Programador: uma profissão em crescimento!

Sabemos que muitas profissões vão aparecendo cada vez mais no mercado de trabalho e algumas têm chamando bastante a atenção dos jovens. O programador ou analista de sistemas, por exemplo, estão em alta nas buscas de quem está começando a pensar em carreira. Mas, o que eles fazem mesmo? Bom, um programador desenvolve, projeta e implanta sistemas e aplicativos, sejam eles específicos, avançados ou básicos.

“A profissão consiste em desenvolver soluções tecnológicas e de usabilidade, tanto para aplicações mobile, portais de notícias, quanto para e-commerce. Um site fácil de navegar, bonito, inteligível e que executa corretamente sua função”, explicou Fernando Soares, 32 anos, Programador de Sistemas Web/Mobile e sou CEO e programador líder da Inset Tecnologia e Comunicação.

Foi há 12 anos, numa consulta de acupuntura que a ideia de ser programador surgiu. “Quando trabalhava como operador de marketing e fui demitido, em 2005, meu acupunturista disse que eu me daria bem na área de tecnologia, por causa do meu pensamento rápido e lógico”. E foi assim que começou. Após a conversa, Fernando se capacitou e depois de 2 anos conseguiu o seu primeiro emprego na área.

Quando a gente faz o que gosta, fica muito mais fácil enxergar os pontos mais legais. “O que eu mais gosto é que você tem uma ideia, desenha, levanta os requisitos, estrutura, programa e no final, quando tudo deu certo, você tem aquele sentimento de “eu que fiz isso”. É muito bom!”, conta o programador. Mas, nada é perfeito, nem mesmo quando trabalhamos com o que somos apaixonados. Segundo Soares, o destaque do pior ponto vai para os prazos curtos. “São tantos passos a se seguir para desenvolver um sistema ou site que, geralmente, os prazos costumam assustar os clientes. Não tem como fazer um site em 10 dias, por exemplo”.

Trabalhar como programador te faz enxergar as coisas de uma outra
forma.
Para Fernando, quando você cresce na profissão, você cresce também na vida pessoal. “A gente enxerga métodos mais ágeis de resolver um problema no algoritmo da mesma maneira que conseguiria enxergar um método mais eficaz de resolver um problema pessoal”, diz.

Mas, mesmo com todos os números, prazos, telas e ideias, Fernando garante que o mais importante, no ambiente de trabalho, é ser humano. “Nós somos chamados de “nerds”, “robôs”, etc. Claro que entregar o trabalho com qualidade e dentro do prazo são coisas importantíssimas. Mas, tratar as pessoas com respeito é essencial”, finaliza o programador.