ir para listas de tarefas ou checklist semanal.

4. Comece pelas tarefas mais importantes

Inicie as tarefas da lista com pelo menos dois itens que devem ser concluídos ainda hoje. Assim, você não perderá tempo logo no início do dia ao fazer uma tarefa de menor valor, enquanto uma tarefa mais complexa e importante precisa ser realizada e entregue.

Mesmo que o pior aconteça, ao menos as tarefas mais importantes foram concluídas.

5. Comece fácil

Mesmo antes das tarefas mais importantes, coloque alguns itens simples na lista. “Checar e-mail” e “lavar a louça” são bons exemplos.

Apesar de serem tarefas simples, podem ajudar a começar o dia se sentindo super produtivo.

Clique aqui e conheça 8 ferramentas para tornar o seu dia ainda mais produtivo e organizado!

6. Quebre uma tarefa em várias outras tarefas

Tarefas como “criar apresentação” são muito vagas e provavelmente estão repletas de sub-tarefas para que fato você consiga criar a apresentação. Listar uma tarefa dessa forma é uma das maiores armadilhas para procrastinar.

Uma maneira de evitar que a tarefa viva no modo “deixo para depois” é quebrar a tarefa em várias outras tarefas menores. Assim dá a sensação de ser mais fácil e rápido executá-las.

Usando o exemplo sobre a apresentação você pode:

  1. ( ) pesquisar por layouts de apresentação
  2. ( ) pesquisar o conteúdo
  3. ( ) definir o layout de apresentação
  4. ( ) produzir o conteúdo
  5. ( ) revisar

Dentro dessas tarefas podem existir outras, e cabe a você quebrá-las, se isso for lhe trazer mais produtividade.

7. Seja específico

Para projetos gerais que exigem muito tempo ou a ajuda de outras pessoas, liste as etapas específicas que você pode seguir em direção à sua meta.

Por exemplo: ao invés de escrever “procurar emprego” no seu checklist, adicione “preencher a minha inscrição na bettha” como tarefa a ser cumprida. Assim, você saberá exatamente o caminho a ser percorrido para finalizar a sua tarefa.

8. Não economize informação

Para cada tarefa da lista, inclua o máximo de informações possível. Dessa forna, não haverá uma desculpa para não fazer o trabalho.

Por exemplo, se a tarefa envolver a ligar para alguém, inclua o número de telefone dessa pessoa na lista para que você não perca tempo pesquisando para isso mais tarde.

9. Dê tempo ao tempo

Agora que você tem diversas checklists e tudo está bem mapeado, dedique a colocar uma estimativa de tempo para cumprir cada tarefa.

Se você não tem ideia de quanto tempo leva para executar cada uma, comece avaliando o tempo que você gasta com as tarefas e vá anotando. Essa atividade chama-se timesheet, e existem ferramentas gratuitas que podem ajudá-lo a fazer esse monitoramento.

10. Não se estresse

Todas as listas principais têm algumas tarefas que pretendemos fazer durante dias, semanas, talvez até anos, mas ainda não o fizemos.

Tente descobrir por que essas tarefas ainda não foram realizadas para saber quais etapas são necessárias para realmente concluir cada uma.

Por exemplo: se uma das tarefas é “ligar para o fornecedor” – e você evita ligar porque ele te prende no telefone – substitua por “descobrir estratégias de ter conversas mais produtivas e breves por telefone”. Dessa forma, a grande tarefa parecerá mais fácil e, eventualmente, será realizada.

11. Torne isso público

Às vezes, a melhor maneira de prestar contas é ter alguém nos observando. Tente compartilhar essa checklist, seja colocando-a na geladeira ou configurando um calendário digital que todos da equipe de trabalho possam acessar.

Isso aumentará o seu comprometimento em cumprir com cada tarefa.

12. Programe a atualização da checklist

Às vezes a dificuldade está justamente em começar a preparar uma checklist ou atualizá-las diariamente, mas você precisará encarar isso.

Escolha um horário todos os dias para organizas as suas checklists. Assim, elas estarão sempre atualizadas, e a jornada para que suas metas sejam atingidas será mais simples.

13. Mantenha a perspectiva

Uma maneira de aumentar a produtividade é nos lembrar o quanto fomos produtivos ontem. Portanto, mantenha uma lista visível de tudo que você realizou no dia anterior, até mesmo as pequenas coisas.

15. Seja flexível

Sempre deixe cerca de 10 minutos de intervalo entre uma tarefa para outra. Caso algo aconteça como o computador travar ou a reunião ultrapassar do horário, você ainda estará no controle.


Encontre o formato perfeito para a sua checklist! Assim, você poderá ser produtivo e maximizar os seus resultados!

8 passos para lidar com a ansiedade

Em um mundo frenético, cheio de responsabilidades e tempo faltando, a ansiedade é um mal que pode nos tornar reféns de nossos próprios sentimentos.

A ansiedade pode ser desencadeada diante de problemas, situações de pressão e tomadas de decisões. Apesar de não ser considerada uma doença, em excesso, pode se tornar um distúrbio, gerando ataques e síndromes do pânico, além de caminhar de mãos dadas com a depressão.

Os sintomas da ansiedade excessiva são uma linha tênue entre preocupação e medo extremos em situações relativamente simples. Assim, ela pode gerar sintomas físicos como taquicardia, respiração ofegante, suor excessivo, enjoo, vômito, dor no peito, tremores, e até sintomas que se confundem com infarto.

O trabalho e a época da faculdade geralmente são o estopim para muitos jovens sofrerem de ansiedade.

A entrega daquele job complexo e com deadline curto, um chefe abusador, milhares de trabalhos e provas para realizar e tantas outras situações podem transformar negativamente nossas emoções e nos colocar em alerta o tempo todo.

Lidando com a ansiedade

Se você identificou algum dos sintomas citados acima, o ideal é que você procure por ajuda profissional. Para isso, um psicólogo ou psiquiatra podem oferecer o tratamento ideal e avaliar se há a necessidade de medicamentos.

dica bettha: NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA, compre medicamentos sem prescrição médica/peça algum comprimido do tratamento do coleguinha. O remédio que faz bem para ele, pode não fazer bem para você. Por isso é tão importante passar em consulta com um profissional para que ele avalie o melhor tratamento para o seu caso, ok?

Além do tratamento, é possível aliar atividades que trazem bem estar, alegria e ajudam a dar mais disposição no dia a dia. Sabe aquele velho ditado “corpo são, mente sã”? Faz todo sentido.

Se o seu corpo estiver saudável, muito provavelmente a sua mente acompanhará esse fluxo. Para um corpo ficar são, é necessário dedicar tempo e cuidado. Para isso, você precisa separar um tempo para você.

As próximas dicas são para serem guardadas do lado esquerdo do peito! Leia com carinho e coloque-as em prática para uma vida mais tranquila <3

1 – Run, Forrest, run!

Esta dica não é a primeira por mero acaso. Atividade física realmente ajuda a controlar a ansiedade. Isso ocorre porque os exercícios elevam a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.

Se você é sedentário, provavelmente não tem ideia qual atividade física pode gostar. Por isso, experimente várias até descobrir quais exercícios funcionam para você.

Para ser mais fácil a adesão, comece pela caminhada. Você só precisa de um par de tênis, roupa confortável, uma garrafinha de água na mão e uma boa playlist para embalar os passos.

Para deixar a caminhada ainda mais divertida e aumentar o seu engajamento com a atividade, use aplicativos que monitoram corridas e descubra quantos kms consegue fazer e desbloqueie incentivos. O Nike+Run Club é uma boa opção.

Uma outra dica é aproveitar as academias ao ar livre presentes em vias principais da sua cidade. Acesse o site da prefeitura da sua cidade para checar se o serviço existe por aí e quais são os endereços.

São opções gratuitas para desarmar o argumento que para praticar atividade física é necessário uma academia. Não tem desculpa, hein?

2 – Você não compra felicidade, mas pode comprar comida, que é quase a mesma coisa

nhom nhom nhom

Já parou pra pensar que a nossa alimentação é o combustível para o corpo funcionar? Se você coloca um “combustível” bem mais ou menos, o corpo não funcionará o máximo que poderia e o desempenho tende a cair.

Busque por uma alimentação saudável e deixe frituras, doces, gorduras e fasts foods para uma vez por semana, se for o caso.

Alimentos que sejam fonte de triptofano – o aminoácido precursor da serotonina – como a banana e o chocolate, podem ser incluídos na rotina alimentar (chocolate em pequenas quantidades, ok?).

Há também alimentos que reduzem a ansiedade! Então pegue papel e caneta para anotar as belezinhas que não podem faltar nas suas compras:

Frutas cítricas: frutas clássicas como limão e laranja são boas fontes de vitamina C. Essa vitamina diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse.

Leite, ovos e derivados magros: excelente fonte de triptofano.

Carboidratos (amor da vida): o nutriente eleva o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem estar e disposição. É amor ou não é?

Carnes e peixes: melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina.

Espinafre: contém ácido fólico, uma potente vitamina antidepressiva natural. Você já viu o Popeye ansioso ou depressivo alguma vez?

3 – Ser ou não ser, eis a questão…

Fortalecer o autoconhecimento o ajudará a fazer coisas que mais gosta, ignorar as que não gosta, e buscar por aquilo que realmente tem sentido pra você. Além disso, permite entender melhor a razão do seu comportamento diante de diversas situações.

4 – Aum…

Meditar te ajuda a se conectar consigo mesmo. Além de trazer qualidade para o seu sono, melhora a cognição, reduz o estresse e aumenta a capacidade de concentração!

Existem apps bem interessantes para os iniciantes da meditação. Você pode começar com o Lojong, aplicativo em português, ou o Headspace, que, apesar do visual fofo, é em inglês.

5 – Not today, Satan!

O que te estressa no seu dia a dia? É aquele job? O chefe? Os prazos? Os amigos sem noção?

A lista pode ser gigantesca, mas identificar o que causa seu estresse e ansiedade pode ajudar a evitar uma bola de neve emocional.

Se o problema é o trabalho, é possível conversar com o seu líder e apontar melhorias para a sua rotina? Ou o clima está insustentável? Avalie bem as situações, e tente solucionar os problemas da melhor forma possível.

E nunca se esqueça: “nenhum CNPJ vale um AVC”.

Não dá mais pra aguentar mais o seu trabalho? O salário não vale o estresse? Talvez seja o momento para mudar de emprego! Clique aqui e confira!

6 – Chá das 5

A maioria dos chás tem propriedades calmantes. A bebida é barata, gostosa e tem a capacidade de controlar aquela ansiedade diária.

Camomila e capim santo disseram OLAR, @! 🙂

Se você passa o dia inteiro fora e não consegue tempo pra fazer um chazinho, faça o chá em casa e leve consigo numa garrafinha térmica (ou não, se você gostar de chá gelado).

7 – Isso me traz alegria?

Aproveitando a onda do KonMari, como está a sua casa? Em ordem?

A metodologia de organização da fofíssima Marie Kondo está na Netflix. Assista! O efeito é querer arrumar a casa inteira mesmo que seja 2h da manhã.

Bagunça e coisas acumuladas causam desânimo, ansiedade e outras emoções negativas. Bora arrumar a casa e a vida?

8 – Há tempo para todas as coisas debaixo do céu

Na correria do dia a dia, separe um tempinho pra você e faça coisas que te agradam. Leia um livro, assista um filme, dedique um dia da semana para cuidados, estudar e/ou não fazer nada… Seja o que for, faça por você <3

Esse tempinho dedicado a você mesmo deve ser como uma prática religiosa. Constante, ok?

Bateu a bad?

Mesmo quando se está em tratamento, é possível ter crises de ansiedade. Não se desespere. Nada acontece de uma hora para a outra! A melhora é um processo constante, que leva tempo. Nunca se esqueça: processo é progresso. Um passo por vez, um dia de cada vez.

Para lidar com as crises, recorra a meditação, técnicas de relaxamento, controle a respiração, distraia-se com uma música tranquila, uma conversa leve ou um filme. Vai passar 🙂

Lições finais

  • Não duvide de si mesmo e nem deixe que as crises de ansiedade tirem a sua disposição para viver e a buscar o que te faz feliz.
  • Ansiedade não é mimimi e nem frescura.
  • Não sofra calado. Procure ajuda o quanto antes.
  • Tudo sempre fica bem. Tudo.
  • A vida é muito maior do que os problemas.
  • Crise vem. Crise também vai.

Você conhece alguma outra técnica que ajuda a reduzir a ansiedade? Conta pra gente nos comentários.

9 Sinais de que você se desconectou de si mesmo

Por Gustavo Tanaka | Publicado no Linkedin

 

Eu fiquei vários dias sem escrever.

No começo eu achei que fosse apenas uns dias de falta de criatividade.

Mas depois essa falta de criatividade começou a me incomodar. Não passava.

Eu tinha vontade de escrever, mas não estava conseguindo ordenar minhas ideias.

Aí eu vi que era um pouco mais sério.

Eu comecei a reler coisas que tinha escrito.

Vi que nem me lembrava mais dessas palavras que saíram de dentro de mim.

Então eu entendi.

Eu havia me desconectado de mim mesmo.

Aí eu comecei a olhar para trás e observar como haviam sido meus dias anteriores. Era óbvio. Eu havia me desconectado de mim mesmo e tinha vários sinais que eu poderia ter pescado.

Compartilho aqui alguns desses sinais que mostram que você se desconectou de você mesmo.

1- Você oscila muito o humor
Eu mesclo momentos de muita euforia e de sentimentos de amor e pensamentos elevados, com momentos de dor, sofrimento e pensamentos negativos.
É como se eu perdesse um pouco o controle sobre aquela paz que vem nos momentos em que estou conectado e ela se dissipasse com facilidade.
Quando eu me desconecto, o ambiente externo me influencia muito mais.

2- Você lembra menos dos sonhos
Pra mim esse é um dos indicadores mais óbvios.
Quando fico algumas noites sem lembrar dos meus sonhos, sei que estou menos conectado.
Quanto mais conectado comigo mesmo eu estou, mais clareza eu tenho dos sonhos quando acordo e mais vezes tenho sonhos lúcidos.
Os sonhos não estão aí por acaso. Eles podem ser a chave para você se lembrar do que precisa fazer e a chave para inspiração para mudar sua vida.
Dê mais atenção aos sonhos. Tente se lembrar sempre do que sonhou. Anote os sonhos pela manhã. Perceba como eles são influenciados pelas rotinas que você está levando.

3- Você tem dificuldade para meditar
Quando eu to bem, é muito fácil meditar. Quando estou em paz e completamente conectado, eu tenho vontade de meditar por vários minutos e várias vezes ao dia.
Mas é justamente quando temos mais dificuldade de meditar que mais precisamos.
Dizem que Gandhi em um sua viagem de peregrinação pela libertação da India meditava quando foi interrompido por um de seus assessores.
“Gandhi, precisamos ir. Temos muitos compromissos”
E Gandhi respondeu: “Eu preciso de uma hora para meditar”
“Impossível, não temos uma hora para você meditar”
“Ok, agora eu preciso de duas horas para meditar”
Quando a gente menos medita é quando mais precisamos meditar.
Se você está com dificuldade para meditar, talvez precise dar mais atenção a isso.
Esse é um bom termômetro para saber quão desconectado você está.

4- Você fica acelerado
Estar acelerado é estar desconectado do momento presente.
Eu me acelero quando entro num ritmo de muitos pensamentos ao mesmo tempo.
E eu me acelero quando acredito na falsa noção de que estou atrasado e que as coisas têm que acontecer mais rápido e que não vai dar tempo de fazer tudo o que quero, e que vou perder oportunidades, e que não posso parar e que não vou dar conta, e que tudo vai dar errado….ahhhh
Às vezes é legal acelerar. É bom entrar num ritmo de produtividade e fluxo de ideias. Mas não viver acelerado. Não todos os dias. Isso traz ansiedade.
Ansiedade é falta de presença.

5- Você se desentende mais com as pessoas
Quando eu me desconecto, eu pareço entender menos as pessoas. A comunicação fica menos clara.
Eu sinto que perco um pouco do poder de empatia. De entender qual é a necessidade da pessoa naquele momento.
Os seres humanos são muito complexos. Por trás das máscaras que usam e por trás de comportamentos automáticos de auto defesa, existem pessoas que sofrem e precisam de cuidado.
É impossível entender o que uma pessoa precisa sem estar conectado.
Quando você está conectado consigo mesmo, é como se conseguisse capturar melhor o que o outro precisa. Como se a alma dele falasse com a sua. Sem necessidade de verbalização. Sem a pessoa precisar dizer.
Você simplesmente sabe.
E quando você está desconectado, essa conexão não se estabelece.
E o que acontece é que você supões coisas, supõe o que acha que está acontecendo com o outro e não se conecta. Você age com base em suposições e aí acaba se desentendendo.
Quanto mais você está se desentendendo com as pessoas, menos conectado você deve estar.

6- Você percebe menos os sinais do universo
O universo está o tempo inteiro dando sinais. Nos direcionando. Dizendo para onde devemos ir.
Querendo nos colocar em situações que devemos vivenciar, nos conectando com pessoas, ou nos dando dicas de coisas que precisamos prestar atenção.
E quando se está desconectado, esses sinais passam despercebidos.
Eles não acontecem de vez em quando. Acontecem o tempo todo. Em praticamente todas as interações. Basta observar com atenção, confiar nesses sinais e segui-los.
Quanto mais você segue, mais eles acontecem.
As sincronicidades são as ferramentas do universo para te mover em direção ao que precisa fazer.
Quantas sincronicidades você percebeu nos últimos dias?

7- Sua intuição falha
Nossa intuição é o nosso principal guia. É o coração que deve nos ajudar nas escolhas e não a mente racional. A mente racional serve apenas para podermos realizar as coisas que o coração direcionou.
O problema é que quando estamos desconectados, a mente racional fica muito mais forte.
Quanto mais alto fala a mente racional, mais difícil fica de escutar o coração.
E aí a gente acha que está seguindo a intuição, mas na verdade está apenas seguindo a mente racional.
Quanto mais conectado você está, mais clara é a diferença entra as duas vozes. Fica muito fácil saber quando é intuição. E aí a intuição não falha.
E quando a intuição está afiada, a vida fica muito legal. É como se você tivesse superpoderes. Superpoderes para adivinhar a resposta certa, para tomar decisões corretamente, para antecipar o que está por vir, para capturar o que está flutuando na nuvem e trazer para o mundo real.

8- Sua saúde fica pior
Você tem vontade de se alimentar de coisas piores. De comer alimentos mais densos, de comidas gordurosas e muito açúcar.
Você não tem vontade de fazer exercícios.
Você dorme mal e dorme menos.
Você tem menos disposição e parece ficar mais cansado.
Talvez esse seja o indicador mais óbvio, mas a gente não olha pra isso direito.
Somente quando esses sinais começam a ficar extremamente evidentes é que a gente percebe. Somente quando o corpo começa a gritar. Quando ficamos doentes, quando a pele muda, quando os órgãos parecem não funcionar tão bem.

9- A vida fica em desordem
Quando eu me desconecto, minhas rotinas ficam bagunçadas. Eu acumulo mensagens não lidas, emails não respondidos, correspondências sem abrir.
Minhas finanças ficam em desordem e eu perco o controle das minhas contas.
Minha casa fica bagunçada e as vezes até minhas plantinhas sofrem porque eu esqueço de regar.
Eu fico confuso, com muita informação na cabeça e pouca coisa sendo realizada.
A vida precisa de ordem. Ordem traz clareza. E clareza faz a energia fluir mais livremente. Sem resistência e sem pontos de estanque. Energia parada é o não fluxo.

Esses são sinais que eu observei na minha vida e agora quero prestar mais atenção a eles. A vida está o tempo inteiro nos dando sinais. Nos dizendo se estamos no caminho certo ou se nos desviamos.

Aí é só recalcular rota e voltar a se conectar. Quanto mais conectado, mais fácil tudo parece ficar.
Não precisa mudar tudo de uma vez. É uma coisa de cada vez. Um dia de cada vez. Faça seu dia de hoje ficar bom. Tente mudar um pouquinho dessas coisas que estão aqui. Comece a mudar pouco a pouco suas rotinas e logo você vai se sentir conectado novamente… mais rápido que você imagina.

6 motivos (realmente) justos para abandonar um estágio

Não é imaturidade nem “mimimi”: veja razões perfeitamente válidas para sair de um estágio e procurar uma oportunidade melhor, segundo especialistas.

Por Claudia Gasparini – Exame.com

Muitas empresas enxergam pedidos de demissão dos seus estagiários como fruto de mero “mimimi”. Com base em generalizações e estereótipos, acreditam que o jovem é imaturo, mimado e ansioso e, por isso, abandona compromissos com facilidade.

Estão enganadas: as razões que levam o jovem a desistir da oportunidade podem ser perfeitamente justas, e deveriam servir como base para elas reverem e atualizarem suas práticas de gestão.

Do ponto de vista do estagiário, é importante saber separar razões fracas e fortes para sair de uma empresa. Em alguns casos, vale ter paciência e olhar a longo prazo, e permanecer; em outros, é melhor se desligar e buscar outra oportunidade o mais rápido possível.

Para Tiago Mavichian, diretor de recursos humanos da Companhia de Estágios, não vale a pena mudar se você está na empresa há menos de dois meses. “É preciso tempo para entender a área, as atividades e o perfil da companhia”, diz. “Você mostra imaturidade e busca por soluções mágicas se decide sair tão cedo”.

Atividades repetitivas, falta de convite para participar de certas reuniões e desentendimentos com colegas também não são motivos suficientemente fortes para pular fora do barco, afirma Mavichian.

Na dúvida sobre a legitimidade da sua decisão, a pergunta a se fazer é: você terá alguma dificuldade para justificar a sua saída numa futura entrevista de emprego? Se a resposta é não, é melhor refletir um pouco mais.

Jovem frustrado (seb_ra/Thinkstock)

Confira a seguir 6 bons motivos para mudar de estágio, segundo três especialistas no assunto:

1. Você parou de aprender

O objetivo número 1 de um estágio é adquirir novos conhecimentos e experiências. Segundo uma pesquisa feita pela Companhia de Estágios em 2016, 55% dos jovens dizem que sua principal expectativa num estágio é o aprendizado. Se isso não ocorre mais, não faz sentido permanecer.

“Um programa bem estruturado conta com rotação de funções, treinamentos técnicos e comportamentais e cronogramas de desafios”, diz Mavichian. Nem sempre toda essa estrutura é necessária, mas você precisa sentir que está aprendendo algo de qualquer forma. Se você não tem chance de efetivação e sente que seu desenvolvimento estancou, é melhor buscar outra oportunidade.

2. Você quer experimentar algo muito diferente

Estagiar numa determinada área ou tipo de empresa serve para descobrir se você gosta das características desse trabalho ou estilo de empregador. Segundo Mavichian, vale a pena trocar de estágio se você sente que chegou a hora de dar uma guinada e vivenciar algo novo.

Você pode querer sair de uma multinacional para saber como é trabalhar numa empresa pequena ou numa ONG, por exemplo, ou experimentar a área de marketing após um longo tempo de estágio em finanças. Só tome cuidado para não se precipitar: para conhecer bem um tipo de trabalho, é preciso no mínimo um ano completo, afirma o especialista.

3. O estágio está prejudicando os seus estudos

A empresa exige tanto tempo e dedicação que você não tem conseguido aproveitar a faculdade como deveria? Sinal vermelho, diz Mavichian. O estagiário é, antes de tudo, um estudante e deve fugir de trabalhos que prejudicam a sua formação acadêmica.

“O jovem é quem sabe qual é o balanço ideal, para si, entre trabalho e estudo, mas os dois tipos de vivência são complementares e fundamentais para o aprendizado”, diz Gabriela Cruvinel, consultora da Cia de Talentos. “Busque outra companhia se aquela em que você está não respeita a sua necessidade de se qualificar”.

4. Seus valores não batem com os da empresa

Segundo Gabriel Zamboni, gerente de relacionamento da Universia Brasil, outra razão forte para abandonar um estágio é perceber que existe uma incompatibilidade de princípios entre você e a companhia. Ele cita o caso de um jovem que foi estagiar numa empresa química com forte discurso pró-sustentabilidade e que acabou se desligando ao perceber que a organização não tinha a menor preocupação com o meio ambiente.

Empresas que promovem ou toleram ofensas, bullying, ameaças e preconceitos de forma geral também não merecem a permanência do jovem. “A geração Y não tem mais paciência para ambiente de trabalho em que a diversidade não é respeitada, e com razão”, diz Zamboni.

5. Surgiu a oportunidade de estudar no exterior

Outro motivo válido e comum para abandonar um estágio é a chance de fazer um intercâmbio — uma oportunidade que o jovem tem mais facilidade para aproveitar, dado que ainda não assumiu tantos compromissos de vida. Saiba mais: Por que deixar meu filho fazer intercâmbio?

Segundo Cruvinel, a experiência internacional é uma exigência cada vez mais frequente no mercado de trabalho, o que justifica o abandono do estágio em algumas situações. “O importante é que, numa futura entrevista, você saiba dizer como o intercâmbio ajudou o seu desenvolvimento, isto é, por que valeu a pena sair do estágio para viajar”, explica ela.

6. Seu gestor direto não está fazendo você crescer

Acompanhamento, orientação e feedback são duas premissas de um bom estágio. Se o seu líder não oferece nem um nem outro, você provavelmente está insatisfeito — e com razão. De acordo com Zamboni, vale a pena conversar com ele antes de tomar a decisão de sair, mas pode ser inútil.

“Alguns gestores não acrescentam praticamente nada, nem do ponto de vista técnico, nem do comportamental”, diz ele. Se esse é o caso, você está perdendo o seu tempo e deveria procurar outra oportunidade, que ofereça mais apoio para o seu desenvolvimento.